[ESTUDO] Saiba quais são os 10 empregos com mais e menos futuro
Out09

[ESTUDO] Saiba quais são os 10 empregos com mais e menos futuro

Escolher uma carreira nos dias que correm pode ser algo verdadeiramente assustador, uma vez que as hipóteses são cada vez mais escassas e difíceis, devido ao impacto das novas tecnologias e ao facto de muitas empresas não se terem conseguido adaptar a esta mudança. Assim, a GOBankingRates analisou os dados do Bureau of Labor Statistics, e determinou os empregos que têm vindo a ter um crescimento mais rápido, e os que estão em declínio, tendo por base o mercado laboral dos EUA. Top 10 dos empregos com maior crescimento: 1. Técnicos de turbinas eólicas 2. Enfermeiros especializados; 3. Assistente médico; 4. Optometrista; 5. Assistente financeiro; 6. Assistentes de cuidados especiais; 7. Fisioterapeuta; 8. Assistente de saúde de casa; 9. Estatísticos; 20. Analistas.   Top 10 dos empregos em declínio: 1. Instalador de sistemas elétricos; 2. Comboios; 3. Operadores de máquinas de calçado; 4. Operadores de telefone; 5. Fotógrafos; 6. Costureiras; 7. Cortar tecidos; 8. Tinturarias; 9. Fabricantes de têxteis e tecidos; 10. Instalação de casas e móveis...

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Recrutadores portugueses dizem o que mais importa no currículo
Out03

Recrutadores portugueses dizem o que mais importa no currículo

Um estudo feito a candidatos e recrutadores portugueses apurou aquilo que realmente importa numa candidatura. No seu mais recente estudo, a empresa de recrutamento Michael Page entrevistou 564 candidatos e 25 consultores de recursos humanos em Portugal para desvendar aquilo que procuram os recrutadores nos currículos de quem se candidata a uma entrevista de emprego. Na sequência dos resultados, que poderá consultar na galeria acima, estão também dicas para saber aperfeiçoar a formatação, estrutura e conteúdo do currículo. Entre as diferentes opiniões sobre o tema, há apenas um fator que reúne consenso: Os erros gramaticais podem ser um autêntico ‘tiro no pé’. O que mais importa no currículo 1. Novas tecnologias e criatividade Na era das tecnologias, 84% dos consultores considera que fortalece o currículo incluir o contacto de skype, opinião partilhada por mais de metade (51,2%) dos candidatos entrevistados. Por outro lado, incluir um endereço de email não é valorizado por nenhuma das partes. Outra das conclusões mostra que 45,7% dos candidatos acredita que incluir os links dos perfis das redes sociais fortalece o CV e 68% dos consultores partilha a mesma opinião. A grande maioria (76,8%) dos inquiridos diz ainda que incluir uma fotografia própria no CV é outra maneira de fortalecer o documento. 2. Informação extra e tom de escrita Na altura de criar ou recriar o CV, diz o estudo da Michael Page, “é importante descrever com palavras-chave o trabalho e funções das experiências profissionais”, sendo este fator importante para 91,8% dos candidatos e para todos (100%) os consultores, que analisam, em média, 100 currículos por dia. O tom de escrita casual não é aconselhado, sendo que a maioria dos candidatos (49,1%) e a maioria dos consultores (56%) consideram que enfraquece o texto. Deste modo, 89,9% dos candidatos considera importante adotar um tom profissional, opinião também partilhada por 96% dos consultores. Escrever o CV na primeira pessoa? As opiniões dividem-se: A maioria dos candidatos (46,6%) considera que isso fortalece o currículo, em oposição à maioria dos consultores (44%), que acredita que um CV escrito na primeira pessoa é um currículo mais fraco. 3. Longevidade na empresa Relativamente à experiência de trabalho, 78,5% dos 564 candidatos entrevistados afirma que fortalece o currículo permanecer na empresa mais do que dois anos, e 92% dos consultores também pensa da mesma maneira. 4. Características Pessoais “Todos achamos que somos super dinâmicos e superativos. Aquelas frases que antes se usava como “Aposte em Mim” ou “sou uma mais-valia para a sua empresa” e aqueles textos muito elaborados já não se usam. Hoje em dia há uma coisa que se utiliza muito que é um pequeno parágrafo no topo do CV...

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Com que idade se começa a odiar o emprego? Um estudo britânico responde
Set26

Com que idade se começa a odiar o emprego? Um estudo britânico responde

Estudo comprovou que, com o avançar da idade, aumenta também o grau de insatisfação profissional. Em que ponto na carreira profissional começa a surgir a frustração e o aborrecimento? A empresa britânica de recursos humanos Robert Half U.K quis responder a essa pergunta, concluindo que é a partir dos 35 anos que a insatisfação no trabalho começa a ganhar uma dimensão cada vez maior. No estudo, foram inquiridos mais de dois mil britânicos e o respetivo grau de relação com o emprego que têm. De acordo com os resultados, citados pela revista TIME, um em cada seis britânicos com mais de 35 anos diz-se “infeliz” com o cargo que ocupa. Pode até nem parecer muito, mas a verdade é que o valor desce para metade quando são questionadas pessoas com idades inferiores a 35 anos. Os ‘trintões’ se dizem infelizes, mas o grau de insatisfação aumenta consoante a idade. Nesse mesmo estudo ficou provado que um terço dos inquiridos com mais de 55 anos confessou “não se sentir reconhecido”, enquanto 16% desse mesmo grupo adiantou não ter amigos no trabalho. Uma das razões – segundo os investigadores – que explica os números relativos à faixa etária mais elevada incide precisamente sobre a progressão profissional, uma vez que, à medida que vão subindo na carreira, e apesar de levarem mais dinheiro para casa ao fim do mês, aumentam as responsabilidades e o stress, ao mesmo tempo que diminui o tempo para a vida fora do trabalho, o que inclui o tempo para estar com a família. É, por isso, cada vez mais difícil encontrar o equilíbrio ideal entre vida e trabalho à medida que se evolui...

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Crie o seu próprio emprego com a ajuda do SOU MAIS (Programa Nacional de Microcrédito)
Set19

Crie o seu próprio emprego com a ajuda do SOU MAIS (Programa Nacional de Microcrédito)

O SOU MAIS é o Programa Nacional de Microcrédito que facilita o acesso ao crédito através de um financiamento de pequeno montante, destinado a apoiar a concretização de projetos cujo limite máximo de investimento e de financiamento é de 20.000€. O empreendedor deve ter, pelo menos, 18 anos à data do pedido de financiamento, e não ter registo de incidentes não justificados no sistema bancário. O Programa Nacional de Microcrédito tem como destinatários: — todos aqueles que tenham especiais dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e estejam em risco de exclusão social, possuam uma ideia de negócio viável, perfil empreendedor e formulem e apresentem projetos viáveis para criar postos de trabalho; — microentidades e cooperativas até 10 trabalhadores, incluindo neste número os cooperadores trabalhadores, que apresentem projetos viáveis com criação líquida de postos de trabalho, em especial no domínio da atividade na área da economia social. Prazos: A operação terá um período de carência de capital de 24 meses e deverá ser reembolsada em 60 prestações mensais iguais de capital, com acréscimo do valor mensal dos juros. Taxas: A taxa de juro máxima a suportar pelo empreendedor é de 3,5% ao ano, sendo o excedente suportado pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP, IP). É de referir ainda que, no primeiro ano, os juros estão a cargo do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP, IP), que também suporta 2,25% da taxa de juro aplicada no segundo e terceiro anos. Garantias a prestar pelo empreendedor: Poderá ser exigida uma livrança avalizada até 25% do crédito contratado. Seleção do Banco: Cabe ao empreendedor escolher o Banco onde irá apresentar o seu dossier de negócio. Instituições bancárias aderentes: Banco Popular; Barclays; BIC; BPI; CGD; Crédito Agrícola; Millennium-BCP; Montepio; Novo Banco; Santander-Totta Saiba...

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Um mau emprego pode ser pior que a falta de um
Ago22

Um mau emprego pode ser pior que a falta de um

Será preferível ter um mau emprego do que não ter nenhum? Um novo estudo diz que não… A falta de emprego pode ser desesperante, tanto a nível financeiro como emocional. Estar desempregado é mau e disso não há dúvidas. Mas, surpreendentemente, um estudo concluiu que ter um emprego mau, é ainda pior. O principal interesse do grupo de investigadores da Universidade de Manchester, em Inglaterra, era comparar a saúde dos participantes que permaneceram desempregados com a saúde dos participantes que passaram para um mau emprego e examinar os impactos na saúde das duas situações. No estudo participaram cerca de mil indivíduos com idades compreendidas entre os 35 e os 75 anos que estiveram desempregados no período de 2009-2010. Os indivíduos foram acompanhados, nos anos seguintes, pelos investigadores, que analisaram a sua saúde, com base em inquéritos, e os níveis de stress crónico, conforme indicado pelos níveis hormonais e outros biomarcadores relacionados com o stress. “Havia um padrão claro dos níveis mais altos de stress crónico para adultos que passaram para um trabalho de má qualidade, superior aos adultos que permaneceram desempregados. Os adultos que encontraram um trabalho de boa qualidade apresentaram os menores níveis de biomarcadores” disse um porta-voz da Universidade de Manchester. Os resultados obtidos revelaram ainda que, ter um emprego, seja ele bom ou mau, não melhora a saúde física em comparação com quem está desempregado. Já um bom emprego foi associado a uma melhoria da saúde mental comparativamente à falta de um. Quanto aos indivíduos que passaram para um mau emprego não foram assinaladas diferenças relativamente à saúde mental em comparação com aqueles que permaneceram desempregados. Os investigadores descobriram ainda que os indivíduos que estavam desempregados e passaram para um emprego de baixa qualidade tiveram riscos elevados de vir a desenvolver uma série de problemas de saúde em comparação com aqueles que permaneceram...

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10 Perguntas a fazer numa entrevista de emprego
Ago01

10 Perguntas a fazer numa entrevista de emprego

Saiba que questões deve colocar para chegar mais depressa ao “está contratado/a!” Muitos são os candidatos que, ao se esforçarem tanto em responder corretamente às questões colocadas durante uma entrevista de emprego, se esquecem de algo muito importante: estão ali também para fazer perguntas. Fazer as perguntas certas numa entrevista é importante por dois motivos: Primeiro, quando feitas como deve ser, as perguntas colocadas confirmam as competências e qualificações do candidato. Segundo, o candidato entrevista o empregador tanto como o empregador avalia o candidato. É a sua oportunidade de descobrir se esta é uma empresa à qual se quer juntar. 3 Objetivos a alcançar Quando coloca as questões certas, está a tentar alcançar três objetivos: Assegurar que o entrevistador não tem qualquer espécie de reservas a seu respeito. Demonstrar o seu interesse na empresa. Descobrir se você e o empregador “combinam”. A quantidade de perguntas que pode colocar durante uma entrevista é infinita, mas se se concentrar nestes três pontos, facilmente reconhecerá as que deve fazer. Prepare três a cinco questões para cada entrevista, e utilize efetivamente três delas. 10 Perguntas a fazer numa entrevista de emprego Eis as 10 questões que deve fazer numa entrevista de emprego e as razões para tal: 1. Que competências e experiência tem o candidato ideal? Esta é uma excelente pergunta deixada em aberto que obriga o entrevistador a colocar as cartas na mesa e a ser muito claro relativamente ao que o empregador pretende. Se o seu interlocutor referir algo que ainda não foi abordado, esta é a sua oportunidade. 2. Qual é o maior desafio da empresa em termos de pessoal (recursos humanos), e em que medida é que posso ajudar? Esta questão não só mostra que está imediatamente disponível para ajudar a equipa, como também ajuda a que o entrevistador o imagine no exercício da função. 3. Qual o aspeto da empresa de que gosta mais? Esta pergunta pede que o entrevistador se “abra” consigo e partilhe uma opinião. A resposta também deixa antever o grau de satisfação dos trabalhadores. Um interlocutor com dificuldade em responder é um sinal de aviso enorme. 4. Quais são os critérios de sucesso da posição, nesta empresa ou organização? Aqui mostra o seu interesse em ser bem-sucedido. A resposta adianta como lá chegar e se de facto, você e a empresa, são compatíveis. 5. Tem alguma dúvida relativamente às minhas competências? Adoramos esta pergunta porque mostra arrojo. Mostra igualmente que confia nas suas próprias capacidades e mais-valias. 6. Quais são as oportunidades de formação e desenvolvimento profissional? Esta é uma ótima questão por mostrar interesse em alargar o leque de conhecimentos e em crescer...

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4 estratégias para parecer relaxado numa entrevista de emprego
Jul25

4 estratégias para parecer relaxado numa entrevista de emprego

A entrevista de emprego é uma situação stressante para grande parte dos candidatos, mas isso não significa que deva deixar o recrutador perceber o seu nervosismo. Em momentos delicados como este, demonstrar autoconfiança pode trazer-lhe muitos benefícios para a sua carreira. Por isso, trate de parecer relaxado na conversa. Não sabe como fazer isso? Conheça 4 dicas simples que podem ajudá-lo. 1. PREPARE TÓPICOS DE CONVERSA É sempre melhor antecipar as possíveis questões do recrutador e treinar a sua resposta. É claro que cada oportunidade de emprego apresenta questões bastante específicas, mas parte delas pode ser prevista, como por exemplo, falar sobre os seus pontos fortes e fracos e os seus objetivos de carreira. Antes de ir reveja as suas experiências de trabalho e habilidades que possui. Isso vai dar-lhe a desenvoltura necessária para falar com confiança. 2. MANTENHA O DIÁLOGO Lembre-se: está em uma entrevista de emprego e não num interrogatório. Mantenha um tom de conversa, não se limite apenas a perguntas e respostas. Procure questionar o recrutador sobre alguns aspectos da empresa, lembre-se que a entrevistas deverá servir ambas as partes. O recrutador quer conhecê-lo, mas você também quer conhecer a empresa. Isso vai ajudá-lo a sentir-se mais confortável. 3. LEMBRE-SE DE RESPIRAR É claro que não vai simplesmente deixar de respirar durante a entrevista, mas lembre-se que a sua respiração pode ajuda-lo a manter a calma. Portanto, antes de entrar na sala respire fundo e acalme-se. Lembre-se ainda de falar devagar, com calma, para não parecer desesperado. 4. NÃO ALIMENTE PENSAMENTOS NEGATIVOS Pare de pensar de maneira negativa a respeito de si mesmo. Se vai para uma entrevista de emprego a pensar que escolheu a roupa errada ou que as suas respostas não serão boas, estará destruindo a sua própria confiança. Desligue os pensamentos negativos pelo menos durante o período que antecede a entrevista. Troque-os por mensagens de autoconfiança.   Fonte: Universia...

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Um quarto dos portugueses vai trabalhar para o turismo
Jul04

Um quarto dos portugueses vai trabalhar para o turismo

Estimativa Entre empregos diretos, indiretos e induzidos pelo turismo, o sector promete sustentar acima de um milhão de empregos em Portugal no espaço de uma década. As previsões são do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), a entidade de referência do sector turístico a nível internacional que se juntou aos especialistas da Oxford Economics para estimar o impacto económico e a relevância social que o turismo vai protagonizar em cada país no espaço de uma década. Para Portugal, as estimativas do WTTC não deixam dúvidas quanto à hegemonia do turismo. Entre 2016 e 2027, o contributo total do turismo para a economia portuguesa deverá subir, de 16,6% para 18,5%, no que toca ao PIB, e deverá subir ainda mais, de 19,6% para 22,6%, no que toca ao emprego do país. O contributo total do turismo não se limita a contabilizar apenas os impactos diretos do turismo nos hotéis, bares e restaurantes, agências de viagens, guias turísticos e demais serviços de alojamento, cultura, recreação e lazer diretamente alimentados pelos gastos dos turistas. Também estima os impactos indiretos e induzidos que o turismo tem sobre outros sectores de atividade a montante e a jusante desta cadeia de valor, a começar pelos milhares de fornecedores que alimentam a indústria do turismo em Portugal. Entre empregos diretos, indiretos e induzidos, o turismo promete superar, na próxima década, o milhão de empregos em Portugal. Pelas estimativas do WTTC, os empregos sustentados pela atividade turística atingirão, em 2027, os 441.000 postos de trabalho diretos em atividades turísticas e os 593.000 de postos de trabalho indiretos ou induzidos por este boom de turistas noutros sectores de atividade da economia portuguesa. Tudo somado, estão em causa 1.034.000 postos de trabalho, o equivalente a 22,6% do total da população empregada em 2027. De forma direta, indireta ou induzida, a verdade é que o turismo já sustenta hoje um em cada cinco postos de trabalho existentes em Portugal. Dentro de uma década, serão praticamente um em cada quatro os empregos do país a depender do turismo. A nível europeu, só haverão quatro mercados laborais mais dependentes do turismo do que o português em 2027: Chipre (26,5%), Croácia (27,3%), Grécia (27,9%) e Malta (37,3%). Já a nível internacional, destacam-se ilhas exóticas como Aruba (94,3%), Virgens Britânicas (79,7%) ou Anguilla (73,5%). A nível mundial, a WTTC estima mesmo que o sector das viagens e turismo seja responsável pela dinamização de 23% da criação total de emprego durante a próxima década. O turismo promete responder por um em cada nove empregos no mundo em 2027, quando hoje já sustenta duas vezes mais empregos do que sector financeiro, cinco vezes mais empregos...

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Homens trocam calções por saias face a proibições nos empregos e escolas
Jun23

Homens trocam calções por saias face a proibições nos empregos e escolas

Um jovem britânico foi mandado para casa para trocar de roupa após chegar ao trabalho, na segunda-feira, de calções. Joey Barge decidiu então vestir um vestido e regressou ao emprego. O jovem, de 20 anos, foi impedido de entrar nas instalações do call-center onde trabalha por usar calções, roupa considerada pela empresa como “inapropriada”. Indignado, o britânico decidiu então recorrer ao Twitter e questionou a situação. “Se as mulheres podem usar saias e vestidos no trabalho, também posso usar calções, certo? Não. Acabei de ser mandado para casa”, escreveu.     Como forma de protesto, Joey Barge regressou ao local de trabalho, desta vez de vestido. “Até já, Twitter. Serei mandado para casa em breve”. A empresa, entretanto, resolveu abrir exceções no “dress code” dps colaboradores, “devido às temperaturas extremamente quentes”. Assim passou a ser permitido que os homens no escritório usassem “calções com 3/4 de comprimento”, desde que fossem de cores preto, azul-marinho e bege. Vendo o jovem com um vestido e tendo já comunicado a alteração às políticas de vestuário, os responsáveis da empresa sugeriram que ele voltasse a casa para trocar de roupa. O jovem preferiu não fazê-lo e ficou o resto do dia com o vestido.   Mas também em Estocolmo, Suécia, há homens a trabalhar de saias. É o caso dos motoristas dos transportes de Roslagsbana que, proibidos pela empresa de usarem calções, optaram por um uniforme mais invulgar. E no Reino Unido, alunos de uma escola de Exeter chegaram à escola vestindo saias depois do diretos do estabelecimento de ensino ter proibido o uso de calções. Um movimento que cresceu entre a comunidade masculina.   FONTE:...

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Mães que trabalham de casa para o mundo? Sim, é possível!
Jun13

Mães que trabalham de casa para o mundo? Sim, é possível!

Trabalhar em casa, com filhos? Não é impossível, garantem algumas mulheres. Por isso, e como as profissões que escolheram o permitem, optam pela solução possível: juntar a casa e o escritório debaixo do mesmo teto. Pode parecer complicado, mas elas garantem que não o trocavam por nada. (E não, leitores, não nos esquecemos dos pais: mas esta história é delas). Mãe em casa trabalha mais do que antes mas… Quando era pequena, Carla passou grande parte do tempo ao cuidado da avó. Por isso, quando nasceu o filho António, hoje com 6 anos, optou por deixá-lo também ao cuidado da sua mãe, que estava disponível. Na altura trabalhava numa agência de publicidade: o dia fora de casa tinha horas para começar mas nunca tinha horas para acabar. Cansada de uma profissão desgastante, Carla despediu-se e iniciou, em 2014, o seu próprio negócio com uma marca de produtos artesanais e design exclusivo para piqueniques. A decisão foi tomada numa altura em que ser mãe de novo não estava nos planos, mas acabou por permitir encarar a maternidade de outra forma. “Trabalho mais do que antes, sobretudo porque tenho uma loja online. Tenho de dar conta do que se passa 24 horas por dia.” E os fins de semana e as férias também não lhe permitem «desligar» da mesma forma, mas a flexibilidade de horários permite-lhe tempo para a vida familiar. “Tempo para mim, não tenho. Mas tenho mais para os meus filhos.” Às 16h30 e durante umas horas, acaba-se o trabalho. Vai buscar o filho e dedica-lhe uma série de horas. “E a Clara anda sempre comigo.” Tem imenso apoio dos pais e quando o trabalho exige compromissos fora de casa é a eles que recorre por períodos de uma ou duas horas. Para tudo isto resultar, claro, há uma organização grande que implica planificar horas de reuniões, de trabalho em casa, até de idas ao supermercado. E se alguma coisa derrapa em algum dia, isso pode ter implicações na gestão da semana toda. “Talvez por ter ficado sozinha com o António quando ele tinha 2 meses, depois de me separar, transformei-me numa mãe muito descomplicada.” De manhã, dá o biberão a Clara ao mesmo tempo que vai ajudando o António a vestir-se, almoça enquanto responde a e-mails e, à noite, faz o jantar com a filha junto a si, no sling, ao mesmo tempo que orienta o banho do mais velho. “Há dias que depois de estarem despachados, pelas 21h30, ainda regresso ao trabalho, outros, pelas 23h00 não adormeço, morro!” Pelas 6h30 da manhã, depois das noites mal dormidas que a Clara ainda dá, começa tudo de novo. E...

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10 coisas que deve fazer enquanto está desempregado
Mai30

10 coisas que deve fazer enquanto está desempregado

Está desempregado e quer voltar ao mercado? Não sabe o que mais fazer ao seu currículo? Se está sem trabalho há alguns meses, não entre em pânico. “Há uma sensação de que um intervalo longo afeta negativamente o currículo ou as oportunidades de um candidato, mas os dados mostram o contrário”, disse Rosemary Haefner, diretora de recursos humanos da CareerBuilder, em entrevista à Forbes. A revista norte-americana recomenda uma variedade de atividades que pode fazer de forma a construir, expandir e fortalecer as suas valências enquanto se encontra no desemprego.   10 coisas que deve fazer enquanto está desempregado 1. Aceitar uma tarefa ou um contrato temporário Segundo a Forbes, 79% dos empregadores recomendam fazê-lo. Porquê? É mais provável ser recomendado para uma posição permanente quando faz um bom trabalho num contexto temporário. “O ponto-chave é fazer com que as pessoas vejam o seu trabalho” diz Andy Teach, o autor do “From Graduation to Corporation: The Practical Guide to Climbing the Corporate Ladder One Rung at a Time”. 2. Ter aulas 61% dos empregadores recomendam ter aulas e aprender novas valências. Ao acumular conhecimento e ao aprender novas tarefas enquanto está desempregado mostra que toma a iniciativa. Esta pode ser também uma mais-valia numa entrevista de emprego. Outra vantagem? Ter aulas também lhe dá a possibilidade de fazer networking. 3. Fazer voluntariado 60% dos empregadores dizem que o trabalho voluntário mostra que o candidato se preocupa em ajudar os outros. “Quando as empresas estão a contratar, não olham apenas para o que as pessoas podem fazer no trabalho, mas também para o seu caráter e integridade” diz novamente o autor Andy Teach. 4. Comece o seu próprio negócio Criar um negócio de raiz pode ser dispendioso e demorado. Contudo, fazê-lo pode servir como uma boa ferramenta de marketing e de promoção servindo também como um grande impulso para o seu currículo. Hoje em dia já existem ferramentas tecnológicas que o ajudam a criar negócios online. 5. Criar um blog profissional Porque é que ter um blog ou portefólio profissional pode ser uma boa maneira de chamar a atenção e de se introduzir no mercado de trabalho? Porque faz com que as pessoas o vejam como um especialista na área. Quem sabe se não gostam do seu trabalho e queiram colaborar consigo. Para além disso, diz Andy Teach “a pessoa está a transmitir a sua paixão, ganhando conhecimento e notoriedade face aos outros candidatos”. Para além disso, os empregadores podem vê-lo como uma pessoa que toma iniciativa. 6. Siga as últimas novidades sobre os empregos do momento Os especialistas da Career Builder dizem que as profissões na área da tecnologia,...

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Mais de 1/3 do emprego em Portugal depende de outros países
Mai23

Mais de 1/3 do emprego em Portugal depende de outros países

Aquilo que os consumidores de outros países decidem fazer tem uma influência decisiva numa grande fatia da mão-de-obra nacional. Os dados da OCDE mostram que mais de um terço dos empregos do sector empresarial privado é suportado, directa ou indirectamente, pela procura externa. A globalização já não é o que era. Em vez de se especializarem em produtos, os países optam, cada vez mais, por se focarem em tarefas, um pouco como uma linha de montagem, mas à escala mundial. A OCDE chama-lhe cadeias de valor globais. Esta realidade mais fragmentada substituiu a lógica “made in”. Um produto tem hoje várias nacionalidades, numa espécie de paternidade repartida. Isso envolve também consequências directas para os trabalhadores que, para o bem e para o mal, ficam mais dependentes daquilo que se passa lá fora. Estas conclusões fazem parte do “Skills Outlook” da OCDE, publicado esta quinta-feira, 4 de Maio. Uma forma de aferir o nível de integração de um país nessas cadeias globais é avaliar quantos postos de trabalho são suportados pela procura externa. Em 2011, 36% dos empregos do sector empresarial privado dependiam do comportamento dos consumidores de outros países, seja através de exportações directas ou fornecendo países terceiros que depois exportam o produto final. Um crescimento face aos 30,8% de 2000 e um pouco acima da média da OCDE, instituição que integra os países mais desenvolvidos do mundo. É provável que este valor tenha continuado a crescer nos últimos anos.   (Este emprego do sector empresarial privado exclui a Administração Pública, a agricultura e as pescas, a saúde, a educação e os serviços sociais.)   “Muitos empregos estão ligados a cadeias de valor globais (CVG) e por isso dependem dos consumidores de outros países. O desenvolvimento das CVG aprofundou a interdependência entre as economias”, pode ler-se no documento da OCDE. “Em 2011, mais de 30% dos postos de trabalho no sector empresarial na maior parte dos países da OCDE eram apoiados por consumidores em mercados estrangeiros. Em alguns países europeus mais pequenos, esta fatia superava os 50%. No Japão e nos EUA, as percentagens são mais baixas, reflectindo a maior dimensão das suas economias e menor dependência de exportações e importações.” No caso português, a sua dependência da procura externa vem essencialmente da União Europeia. 22% do emprego é apoiado por esses 28 mercados. A América do Norte (México, EUA e Canadá) representa 3,3%, o Este e Sudeste Asiático 1,7% e a China, sozinha, tem 0,7%. O resto do mundo é decisivo para 8,2% da mão-de-obra nacional.   Comprar, montar, vender   “O mundo entrou numa nova fase da globalização nas últimas duas décadas que traz aos países e trabalhadores novos desafios...

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