Como escrever uma Carta de Apresentação a uma empresa que não está a recrutar
Nov14

Como escrever uma Carta de Apresentação a uma empresa que não está a recrutar

A carta de motivação, também conhecida como carta de apresentação, pode ser enviada para uma empresa onde gostaria de trabalhar, mesmo que esta não tenha anunciado vagas de emprego. Este tipo de carta ou texto pode ser enviado via email, sistema de mensagens do LinkedIn, ou ainda em papel, por correio. Escrever uma carta de motivação Se possível, identifique a pessoa responsável pelo departamento onde gostaria de trabalhar e envie-lhe uma cópia da sua apresentação ao mesmo tempo que envia outra para o departamento de Recursos Humanos da empresa. Quem conhece na empresa? Antes de escrever a sua carta, reveja a sua rede de contactos para perceber se tem ligação com alguém que trabalhe na sua empresa-alvo. O LinkedIn é uma excelente ferramenta para o fazer. Por exemplo, se é licenciado, procure ex-alunos da sua faculdade que possam estar a trabalhar na empresa que lhe interessa. É um bom ponto de partida. Peça um contacto e referências Se conseguir identificar alguém da empresa na sua rede de contactos, pergunte-lhe qual a melhor forma para conseguir chegar à fala com a pessoa responsável pelo recrutamento. Se não houver departamento de recursos humanos pergunte-lhe com quem deverá entrar em contacto para mostrar o seu interesse em trabalhar naquela empresa. E se tiver confiança para isso, pergunte-lhe mesmo se pode interceder por si e indicar o seu nome para uma futura contratação na empresa. Diga também que está a escrever uma carta de motivação e pergunte-lhe se há a possibilidade de mencionar o seu nome nessa mesma carta. O que incluir na sua carta de apresentação A carta de apresentação deve começar com por explicar o seu interesse na empresa. Pode, por exemplo, dizer que o desenvolvimento da empresa despertou o seu interesse. É muito importante que refira o tipo de função e departamento em que está interessado ou a sua comunicação com a empresa irá ficar por ali. Saudação A sua carta deve começar com uma saudação profissional. Se sabe o nome da pessoa de contacto, dirija-se a ela pessoalmente. Primeiro parágrafo O seu primeiro parágrafo (depois de indicar o seu interesse na empresa) deve indicar dois a quatro principais motivos que lhe permitirão dar um contributo sólido para a função e para a empresa. Parágrafos do meio Os parágrafos seguintes devem referenciar exemplos concretos de como já utilizou esses pontos fortes para alcançar o sucesso em empregos anteriores, em trabalhos voluntários ou projectos académicos. Parágrafo final No último parágrafo deve expressar um forte interesse em reunir-se com o empregador para explorar melhor as suas capacidades mesmo se não existam vagas de emprego de momento na empresa. Assinatura Não se esqueça...

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Qual é a melhor hora do dia para enviar candidaturas de emprego?
Out31

Qual é a melhor hora do dia para enviar candidaturas de emprego?

Se está à procura de emprego e acha que é indiferente a hora a que envia a sua candidatura para a caixa de correio eletrónico do recrutador, engana-se. Existe uma relação – quase direta – entre o preciso momento em que escolhe enviar o email e as probabilidades de este lhe valer uma entrevista de emprego. As conclusões são da TalentWorks, uma empresa de recrutamento que ajuda candidatos a encontrar e candidatar a ofertas de emprego. A plataforma digital analisou mais de 1.600 candidaturas enviadas a diferentes horas do dia ao longo dos últimos meses e concluiu que a melhor altura do dia para concorrer a uma vaga é entre as 6 e 10 horas da manhã, enquanto a pior altura é entre as 16h e 21h. Os gráficos revelados pela empresa mostram que, durante o início e ‘pico’ da manhã (das 6h às 10h), as probabilidades de conseguir uma entrevista são de 13%, cinco vezes mais altas do que se a enviar a partir do final da tarde. Segundo as contas da empresa, a partir das 10h da manhã, as probabilidades de conseguir ser chamado a uma entrevista baixam 10% a cada 30 minutos que passam, sendo que existem exceções, como a hora de almoço, em que as probabilidades voltam a subir até aos 11%. Leia também: Devo procurar emprego por email ou bater à porta? Das 24h que tem para enviar o currículo, nunca o faça entre as 19h e as 20h, visto ser esse é o período em que as probabilidades de ser chamado são mais baixas (apenas 3%). Ainda segundo as análises da TalentWorks, as probabilidades de conseguir uma entrevista de emprego são 40x mais altas se, além de enviar a candidatura por volta das 10h da manhã, o fizer entre 3 a 4 dias depois da divulgação da vaga disponível. FONTE: Dinheiro...

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Deve procurar emprego por email ou bater à porta?
Out17

Deve procurar emprego por email ou bater à porta?

Na altura de procurar emprego, há quem escolha enviar um email com a candidatura e quem não dispense deslocar-se até à empresa para entregar um currículo em mão. Será uma forma mais eficaz do que a outra? A resposta é sim. Quem faz do seu dia a dia a análise exaustiva de centenas de currículos, como é o caso de Ana Castro Dias, da empresa de recrutamento Michael Page, diz que “o melhor é mandar um email ou ligar”, uma vez que “ir à empresa fisicamente nem sempre funciona muito bem, porque a pessoa responsável pelo processo pode não estar disponível ou pode estar lá e não querer ou ter tempo para nos receber”. À conversa com o Dinheiro Vivo, a consultora sénior reitera que “o melhor é sempre fazer uma candidatura pelas vias normais, ou seja, pelos sites e plataformas convencionais” mas que, antes de o fazer, o candidato deve ter em conta se “está a lidar com uma empresa de recrutamento onde, por exemplo, o volume de candidaturas é muito grande e o tempo de resposta é maior; ou se está a lidar com uma empresa normal que tem o seu departamento de Recursos Humanos e que, em princípio, tem menos processos de recrutamento”. Se estiver a enviar a candidatura para o departamento de Recursos Humanos da Empresa, acrescenta, “é mais fácil enviar um email mais personalizado e com a nota que se candidatou a determinada vaga”. Como marcar a diferença na caixa eletrónica de um recrutador “Não são as cartas de motivação que fazem a diferença, porque vivemos num mundo onde tudo é tão rápido que essas cartas acabam por não ter a devida atenção”, diz desde logo Ana Castro Dias. Assim sendo, e como certamente pretende que a sua candidatura se destaque da concorrência, o melhor que tem a fazer é ser claro, simples e direto. “Se o candidato escrever um email muito sucinto a dizer à empresa que está interessada em determinado cargo porque tem experiência na área, sem dúvida que o mais simples acaba por ser o mais bem sucedido. Isso vale mais que qualquer carta de motivação”, afirma a consultora da Michael Page. Melhor altura do ano para procurar emprego: Não há melhor altura para procurar emprego do que “os períodos antes e logo após as férias”. É nestas alturas que as empresas fazem uma lista daquilo que vão precisar para a sua próxima fase operativa. “Há vários picos de integração nas empresas ao longo do ano. Sem dúvida que os meses de verão não são os melhores. Ainda assim, nos últimos anos, temos visto um acréscimo muito grande de contratações em...

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Qual é o melhor mês para procurar emprego? Não é setembro
Set12

Qual é o melhor mês para procurar emprego? Não é setembro

Pode parecer a altura ideal do ano, dada a rentrée, mas os especialistas em recrutamento têm uma visão diferente. Acabaram-se as férias e setembro marca, além do regresso às aulas, a retoma de funções na maioria das empresas. O oitavo mês do ano pode por isso parecer a altura ideal para enviar currículos, mas os especialistas em mercado laboral dizem que não é bem assim. Apesar de ser em setembro que “as empresas regressam à atividade normal e começam a preparar os objetivos do ano seguinte”, o diretor da Experis (uma das empresas da ManPowerGroup), José Julián Sánchez, lembra, numa entrevista ao El Confidencial, que após a rentrée existe sempre uma fase de análise que dura algumas semanas, sendo por isso outubro o mês ideal para submeter candidaturas. É apenas depois desse processo de avaliação que as organizações definem as suas necessidades em termos de mão de obra para responder aos objetivos definidos internamente. A mesma teoria é corroborada pelo diretor-geral internacional do site Trabajando.es e da HR-Consulting. Também ouvido pela publicação espanhola, Javiér Caparrós diz até que o melhor prazo para procurar emprego não-sazonal estende-se até dezembro. Caparrós ressalva, no entanto, que o trimestre anterior a agosto, ou seja, maio, junho e julho podem ser meses igualmente bons para se candidatar a trabalhar em empresas que, por norma, preferem fechar o processo antes do início do novo ano laboral. Sobre o pior mês para procurar trabalho, as opiniões não divergem: Tanto José Sánchez como Javiér Caparrós concordam que agosto é a pior altura, visto que, historicamente, é a altura em que a grande maioria das firmas tiram férias. Na verdade, em agosto, qualquer grande empresa está de férias”, diz Sánchez, ao que acrescenta Caparrós: “Agosto é um mau mês para iniciar a pesquisa, porque nenhum processo é ativado nas empresas”. Estas perspetivas acabam então por contrariar as conclusões de um estudo feito pela CV-Coach em 2014, onde ficou apurado, no caso do mercado laboral espanhol, que era em setembro que mais de 70% das pessoas enviava currículos às empresas.   Dezembro. O mês da discórdia Apesar das opiniões semelhantes entre os dois representantes das recrutadoras, as visões sobre o último mês do ano dividem-se. Sanchéz diz que dezembro se enquadra no grupo dos bons meses para procurar emprego, mas Caparrós diz que não. “Talvez, para iniciar o processo, dezembro não seja um bom mês. As empresas voltadas para o futuro fecham os orçamentos em setembro, então o processo de seleção começa em outubro, pode ser prorrogado até novembro e em dezembro, geralmente é fechado”, explica o diretor-geral internacional da Trabajando. No entanto, contrasta, “em empresas menos pró-ativas, os...

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Porque é que estudar no estrangeiro pode ajudar a conseguir um emprego mais facilmente
Set05

Porque é que estudar no estrangeiro pode ajudar a conseguir um emprego mais facilmente

Os técnicos de recrutamento são unânimes e consideram que a experiência internacional contribui para diferenciar os candidatos… Durante um processo de recrutamento de emprego, o objetivo dos técnicos de recrutamento é selecionar o candidato mais qualificado e com o perfil profissional mais adequado à cultura organizacional da empresa contratante. Para isso, avaliam tanto as competências técnicas como as características comportamentais de cada participante. Como na hora de selecionar o candidato ideal os recrutadores podem encontrar currículos e perfis muito parecidos, eles acabam por recorrer aos chamados elementos diferenciadores – e a experiência internacional  é um deles. Ter fluência num idioma, demonstrar que se adapta facilmente a uma nova cultura e que é independente pode garantir-lhe uma vaga. Saiba por que razão estudar no estrangeiro pode ajudá-lo a conseguir um emprego: EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL Quem tem oportunidade de estudar no estrangeiro mostra-se mais preparado para conviver com os desafios do mundo dos negócios. Além de aprender um idioma e de conviver diariamente com uma nova cultura, quem participa numa experiência internacional desenvolve capacidades de empenho, independência e aprende a lidar melhor com problemas – requisitos fundamentais para se conquistar um emprego. Ao superar obstáculos, aprende a ponderar as dificuldades, a analisar as questões com mais cuidado e a tomar decisões mais assertivas. IDIOMA Dominar um idioma além do português é fundamental para conquistar uma posição no mercado de trabalho. Quem convive durante meses com uma nova língua, torna-se fluente e ganha destaque nos processos de recrutamento de emprego. A experiência internacional permite que o candidato ouça e que tenha o que conversar diariamente noutro idioma – aprendendo inclusive termos muito usados no ambiente profissional. COMUNICAÇÃO Saber comunicar eficazmente, ou seja, sabendo transmitir bem a sua mensagem sem que os seus ouvintes possam ter interpretações erróneas, é uma das características mais solicitadas nos processos de recrutamento. Quem vai morar num novo país, sem que tenha contacto com pessoas conhecidas costuma desenvolver forçosamente essa habilidade, afinal, precisa de comunicar com quem o rodeia. Falar num outro idioma, inclusive, aumenta a autoconfiança e a possibilidade de fazer networkings mais eficazes. Fonte: Universia Portugal...

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Está à procura de emprego? Conheça as tendências do mercado para 2017
Jul18

Está à procura de emprego? Conheça as tendências do mercado para 2017

Perguntámos a seis especialistas em recrutamento quais as principais tendências para 2017 e que setores e profissões estão a recrutar mais este ano. As empresas estão a recrutar cada vez mais e as ofertas de emprego multiplicam-se, muitas vezes sem uma correspondência direta imediata ao nível dos profissionais especializados disponíveis. Tecnologias de informação (TI), hotelaria e turismo, agricultura, indústria, centros de serviços partilhados, engenharia. Estas são, de acordo com as empresas de recrutamento ouvidas pelo Dinheiro Vivo, algumas áreas-chave onde se verifica maior procura de trabalhadores e, ao mesmo tempo, há uma maior falta de profissionais especializados.   Perguntámos então a seis especialistas em recrutamento quais as principais tendências para 2017 e que setores e profissões estão a recrutar mais este ano. Conheça as suas respostas. Isabel Meireles e Inês Calhabéu, diretoras de recrutamento da Egor no Porto e Lisboa Tendências de recrutamento para 2017 Os domínios de maior procura ao nível de emprego são os tecnológicos. Novas plataformas tecnológicas não param de surgir, e os profissionais de TIC, não chegam para as necessidades presentes: programador, web designer, analista funcional, webmaster, especialista em SEM, em SEO, Trafficker e de Cloud. Também as profissões tecnológicas relacionadas com a criação e desenvolvimento de produtos continuam a ter uma grande procura, pelo que as Engenharias nas suas vertentes de Eletrónica, Eletrotecnia, Mecânica, Automóvel, de Aviação ou mesmo de Recursos Naturais ou Biológicos mantêm níveis de empregabilidade elevados. As funções comerciais, continuam com grande procura e são cada vez mais especializadas e, dado que Portugal se tem destacado como destino de preferência para Centros de Serviços Partilhados os Operadores e/ou Assistentes de Call Center os Customer Assistant, Customer Representative são funções de elevada procura e escassez de profissionais. Recrutamento a crescer O ritmo manteve a tendência de 2016. Os recursos é que têm vindo a escassear, tanto mais que as empresas procuram profissionais cada vez mais especializados e valorizam as competências técnicas que acompanham esta necessidade, a par da exigência no conhecimento de línguas e uma elevada disponibilidade pessoal. Setores com maior procura Uma clara evidência de profissionais para o setor das Tecnologias de Informação e Indústria, para perfis especializados. No setor dos serviços partilhados não estamos a conseguir dar resposta no que respeita a fluência em idiomas estrangeiros nomeadamente o francês, e que resulta do investimento feito por empresas francesas em Portugal Cursos universitários com emprego garantido e a evitar Medicina, Informática, Engenharias, nomeadamente Eletrónica, Eletromecânica, Mecânica e de Gestão Industrial, Matemática Aplicada ou Engenharia Aeroespacial permitem um passe direto para o emprego. Em 2016 e 2017 outras áreas estão a colocar quase a 100% os seus jovens formandos, como o exemplo...

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Quer trabalhar num cruzeiro? Agência portuguesa promove feira de emprego em Lisboa
Jul10

Quer trabalhar num cruzeiro? Agência portuguesa promove feira de emprego em Lisboa

Ao todo serão 20 os expositores nacionais e internacionais, que estarão reunidos a 19 de outubro (2017) no Centro de Congressos do Hotel VIP Arts. É um dos setores da área do turismo com maior taxa de expansão. Em Portugal, devem ser batidos novos recordes este ano. É nesse âmbito que a Agência Portuguesa de Marítimos (APORMAR) vai organizar uma Feira de Emprego em Cruzeiros, no próximo mês de outubro. Em comunicado enviado às redações, a APORMAR revela que face às necessidades do setor, e às oportunidades que o turismo de cruzeiros representa em termos de emprego para os portugueses, decidiu juntar durante um dia no mesmo espaço “os marítimos e as pessoas que querem trabalhar em navios, as companhias que promovem o emprego a bordo dos mesmos e as empresas / instituições que prestam serviços no domínio marítimo”. Ao todo serão 20 os expositores nacionais e internacionais, que estarão reunidos a 19 de outubro no Centro de Congressos do Hotel VIP Arts, no Parque das Nações em Lisboa. No congresso são esperados 500 a 700 visitantes, entre profissionais e estudantes. Confirmados estão já os expositores de empresas como a Viking Recruitment, MSA Maritime Skills Academy, P&O Ferries, Cunard Cruise Line , P&O Cruises e Carnival UK. A APORMAR lembra que a taxa anual de crescimento da indústria de cruzeiros ronda os 7% desde 2009 e que o setor precisa de pelo menos 100 mil novos...

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Mais de 135 vagas para trabalhar em Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia por todo o país
Jun20

Mais de 135 vagas para trabalhar em Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia por todo o país

São várias as ofertas de emprego, em diversas áreas, para trabalhar em Câmaras Municipais, Juntas de Freguesias e Universidades, um pouco por todo o país! As ofertas estão disponíveis no portal do BEP (Bolsa de Emprego Público) que tem como objetivo construir-se como uma base de informação que permita simplificar e dar mais transparência aos variados processos de recrutamento da administração pública. Esta ferramenta online facilita o utilizador para poder encontrar os diversos processos abertos, e atualmente existem no total 138 processos de recrutamento a decorrer na administração pública, por todo o país! Veja aqui as vagas disponíveis....

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3 passos para descobrir o seu emprego de sonho
Jun06

3 passos para descobrir o seu emprego de sonho

Astronauta, veterinário(a), jogador(a) de futebol, cabeleireiro(a). Todos sonhávamos ser algo “quando fôssemos grandes”. Mas quando os centímetros aumentam (e a idade também), o emprego de sonho não é, na maioria das vezes, sinónimo de realidade. Logo a começar porque nem todos nascem apaixonados por algo em particular ou a saber precisamente aquilo que quer. Descobrir aquilo que se gosta de fazer é, para muitos, um processo longo, que mistura experiências pessoais, de auto-conhecimento e de convívio social. Scott Dinsmore, criador da plataforma Live Your Legend – Change the World by Doing What You Love, que liga várias pessoas e as ajuda a encontrar a sua paixão, partilhou numa TED Talk aquilo que, para ele, são os três melhores caminhos para se encontrar um trabalho que realmente nos faça sentir realizados. 1 – TORNAR-SE UM ESPECIALISTA DO “EU” Não se tratar de olhar muitas vezes para o reflexo do espelho, mas sim para o interior. Descobrir quais são os pontos fortes, que coisas levam os outros a agradecer-nos por as termos feito. Para Scott, a pergunta mais importante é: “o que é que eu não posso não fazer?”. Basta pensar que atividades nos dão mais prazer, que funções adoramos desempenhar no dia-a-dia. Ao fazer este exercício várias vezes, torna-se mais fácil sermos especialistas em… nós próprios. Além de descobrir os nossos pontos fortes, devemos refletir acerca dos nossos valores. Quando precisamos de tomar uma decisão, com o que é que nos preocupamos em primeiro lugar? A família, a saúde ou o sucesso são os exemplos dados. É preciso termos em mente aquilo que valorizamos para não cometermos o erro de nos “aventurarmos” nalguma profissão que deixe para segundo plano algo que, para nós, é uma prioridade. E por fim, para nos conhecermos verdadeiramente, temos que olhar para as nossas experiências. Todos os dias aprendemos algo – fazemos coisas que adoramos, que odiamos e que nos são indiferentes. E se pensarmos bem nelas, percebemos que há certas coisas que nos fazem realmente sentir bem. Outras, nem tanto. Devemos pensar nas experiências que nos trouxeram sucesso, mas também nas que nos “deitaram abaixo”. Porque, de cada uma delas, há sempre uma lição a retirar. Ao refletirmos sobre estas situações, podemos (e devemos) aplicar nas nossas vidas todas essas aprendizagens de modo a sermos o mais bem sucedidos possível. Ter um diário é uma boa aposta para irmos apontado estas mesmas experiências, mas também as dos outros. Se olharmos para alguém e acharmos que aquilo que essa pessoa faz é extraordinário, devemos apontá-lo, refletir sobre isso, e seguir o exemplo. 2 – FAZER O IMPOSSÍVEL O escritor identifica dois tipos de pessoas: as...

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4 áreas que prometem emprego garantido
Mai16

4 áreas que prometem emprego garantido

Escolher uma carreira nunca é fácil. Por isso, é importante pensar bem na sua escolha. Entre os fatores que deverá ter em consideração, os seus interesses, competências e habilidades sempre devem ser prioridade, mas também deverá levar em consideração a situação atual de emprego na área. Mesmo com o mercado de trabalho em contração devido à crise, algumas profissões prometem destacar-se nos próximos anos.   A seguir, conheça 4 áreas que prometem ser interessantes para os novos profissionais:   ENERGIA Para crescer, qualquer país precisa de energia. As duas principais fontes de energia são atualmente o petróleo e as fontes de energia renováveis. Portugal tem-se destacado cada vez mais no recurso e na inovação na área das energias renováveis e pouco poluentes. A busca por novas fontes de energia limpa, mais rentáveis, também promete aquecer o setor, visto que todos os países procuram cada vez mais limitar a sua dependência do petróleo, fonte de energia que liberta demasiados gases poluentes. NEGÓCIOS Os estudantes dos cursos de Administração, Ciências Económicas, Comércio Exterior, Relações Internacionais, Gestão de Recursos Humanos e Marketing têm sempre muitas vagas de estágio para escolher. O motivo de todas as empresas procurarem estudantes ou licenciados nestes cursos é decorrente da globalização, que fez com que todas as empresas necessitassem de pessoas capazes de cuidar dos negócios e de comunicar com o mundo inteiro. TECNOLOGIA A inovação e a competitividade entre as empresas fazem com que a demanda por profissionais que lidem com tecnologia e informática aumente cada vez mais. O ritmo com que as novas ferramentas e necessidades surgem não é tão rápido como o de profissionais que se formam no mercado. Portanto, os estudantes licenciados em cursos como Sistemas de Informação, Gestão de Tecnologia da Informação, Engenharia de Telecomunicações, Rede de Computadores, Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Engenharia da Computação têm oportunidades garantidas. SAÚDE A preocupação com a qualidade de vida aumenta cada vez mais. Assim, como a esperança média de vida no país. A procura por profissionais especializados em cuidado com os idosos tende a aumentar bem como novos produtos e serviços para a população preocupada em envelhecer com qualidade. No futuro continuará a haver oportunidades para licenciados em Medicina, Gerontologia, Educação Física, Desporto e Lazer, Fisioterapia, Nutrição, Fonoaudiologia, Musicoterapia, Naturologia, Enfermagem e...

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Fnac lança portal de emprego e tem 30 vagas para Portugal
Abr27

Fnac lança portal de emprego e tem 30 vagas para Portugal

A Fnac lançou um novo portal de emprego, passando a estar integrada na rede internacional Trabalhando, presente em 11 países ibero-americanos e que oferece cerca de 200 mil oportunidades de emprego. Em Portugal, a cadeia de retalho tem 30 vagas disponíveis no site. O maior número de vagas é para vendedores e operadores de serviço, mas também há vagas para supervisores, web designers, técnico de controlo de gestão, analista comercial web. O maior número de vagas é para Vila Real e Loulé, mas há igualmente ofertas para Lisboa. No site é possível obter mais informação sobre o perfil exigido, sendo ainda possível fazer a candidatura online. O site permite ainda fazer candidaturas espontâneas. Veja as ofertas disponíveis AQUI A cadeia ligou-se ainda à rede internacional Trabalhando, composta por uma série de site associados, entre os quais universidades, câmaras de comércio, associações empresariais, entre outros. Por mês esta rede recebe 195 mil oportunidades de emprego, 4,1 milhões de candidaturas, mais de 18 milhões de currículos e com 600 mil empresas a utilizar este serviço, informa a Fnac em nota de...

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Entrevista de trabalho: 5 perguntas difíceis – e como responder
Mar07

Entrevista de trabalho: 5 perguntas difíceis – e como responder

As entrevistas de emprego são sempre momentos de stress. Preparar-se adequadamente para o que o espera pode fazer a diferença entre conseguir o emprego ou saltar de escritório em escritório. Não importa a quantas entrevistas de trabalho já tenha ido, a coisa nunca fica mais fácil. E todos os conselhos do mundo são parca ajuda para os nervos, mas apesar do stress, uma boa preparação pode ser muito relevante. Os sites de emprego e Recursos Humanos estão repletos de conselhos sobre como comportar-se numa entrevista de trabalho. Aqui ficam os cinco mais comummente focados em perguntas típicas a que nem sempre conseguimos responder da melhor maneira. 1. Fale-me sobre si. Considerando que uma entrevista razoável não excederá os 30 minutos, é importante focar-se na informação mais relevante sobre as suas capacidades. Três ou quatro pontos explicados com objetividade – recorrendo a exemplos curtos, casos concretos em que essas características fizeram a diferença – é tudo quanto o seu entrevistador quer ouvir. Estou disposto a aprender ou trabalho bem em equipa são alguns dos exemplos recomendados. Mas acima de tudo, seja verdadeiro – mais cedo (ao pedir referências sobre si) ou mais tarde (no dia a dia, caso seja contratado), a verdade virá ao de cima. 2. Quais são os seus pontos fortes?… É mais uma em que pode jogar com a antecipação. Prepare uma lista das qualidades profissionais que reconhece em si e teste esses aspetos junto de quem já trabalhou consigo – colegas, chefes e empregados. Pedir referências na página de LinkedIn, por exemplo, pode também ajudá-lo com algumas pistas sobre capacidades que não vê tão claramente ou que simplesmente não imaginava terem grande importância mas contam para os outros. Talvez seja excelente a motivar equipas e nunca se tenha apercebido de quão longe essa qualidade o pode levar. 3. … E os seus pontos fracos? Tem o hábito de procrastinar? Só trabalha realmente bem quando os prazos apertam? Não consegue cumprir um horário? Evite apresentar uma lista de defeitos. A melhor forma de responder a este tipo de pergunta é focar-se na forma como está a trabalhar para corrigir as suas falhas – e mostrar vontade de cumprir esse desafio. Assim, se por exemplo é demasiado picuinhas com detalhes que nem sempre importam, diga que dá demasiada atenção aos pormenores mas está a esforçar-se por olhar cada vez mais para a realidade mais abrangente. Ou foque o seu discurso nas vantagens que decorrem das suas fraquezas: trabalhar bem sob pressão é uma mais-valia que nem todos têm e pode realmente fazer a diferença – conte um episódio em que isso tenha valido um sucesso profissional e comprometa-se...

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