Fábrica Peugeot-Citroen (Mangualde) vai criar até 300 novos postos de emprego
Fev14

Fábrica Peugeot-Citroen (Mangualde) vai criar até 300 novos postos de emprego

A produção de um novo modelo na fábrica Peugeot-Citroen (PSA) de Mangualde deverá criar uma terceira equipa de trabalhadores em 2019, que poderá incluir entre 250 a 300 pessoas, segundo o diretor da unidade. “As primeiras expectativas para o carro novo (denominado K9) são de aumentar a produção até aos 75 mil carros, o que nos obriga a montar uma terceira equipa (de trabalhadores), que é o que todos esperamos”, afirmou José Maria Castro Covello, em declarações à agência Lusa. “As expectativas são de que, se tudo correr bem, em 2019 a fábrica tenha que meter uma terceira equipa para suprir as necessidades do mercado”, previu. Segundo o responsável, na fábrica de Mangualde, no distrito de Viseu, trabalham cerca de 725 pessoas, prevendo-se que no lançamento do novo modelo estarão duas equipas, integrando 650 pessoas. “Uma terceira equipa incluiria 250/300 pessoas. Além das necessidades próprias da fábrica, haverá um aumento do ‘sourcing’ (abastecimento externo)”, adiantou o responsável à Lusa, indicando que dos atuais 4% de compras a fornecedores portugueses se deverá passar para 25% aquando do novo modelo. Castro Covello referiu que haverá, assim, “100 empregos indiretos de proximidade que se devem criar”. Já quanto à produção atual veículo, denominado B9 (Citroen Berlingo e Peugeot Partner), pode ter chegado às 50 mil unidades fabricadas em 2016 (os valores ainda não estão fechados), envolvendo 260 fornecedores e criando 200 empregos indiretos. Atualmente, a fábrica está a ser preparada para o novo modelo (o K9), cuja primeira caixa deverá ser produzida no final deste ano, estando agendado o lançamento do veículo em 2018. “Os ensaios estão a ser muito positivos e o carro deverá ser um grande sucesso. Mas temos um pequeno problema em Portugal, que pode ter certos riscos para a atividade industrial, que é o tema das portagens”, admitiu o responsável, indicando que o eixo dianteiro superior a 1,20 metros deixará o K9 de fora da classe que paga menos nas portagens (classe 1). “Acho que está em vias de solução” a questão das cobranças nas autoestradas, indicou o responsável, numa referência à constituição de um grupo de trabalho e a uma conversa que teve com o primeiro-ministro, António Costa, sobre o tema. Em causa está a discussão dos critérios de classificação de veículos para pagamento de portagens nas autoestradas, nomeadamente a alteração do critério de altura no eixo dianteiro dos automóveis. A Associação Automóvel de Portugal (ACAP) já solicitou que dos atuais 1,10 metros se passe para mais de 1,30 metros. José Maria Castro Covello referiu ainda a aposta do grupo PSA na indústria digital, que será acelerada com a participação no projeto INDTECH 4.0 — novas tecnologias...

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6 formas de ganhar dinheiro estando desempregado
Fev13

6 formas de ganhar dinheiro estando desempregado

Se está desempregado(a), não desespere! Há várias formas de conseguir “amealhar” algum dinheiro. Damos-lhe alguns exemplos. Nos tempos que correm todos os rendimentos extras contam. E para quem está desempregado mais ainda. Mas afinal há como ganhar dinheiro estando desempregado?! A resposta é: sim, há! Seja porque está desempregado ou porque simplesmente necessita de um dinheiro extra no final do mês, há várias formas de poder ganhar dinheiro. Veja como! CRIATIVIDADE E DISPONIBILIDADE Sim, acima de tudo vai necessitar dos dois elementos acima mencionados para ter sucesso na sua missão de ganhar dinheiro estando desempregado: criatividade e disponibilidade. Mas calma, os exemplos que lhe vamos deixar a seguir, são flexíveis para que os possa facilmente conciliar com outras atividades. 1. SERVIÇOS FREELANCE Se quer saber como ganhar dinheiro estando desempregado, esta deverá ser a primeira e grande possibilidade que lhe vai surgir. Os trabalhos em regime freelance estão em alta e abrangem as mais diversas áreas de atividade. Uma rápida pesquisa e vai encontrar vários sites de trabalho freelance. Clickworker, Freelancer.pt ou Zaask são apenas algumas das muitas plataformas que lhe vão permitir encontrar várias ofertas de trabalho que pode facilmente realizar a partir do conforto do seu sofá, por exemplo. Mas não se limite a estes sites. Procure diretamente em empresas e verá que encontra mais ofertas do que imagina. 2. EXPLICAÇÕES OU AULAS EM CASA Vizinhos, primos, filhos de amigos ou simples desconhecidos podem ser a sua resposta se quer saber como ganhar dinheiro estando desempregado. Pense nas áreas de ensino e aprendizagem em que se sente mais à vontade comece a dar explicações a estudantes. Matemática, português, inglês, história, química, etc… hipóteses não lhe faltam. Desde que tenha bons conhecimentos só tem que divulgar os seus serviços. Deixe um anúncio no quiosque da sua rua, na padaria habitual, peça aos seus familiares e amigos para espalharem a notícia e vai ver que em menos que nada, está a juntar uns “euritos” e a ajudar estudantes em apuros. 3. CRIE UM NEGÓCIO ONLINE São muito comuns hoje em dia e estão disponíveis a todos, muito graças às redes sociais. Bijuterias, lembranças de casamento feitas à mão, presentes personalizados, bolos, serviços de decoração, acessórios, entre outros, são algumas das páginas que vai encontrar no Facebook (por exemplo). As possibilidades são mais que muitas e podem facilmente ser conciliados até com possíveis trabalhos ou atividades. São inclusivamente, vários os casos em que os projetos alcançaram dimensões tais que acabaram por se tornar negócios a tempo inteiro. 4. REVENDA DE PRODUTOS Avon, Oriflame, Yves Rocher ou Mary Kay, são apenas alguns exemplos de grupos onde basta que se inscreva para...

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Subsídio de Desemprego – Quais as condições para ter direito e o que fazer para obter
Fev02

Subsídio de Desemprego – Quais as condições para ter direito e o que fazer para obter

Subsídio de Desemprego – O que é É uma prestação em dinheiro atribuída aos beneficiários desempregados para compensar a falta de remuneração motivada pela perda involuntária de emprego. Condições de atribuição Residir em território nacional Estar em situação de desemprego involuntário Ter capacidade e disponibilidade para o trabalho Estar inscrito para procura de emprego no centro de emprego da área de residência Ter o prazo de garantia exigido: 360 dias de trabalho por conta de outrem com registo de remunerações nos 24 meses anteriores à data do desemprego. Nos casos de: – Trabalhadores das artes do espetáculo e do audiovisual o prazo de garantia exigido é de 450 dias de trabalho por conta de outrem com registo de remunerações nos 36 meses anteriores à data do desemprego – Trabalhadores agrícolas e do serviço doméstico, consideram-se os períodos de registo de remunerações por equivalência à entrada de contribuições (em que esteve a receber prestações de doença  ou parentalidade do sistema previdencial) até ao máximo de 120 dias. Para o prazo de garantia são contados os dias em que trabalhou: Num Estado da União Europeia, na Islândia, Noruega, Listenstaina ou Suíça Em países com os quais Portugal celebrou Acordos de Segurança Social, que permitam que os períodos de contribuições registados nesses países possam ser contados em Portugal para acesso ao subsídio de desemprego. Para o prazo de garantia não são contados os dias: Em que o trabalhador recebeu prestações de desemprego De coexistência de subsídio parcial por cessação de atividade e exercício de atividade profissional por conta de outrem ou independente Que serviram de contagem para perfazer o prazo de garantia em situação de desemprego anterior. Acumulação com outros benefícios Pode acumular com: Indemnizações e pensões por riscos profissionais e equiparadas Bolsa complementar paga durante a realização de trabalho socialmente necessário. Não pode acumular com: Prestações compensatórias da perda de remuneração de trabalho (ex: subsídio de doença, subsídio parental inicial ou por adoção) Pensões atribuídas pela Segurança Social ou por outro sistema de proteção social obrigatório, incluindo o da função pública e sistemas de Segurança Social estrangeiros Prestações de pré-reforma e outros pagamentos regulares, normalmente designados por rendas, feitos pelo empregador por motivo da cessação do contrato de trabalho.   Como requerer O subsídio de desemprego é requerido no prazo de 90 dias consecutivos a contar da data do desemprego, no centro de emprego. A entrega do requerimento depois do prazo de 90 dias, mas durante o período legal de concessão das prestações, determina a redução no respetivo período de concessão, pelo tempo correspondente ao atraso verificado. O beneficiário deve inscrever-se no centro de emprego antes de requerer o subsídio. Nota:...

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Conheça os apoios que existem para quem está desempregado e sem rendimentos
Jan30

Conheça os apoios que existem para quem está desempregado e sem rendimentos

Todos nós conhecemos um familiar, amigo, vizinho ou conhecido que se encontra neste momento numa situação de desemprego. Apesar de os dados oficiais mostrarem que o número de desempregados em Portugal está a descer, a verdade é que ainda são muitas as pessoas que vivem este problema. Segundo dados do INE, no último trimestre de 2013 existiam cerca de 827 mil pessoas desempregadas. Deste número, apenas 375 mil recebiam subsídio de desemprego. Por isso mesmo, se já esgotou ou está perto de esgotar o seu subsídio de desemprego, saiba quais as soluções que tem ao seu alcance para impedir a rutura do seu orçamento familiar enquanto não encontra um novo trabalho. 1. Solicite o subsídio social de desemprego subsequente: Para quem está a chegar ao final do período de atribuição do subsídio de desemprego, uma solução possível passa pela solicitação do subsídio social de desemprego. Esta prestação social tem duas modalidades: pode ser atribuída aos desempregados que não reuniram as condições necessárias para conseguir aceder ao subsídio de desemprego (subsídio social de desemprego inicial); mas também pode abranger as pessoas que já receberam a totalidade do subsídio de desemprego mas ainda não conseguiram regressar ao mercado de trabalho. No entanto, nem todas as pessoas podem solicitar este apoio. Para ter acesso ao subsídio social de desemprego subsequente terá de cumprir com vários requisitos. Por exemplo: a pessoa e o seu agregado familiar têm de ter um património mobiliário inferior a 100.612,80 euros. Isto inclui depósitos, certificados de aforro, ações, fundos de investimento, entre outros. Além disso, é necessário também cumprir com a condição de recursos. Ou seja: Os rendimentos mensais por pessoa do agregado familiar não podem ser superiores a 80% do IAS (335,38 euros), sendo que cada membro da família tem uma ponderação diferente. Para saber com exatidão o valor do apoio prestado no subsídio social subsequente e as condições de acesso consulte o site da Segurança Social. 2. Contratos Emprego-Inserção preveem a atribuição de bolsas em troca de trabalho socialmente necessário: Desde o final de janeiro que entraram em vigor as novas regras para os “contratos emprego-inserção” e os “contratos emprego-inserção +” promovidos pelo IEFP. Estes programas preveem a ocupação de pessoas desempregadas através do desempenho de trabalho socialmente necessário em troca de uma bolsa que pode chegar até aos 419, 22 euros. Até há pouco tempo, estas duas medidas destinavam-se apenas a desempregados que estavam a receber o subsídio de desemprego, o subsídio social de desemprego ou o rendimento social de inserção. No entanto, com a reformulação do diploma, desde o final de janeiro que estes programas passaram a abranger mais pessoas, nomeadamente os desempregados que...

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Devo ir maquilhada para uma entrevista de emprego?
Jan23

Devo ir maquilhada para uma entrevista de emprego?

Para um homem, uma mulher maquilhada tem mais prestígio. Para uma mulher, usar batom e base implica ser dominante. A decisão de usar batom e rímel pode ser um assunto mais sério do que se pensa. Em particular no local de trabalho. Viktoria Mileva, uma bem maquilhada investigadora da Universidade de Sterling, Escócia, publicou um artigo na revista Perception, onde analisa o impacto da maquilhagem. E fê-lo através de duas experiências. Numa delas, os investigadores fotografaram 40 colegas, do sexo feminino, com e sem maquilhagem. A seguir mostraram estas fotos a outro grupo de 128 colegas, rapazes e raparigas. A cada um deles foi pedido que fizesse uma classificação em termos de atratividade, prestígio e domínio. No estudo, percebeu-se que as mulheres maquilhadas eram vistas pelos homens, e só por eles, como tendo mais prestígio e pelas mulheres, e só por elas, eram vistas como sendo dominantes. Ambos os sexos consideraram que uma mulher maquilhada é mais atraente. Noutra experiência, 48 mulheres jovens olharam para as 40 fotos e responderam a perguntas como: teria ciúmes se esta mulher interagisse com o seu parceiro? Conclusão: as mulheres maquilhadas foram consideradas mais atraentes para os homens e mais promíscuas, pelo que sentiriam mais ciúmes relativamente a estas. Os autores do estudo pensam que os homens não costumam ver as mulheres como uma ameaça, pelo menos do ponto de vista físico, daí a maquilhagem não afetar a percepção da sua capacidade de dominar. As mulheres, por outro lado, podem encarar as outras mulheres, quando maquilhadas, como uma ameaça e por isso socialmente dominantes. Viktoria Mileva acredita que esta questão vai muito além do faits-divers, tendo implicações, por exemplo, no mundo do trabalho. “Por exemplo, numa entrevista de emprego, conhecer a composição dos recrutadores, se são homens ou mulheres, pode influenciar a decisão da candidata relativamente a usar maquilhagem ou não. A forma como os entrevistadores irão olhar para a candidata, como atraente, dominante ou com prestígio pode afetá-la a ela, aos entrevistadores e até condicionar o resultado da própria entrevista. Daí que entender as potenciais implicações do uso de cosméticos possa ser importante não só para o utilizador como para a pessoa que está a avaliar”, conclui a principal autora do estudo. FONTE:...

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10 dicas para mudar de emprego em 2017
Jan19

10 dicas para mudar de emprego em 2017

A revista TIME elaborou uma lista com sugestões para desempregados ou para quem está a considerar mudar de trabalho em 2017. O início do novo ano é sempre uma altura de reflexão e tomada de decisões. É a época do ano em que, provavelmente, mais pessoas pensam em deixar de fumar, em perder peso, em mudar algum aspeto da sua vida. Uma das grandes decisões é a mudança de emprego. Se está a considerar trocar de trabalho, principalmente se desempenhou a mesma função numa empresa durante vários anos, há vários fatores que deve considerar, desde os métodos disponíveis para encontrar vagas até à elaboração da candidatura. A lista abaixo, elaborada pela revista norte-americana TIME, deixa-lhe dez sugestões, que se aplicam tanto a desempregados como a quem está a considerar mudar de trabalho no próximo ano, que podem facilitar a concretização da desejada mudança. 10 dicas para mudar de emprego em 2017 1. Fale com amigos e familiares Pergunte aos amigos e familiares se sabem de oportunidades, pode ter sorte. 2. Valorize-se. Aumente os seus conhecimentos Invista em desafios que o ajudem a aumentar as suas competências, como workshops na área que lhe interessa. Inscrever-se em palestras ou tornar-se membro de uma associação pode também ser uma mais valia. 3. Procure o que o faz feliz Se está a pensar mudar de emprego, em primeiro lugar deve identificar as razões que o levam a considerar essa decisão. O que o faria feliz? Trabalhar numa empresa maior ou mais relevante? Sente que está estagnado e precisa de desafios? Isolar o que é mais importante vai ajudá-lo a identificar e excluir empresas durante a sua procura. Tente ignorar um pouco a parte do salário durante esta consideração. 4. Mostre que é a pessoa indicada para aquele trabalho Procure saber qual é o valor salarial que corresponde à posição que procura e não deixe que o empregador baixe o valor por questões de género ou idade. Faça valer a sua posição, use os seus trunfos para conseguir negociar o seu contrato e mostre que é a pessoa indicada para o cargo. Tem de conseguir que o entrevistador perceba que é o candidato com as qualificações adequadas para desempenhar as tarefas da posição em aberto. 5. Atualize o currículo Esta dica pode parecer cliché, mas não nos referimos à simples atualização depois de alguns anos no mesmo emprego. Se tem alguns anos de carreira, considere remover os seus primeiros empregos ou estágios, uma vez que a sua experiência já não depende do que aprendeu nessa altura. Os anos que já dedicou à sua profissão valem por si. 6. Elimine competências que advêm da sua...

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Conheça os empregos que pagam melhor assim que se sai da universidade
Jan17

Conheça os empregos que pagam melhor assim que se sai da universidade

Todos os pais querem que os filhos tenham um futuro estável, de preferência com um emprego que lhes garanta um bom ordenado, superior à média. A maioria dos encarregados de educação, hoje em dia, já deixa que sejam os jovens a decidir em que área querem seguir carreira, mas podem sempre aconselhá-los a escolherem profissões em que, logo à partida, os ordenados são mais elevados. Para ajudar nessa tarefa, o LinkedIn fez um estudo que revela quais os empregos que pagam melhor aos jovens assim que saem da universidade. A mesma investigação, realizada pela rede social de negócios, concluiu que os primeiros salários para os jovens que acabaram de sair da universidade subiram mais de 3% em 2016 nos EUA, para uma média de 52 569 mil dólares (36 534 mil euros) por ano. Entre as empresas dispostas a pagar salários tão elevados em início de carreira estão a Deloitte, a Ernst & Young, a Accenture e a PwC. Os valores não são parecidos com os de Portugal, mas não faz mal nenhum saber o que recebe lá fora e pensar, quiçá, numa carreira internacional. Empregos que pagam melhor assim que se sai da universidade Gerente de contas: é responsável pelo atendimento de determinados clientes de uma empresa. Recebe, em média, 34 mil euros por ano Engenheiro de software: é responsável por desenvolver os sistemas de software das empresas. Recebe, em média, 55 mil euros por ano Analista de negócios: procura as melhores oportunidades de negócio, analisa tendências, cria novos produtos e recria produtos existentes. Está sempre preocupado em encontrar novos caminhos para a empresa. Recebe, em média, 41 mil euros por ano Responsável pelo serviço de apoio ao cliente: trata do atendimento ao cliente de uma determinada empresa. Recebe, em média, 24 mil euros por ano Assistente administrativo: presta apoio na área de gestão de empresas, focando-se especialmente na área da administração financeira, processos operacionais e logística. Recebe, em média, 27 mil euros por ano Recrutador: especialista em procurar profissionais talentosos numa determinada área. Recebe, em média, 27 mil euros por ano Consultor: resolve as necessidades dos clientes e é um excelente negociador. Recebe, em média, 50 mil euros por ano Analista bancário: colabora no processo de análise de clientes de um banco e mantém uma estreita ligação com os diversos departamentos da empresa. Recebe, em média, 59 mil euros por ano Designer gráfico: programa, projeta e organiza vários elementos com o objetivo de produzir imagens destinadas a comunicar mensagens específicas a determinados grupos Staff accountant: trata das finanças e do departamento de contabilidade. Recebe, em média, 34 mil euros por...

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Confiança é boa, mas ainda não chega para criar emprego e investimento
Jan10

Confiança é boa, mas ainda não chega para criar emprego e investimento

A confiança dos consumidores atingiu o valor mais alto dos últimos 16 anos. Uma vitória? Depende da perspectiva… Com um ambiente político menos crispado do que aquele vivenciado durante o período da troika, e alguns sinais, ainda que pequenos, de melhoria do clima económico, os portugueses reagiram positivamente, segundo o INE – Instituto Nacional de Estatística. O inquérito de conjuntura, relativo a dezembro, mostra que “o indicador de confiança dos consumidores aumentou nos últimos quatro meses, de forma mais significativa em dezembro, atingindo o valor máximo desde agosto de 2000”. A que se deve tal otimismo? Sobretudo ao contributo positivo das perspetivas acerca da evolução do desemprego e da situação económica de Portugal. Também as perspetivas relativas à poupança e à situação financeira do agregado familiar melhoraram e, logo, contribuíram positivamente para os dados que o INE revelou. A maioria dos consumidores considerou que a situação económica do país “aumentou expressivamente em dezembro, prolongando o movimento ascendente que já se registava desde setembro. Os consumidores, em geral, estão mais otimistas mas os gestores e empresários nem por isso. O INE revela que “o indicador de clima económico diminuiu entre outubro e dezembro, depois de ter aumentado nos dois meses precedentes”. E que em dezembro, o nível de confiança “diminuiu na construção e obras públicas e no comércio, tendo aumentado na indústria transformadora e nos serviços”. Os gestores da construção estão mais pessimistas acerca das “perspetivas de emprego e carteira de encomendas”. No comércio, a confiança também diminuiu nos últimos três meses. Só os industriais figuram entre os mais confiantes, entre outubro e dezembro. A procura global e a evolução dos stocks de produtos acabados e as perspetivas de produção melhoraram. Nos serviços, o ambiente melhorou graças à perspetiva em relação à procura. A aceleração da economia terá como mola impulsionada a recuperação da confiança, diz o governo. O problema é que os empresários, que são quem realmente investe, ainda estão pessimistas quanto ao futuro. Não veem melhorias significativas no quadro económico que os leve a aplicar o seu dinheiro nas empresas ou a criar mais postos de trabalho. E esse continua a ser um calcanhar de Aquiles. De que nos vale ter os portugueses a gastar e a consumir muito se a criação de emprego e o investimento não descolam? É preciso mais do que confiança. FONTE: Dinheiro...

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Sabe quais são as atitudes que devem prevalecer nos primeiros dias num novo estágio para causar boa impressão?
Jan05

Sabe quais são as atitudes que devem prevalecer nos primeiros dias num novo estágio para causar boa impressão?

Saiba como se deve agir na primeira semana do novo estágio. Veja que atitudes devem prevalecer nos primeiros dias no novo estágio para que deixe uma boa impressão e consiga construir uma carreira sólida. Quando ingressam no ambiente universitário, os estudantes começam a refletir sobre o seu futuro profissional e procuram as melhores oportunidades de estágio de acordo com o seu perfil pessoal. Após enviar muitos currículos e realizar entrevistas em processos de seleção, conseguirá passar chegar a algumas das vagas às quais se candidatou. Chega então ao tão esperado momento de se preparar para os primeiros dias no estágio. Além da felicidade por ter conseguido a oportunidade que queria, é normal que o se sinta um pouco apreensivo, afinal serão muitas as novidades em tão curto período de tempo. Contrariamente aos empregos temporários, como é, por exemplo, o caso dos trabalhos de férias, é essencial saber que postura adotar no ambiente de trabalho, já que este é o início da sua carreira profissional. Se vai começar num novo estágio e não sabe como agir, conheça algumas dicas que vão fazer com que se destaque no ambiente de trabalho, melhorando cada vez mais o seu rendimento na nova função: 1 – Pergunte Assim que ingressar na nova empresa, conhecerá muitos colegas de trabalho, os chefes e as novas funções. No entanto, é normal que se sinta confuso e que não saiba como agir em determinadas situações. Assim, não tenha medo de perguntar sobre qualquer tópico que não tenha ficado esclarecido. A sua dedicação será certamente notada pelos seus superiores, facilitando um bom relacionamento profissional. 2 – Fale Outro erro frequente nos estagiários é sentirem-se deslocados da equipa nos primeiros dias, sentindo-se constrangidos ao expor opiniões. No entanto, a partir do momento em que é contratado deve perceber que a sua presença é um elemento diferenciador e que precisa de demonstrar o seu potencial. Quem sabe não contribui com uma solução inovadora para a equipa e com algumas opiniões assertivas logo na primeira semana? Arrisque! 3 – Mantenha o contacto com o seu chefe No início do estágio, poderá estar a passar por um processo de adaptação, sendo que é muito importante que o seu superior saiba mais sobre os passos que está a dar, que atividades já sabe realizar e quais as que ainda precisa de aprender. O feedback que ele lhe pode dar será certamente diferenciador para que exerça as suas funções da melhor forma possível e que ainda consiga evoluir profissionalmente. 4 – Não compare o novo estágio aos anteriores Se nunca trabalhou noutra empresa, aproveite o novo estágio para criar os seus próprios conceitos sobre a...

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5 dicas para escrever um e-mail aos recrutadores de emprego
Dez19

5 dicas para escrever um e-mail aos recrutadores de emprego

Processos seletivos fazem com que os candidatos entrem várias vezes em contacto com os recrutadores. Na maior parte delas, a comunicação acontece através do e-mail e, por isso, é importante que saibam como devem redigir o texto que vão enviar. Para que saiba como escrever bons e-mails durante os processos de seleção, consulte as dicas que se seguem: 1 – Escreva o nome da pessoa no e-mail Ao enviar qualquer tipo de informação por e-mail é importante que escreva o nome do recrutador. Poderá encontrar o nome através do próprio e-mail, através de um contacto telefónico prévio ou então, em último caso, comece o seu texto com “Exmo. Sr.”. O nome pode demonstrar que teve o interesse de se informar sobre a pessoa que iria tratar de todo o processo. 2 – Não copie o seu currículo O currículo é um documento que faz com que os recrutadores decidam se querem ou não entrevistá-lo. No entanto, não é por isso que o vai colar no corpo do e-mail. Opte por falar um pouco sobre si e faça um breve resumo da sua experiência. Envie o CV em anexo, para complementar as informações que escreveu ao longo do texto do e-mail. 3 – Deixe claro por que razão deve ser escolhido O e-mail é uma boa forma de poder fazer com que o recrutador o conheça melhor, além de ter acesso ao seu currículo. Mostre sempre quais os principais benefícios que poderá trazer para a empresa e não o contrário. Provavelmente será chamado para a vaga que o entrevistador considerar que está mais adequada ao seu perfil. 4 – Fique atento Assim que vir o anúncio da vaga para a qual está a concorrer, envie o e-mail com o currículo, mostrando interesse. Ao demorar muito corre o risco do recrutador já ter escolhido alguns currículos e, consequentemente, de ser excluído do processo de seleção. 5 – Escreva o assunto de forma clara O assunto do e-mail é essencial para que o recrutador identifique de imediato o seu interesse para participar no processo seletivo da vaga disponível na empresa. Por receberem muitos e-mails sobre os mais diversos assuntos, deve ser claro evitando assim que o seu texto passe despercebido na caixa de entrada do entrevistador. FONTE:...

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10 coisas que nunca deve fazer quando deixa o seu emprego
Nov22

10 coisas que nunca deve fazer quando deixa o seu emprego

Desde sempre que ouvimos que é importante, quando deixamos um emprego, tentar manter boas relações e deixar as “portas abertas” para situações futuras. Quando é informado de que conseguiu uma melhor oportunidade de trabalho, pode ficar tão feliz e excitado com o momento que as suas emoções tomam conta de si. Tenha em consideração que os seus colegas atuais irão lembrar-se de si pelo que fez nas últimas semanas e não tanto pelo que fez ao longo dos últimos anos. Para conseguir sair a bem e deixar uma boa impressão, veja aqui 10 dicas, sugeridas pela revista Forbes, daquilo que não deve fazer quando deixa o seu emprego. 10 coisas que nunca deve fazer quando deixa o seu Emprego: Dar a notícia de uma forma pouco profissional Deixar o local de trabalho desorganizado Referir que está muito feliz por ir embora Deixar projetos por terminar Falar mal do seu chefe ou colegas Levar algo que não lhe pertence Falar com os seus colegas antes dos seus superiores Tentar levar colegas consigo Começar a chegar atrasado, a sair mais cedo ou a demorar mais tempo na hora de almoço Perder tempo com tarefas pessoais Acima de tudo, é importante que esteja consciente de que, a partir do momento em que dá a notícia de que se vai embora, é provável que o ambiente mude um pouco. Enquanto que alguns colegas ficarão contentes por si outros ficarão “frustrados” por ter uma oportunidade melhor enquanto eles continuam no mesmo sítio. Se seguir as dicas sugeridas, mais facilmente conseguirá sair da empresa e continuar com boas relações, tanto com os seus antigos colegas, como com os seus...

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Como responder à pergunta “Quais os seus pontos fracos?” na entrevista de emprego
Out25

Como responder à pergunta “Quais os seus pontos fracos?” na entrevista de emprego

Responder à pergunta “Quais os seus pontos fracos?” numa entrevista de emprego é uma tarefa muito difícil. Por esta altura, já explicou ao recrutador quais as suas competências e pontos fortes. Mas falta ainda a responder à questão mais temida. O que o recrutador pretende perceber é a forma como ultrapassou obstáculos no passado. “Será que este candidato se consegue adaptar e melhorar?”. Para o recrutador, é importante saber se as críticas construtivas surtirão efeito, isto é, se o profissional melhorará pontos menos positivos. Não fique nervoso. Saiba como falar sobre as suas fraquezas, segundo a Forbes. 1. Conheça as suas fraquezas: Conheça devidamente os seus pontos fortes e fraquezas. Se possível, peça a amigos e familiares para lhe apontarem defeitos que possam ter impacto a nível profissional. 2. Seja honesto, mas não mencione skills necessários para a função: Todas as suas respostas devem ser honestas. É importante, no entanto, que não mencione como fraqueza a falta de uma competência obrigatória à função a que se candidata (por exemplo: dizer que não é pontual, quando a vaga implica reunir com Clientes frequentemente). Para evitar mencionar uma fraqueza que acabará com as hipóteses de ser escolhido, reveja o anúncio de emprego. 3. Na entrevista de emprego, explique como ultrapassou os seus pontos fracos: Não mencione fraquezas que ainda está a tentar ultrapassar. Opte por demonstrar a forma como se apercebeu de um ponto fraco, o que fez para melhorar e o resultado. Por exemplo: “Tenho alguma dificuldade com a ortografia. Por isso, tenho sempre um dicionário online aberto. Assim, garanto que nunca dou erros.” 4. Não prepare integralmente uma resposta: Esteja preparado para responder a todas as perguntas da entrevista de emprego. Modifique o seu discurso de acordo com o recrutador e o rumo que a conversa está a seguir. Se a sua resposta for muito ensaiada poderá não parecer natural, o que deixará o empregador de “pé atrás.” 5. Mencione somente fraquezas a nível profissional: O que interessa ao recrutador é a forma como ultrapassou uma fraqueza a nível profissional. Não fale das suas fraquezas a nível pessoal. 6. Não diga “sou perfeccionista” ou “trabalho demais”: As respostas mais comuns são “sou perfeccionista” ou “trabalho de mais”… mas a realidade é que raramente estes são pontos fracos. Seja franco e mencione uma fraqueza real. Não se esqueça de falar na forma como solucionou o seu problema! Os recrutadores sabem que ninguém é perfeito! Durante a entrevista de emprego demonstre a forma como ultrapassou as suas fraquezas. Esteja preparado para a pergunta mais...

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