Recibos Verdes 2018/2019: 7 mudanças que precisa de conhecer
Jul10

Recibos Verdes 2018/2019: 7 mudanças que precisa de conhecer

O ano de 2018 introduziu muitas alterações para os trabalhadores independentes. Fique atento às alterações mais relevantes, que irão entrar em vigor de forma faseada ao longo de 2018 e até ao início de 2019: 1. Aumento da proteção social Este é um ponto em que irão haver várias alterações, que estão previstas entrar em vigor já em julho de 2018. As alterações mais relevantes são as seguintes: Proteção social na doença É reforçada a proteção social na doença aos trabalhadores independentes, que passam a ter direito ao subsídio de doença a partir do 10º dia de incapacidade para o trabalho, quando anteriormente era apenas a partir do 30º dia. Proteção ao desemprego Na proteção ao desemprego vão haver também mudanças relevantes, a começar pela diminuição do prazo de garantia para subsídio por cessação de atividade, que passa a ser de 360 dias de descontos (contra os atuais 720). Outra alteração tem a ver com o facto de passar a ser contabilizado, para efeitos de prazo de garantia, os períodos de descontos enquanto trabalhadores independentes cumulativamente aos períodos de descontos no regime de trabalhadores por conta de outrem. Em relação ao regime de proteção no desemprego dos empresários em nome individual, foi alterado o valor da quebra de volume de negócios de 60% para 40%, facilitando assim o acesso destes profissionais a este apoio social. Proteção na parentalidade Foram ainda aprovadas alterações às medidas de apoio na parentalidade para os trabalhadores independentes, nomeadamente através do acesso ao subsídio de assistência a filhos e netos em caso de doença. Com estas medidas verifica-se uma aproximação da proteção social dos trabalhadores independentes aos direitos assegurados aos trabalhadores por conta de outrem. 2. Aplicação do valor mínimo de existência aos trabalhadores a recibos verdes A partir deste ano os trabalhadores a recibos verdes passam a estar também abrangidos pelo valor mínimo de existência, o que significa que os rendimentos abaixo desse valor são isentos de IRS. O valor mínimo de existência é, em 2018, de 9.006,9 euros (1,5 IAS x 14). 3. Redução de 29,6% para 21,4% da taxa contributiva Os trabalhadores vão ver uma redução na sua taxa contributiva, de 29,6% para 21,4%, passando a taxa dos empresários em nome individual e titulares de estabelecimento individual de responsabilidade limitada e seus cônjuges para 25,2%. Este efeito não se fará sentir de imediato, mas apenas em 2019. 4. Apuramento trimestral da base contributiva O cálculo da taxa contributiva também irá sofrer alterações, uma vez que passará a ser realizado tendo em conta os rendimentos do último trimestre (70% do rendimento médio dos últimos 3 meses e 20% dos rendimentos de produção e...

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Contratos a prazo dominam primeiro emprego
Jul03

Contratos a prazo dominam primeiro emprego

Vieira da Silva tem confiança que vai haver maioria parlamentar para aprovar o acordo laboral que foi assinado na concertação social. Um acordo que tem sido criticado pelo Partido Comunista e pelo Bloco de Esquerda. Entrevistado pelo jornal online ECO, o ministro da Segurança Social defende as alterações à Lei do Trabalho como uma forma de criar estabilidade no mercado. O ministro que prefere “falar em instabilidade das relações laborais do que precariedade” está impressionado com as estatísticas. “Os números são muito impressionantes. Dos novos vínculos à Segurança Social, das pessoas que entram no mercado de trabalho, entre 80 a 85% fazem-no através de contratos a prazo. Não quer dizer que todas ficam condenadas a terem contratos a prazo para o resto da vida,” sublinha Vieira da Silva. De resto a prestação social do desemprego também reflete esta tendência. “60% dos novos subsídios de desemprego são pagos porque alguém terminou um contrato a prazo mas as outras razões, o fim por extinção do posto de trabalho e todas as razões que a lei permite têm hoje um peso significativo”. O ministro quis também desmistificar a ideia de que o mercado de trabalho está petrificado. “Em abril do ano passado eram cerca de 200 mil as pessoas que tinham mudado de empresa com um prémio salarial à volta dos 6%, em outubro eram 220 mil com um prémio salarial à volta dos 8% em média. Ou seja, a nossa economia não está parada”. Não está presa a “relações laborais intermináveis”. Vieira da Silva argumenta também que as novas regras não vão aumentar o desemprego. “A pior precariedade é não ter emprego mas não estamos condenados a ter um mau emprego porque um emprego assumidamente mais estável é um emprego com capacidade de se qualificar”. Para o futuro o ministro defende que seria interessante que pudesse haver um acordo de concertação para se promover a competitividade da economia portuguesa. FONTE:...

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Ministério da Educação lança portal para ajudar os estudantes a escolher o seu futuro
Jun26

Ministério da Educação lança portal para ajudar os estudantes a escolher o seu futuro

Para já, a plataforma tem sobretudo os alunos do 9.º ano como alvo. Presta informação sobre 2500 ofertas no ensino básico, secundário e profissional. Vai haver cartazes e brochuras de divulgação. O Ministério da Educação acaba de lançar o portal da oferta educativa e formativa para ajudar nessa escolha. O portal oferece informações online sobre os vários níveis de ensino. Contudo, nesta fase do lançamento, aposta-se, sobretudo, em ajudar os estudantes que estão a terminar o ensino básico a escolher o seu caminho escolar a partir do 10.º ano. “Terminei o 9.º ano, e agora?”, pergunta uma janela em destaque no novo site, juntamente com um menu rápido que permite a estes estudantes pesquisarem as ofertas existentes na sua área geográfica (numa busca através do código postal) ou por área de interesses (procura por nome de curso ou área de interesse). Se um aluno colocar, por exemplo “informática”, o portal vai mostrar-lhe todos os cursos da área de informática do país que existem no secundário. O lançamento do site é acompanhado por uma campanha que vai chegar a “todos os alunos do 9.º ano” nas próximas semanas, convidando-os a conhecer o portal da oferta educativa e formativa, informa o Ministério da Educação. A campanha é suportada por cartazes e brochuras de divulgação, que vão também passar a ser distribuídos nos estabelecimentos de ensino. Além disso, as escolas estão a ser convidadas a usar este site nas suas estratégias de orientação vocacional dos alunos do 9.º ano, através dos psicólogos escolares. Especialmente destinado para os alunos que querem seguir para o ensino profissional, o Ministério da Educação apresenta o portal como um “complemento” da informação sobre os cursos profissionais que passou a estar disponível no portal Infoescolas, desde o início deste ano. Contudo, no portal da oferta educativa e formativa estão elencados mais do que apenas os cursos do ensino profissional. Na base de dados existe um total de 2555 cursos, da oferta geral do ensino básico e cursos científico-humanísticos do ensino secundário, passando pelo ensino artístico especializado, as ofertas de Educação e Formação de Adultos (EFA) ou os cursos de educação e formação (CEF) — formações de dupla certificação (escolar e profissional), destinados a jovens com mais de 15 anos e que dão equivalência ao 9.º ano. O portal da oferta educativa e formativa tem por base o Sistema Integrado de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa, uma plataforma à qual as escolas e entidades formadoras estão obrigadas a comunicar a sua oferta. No motor de pesquisa do portal, encontra-se também referência ao ensino superior, mas a oferta que existe neste nível de estudos ainda não está disponível. O Governo garante...

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Nunca falta emprego a quem sai desta escola
Mai29

Nunca falta emprego a quem sai desta escola

A maior dificuldade de quem frequenta esta escola, em Lisboa, é escolher onde vai trabalhar depois do curso. Hotéis e restaurantes de todo o mundo fazem fila para contratar os melhores alunos. Há um evento que se realiza em Lisboa, todos os anos, e que passa praticamente despercebido. Mas no qual estão presentes, sempre, as maiores e mais conceituadas cadeias de hotelaria e restauração do mundo inteiro, que aqui vêm recrutar os mais promissores profissionais. O evento é o Fórum Estágios e Carreiras, organizado pela Escola de Lisboa – Turismo de Portugal (também designada Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa) e os “olheiros” que aqui vêm representam nomes de referência no setor, como o grupo Iberostar, Marriot, Hilton, Ritz Carlton – Hotel Arts de Barcelona, Intercontinental, Vila Vita, Penha Longa, Altis ou o Grupo José Avillez, entre muitos outros. Mas o que é que esta escola tem que a torna especial? A resposta é-nos dada por Ana Moreira, diretora da instituição: “Os currículos dos cursos são concebidos para criar profissionais com grande capacidade de adaptação. Incluem uma vertente prática muito forte, que os diferencia dos cursos universitários, pelo que estes alunos estão muito mais preparados para o terreno.” Não se pense, porém, que esta é uma informação apenas apregoada pela escola. É confirmada por quem a frequentou e percebeu a mais-valia que tinha consigo quando chegou ao mercado de trabalho. Diogo Pinto, diretor de serviço do Hotel Corinthia, em Lisboa, e antigo aluno do curso de Gestão Hoteleira de Alojamento, explica-nos como é que isso se verifica: “Mesmo durante o estágio, um aluno da Escola de Lisboa ou Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa chega à receção de um hotel e sabe logo como fazer um check-in, enquanto os alunos de outras escolas, se calhar, têm alguma dificuldade.” Por saberem disto mesmo, os hotéis e restaurantes mais prestigiados “vêm aqui buscar os melhores talentos, porque atualmente não há mão-de-obra qualificada suficiente para as necessidades do mercado”, justifica Diogo Pinto. Fazendo contas por alto, revela que na região de Lisboa, entre todos os cursos existentes nesta área de formação, saem anualmente cerca de 250 profissionais. “Mas só na cidade de Lisboa temos mais de 250 hotéis, alguns novos, outros acabados de remodelar e a precisar de contratar”, especifica, justificando assim a “elevada empregabilidade” de quem sai da Escola de Lisboa ou Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa. Trabalho intensivo e muita prática Quanto ao recrutamento, quem o vai fazer à Escola de Lisboa ou Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa são os antigos alunos. Tal como o próprio Diogo Pinto que, em janeiro, esteve na escola...

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Vai assinar um contrato de trabalho a termo certo? Conheça as regras
Mai22

Vai assinar um contrato de trabalho a termo certo? Conheça as regras

Quando é que uma empresa me pode propor um contrato a termo certo? Uma empresa só pode contratar a termo certo para a necessidade temporária e pelo período estritamente necessário à satisfação dessa necessidade. Segundo o Código do Trabalho, considera-se necessidade temporária de uma empresa: – Substituição direta ou indireta de trabalhador ausente ou que, por qualquer motivo, se encontre temporariamente impedido de trabalhar; – Substituição direta ou indireta de trabalhador em relação ao qual esteja pendente em juízo ação de apreciação de despedimento; – Substituição direta ou indireta de trabalhador em situação de licença sem retribuição; – Substituição de trabalhador a tempo completo que passe a prestar trabalho a tempo parcial por período determinado; – Atividade sazonal ou outra cujo ciclo anual de produção apresente irregularidades decorrentes da natureza estrutural do respetivo mercado, incluindo o abastecimento de matéria-prima; – Acréscimo excecional de atividade da empresa; – Execução de tarefa ocasional ou serviço determinado precisamente definido e não duradouro; – Execução de obra, projeto ou outra atividade definida e temporária, incluindo a execução, direção ou fiscalização de trabalhos de construção civil, obras públicas, montagens e reparações industriais Existem excepções? Sim, o regime também se aplica para o lançamento de uma nova atividade de duração incerta, bem como início de laboração de empresa ou de estabelecimento pertencente a uma empresa com menos de 750 trabalhadores. Pode também aplicar-se à contratação de um trabalhador à procura de primeiro emprego, em situação de desemprego de longa duraçao. Quando é que se pode aplicar os contratos de trabalho de muito curta duração? Este tipo de contrato aplica-se para trabalho em atividade sazonal agrícola ou para realização de um evento turístico de duração não superior a 15 dias. Este tipo de contrato não está sujeito a forma escrita, devendo o empregador comunicar a sua celebração ao serviço competente da segurança social. Quanto tempo é o período experimental nos contratos a termo? Nos contratos a termo com duração igual ou superior a seis meses, o período experimental tem a duração de 30 dias. Já no caso de contrato a termo certo com duração inferior a seis meses será de quinze dias. Quem é que deve justificar a necessidade do contrato a termo certo? Esta diligência é da responsabilidade do empregador. Quais os elementos que devem constar neste contrato de trabalho? O contrato deve ser escrito e conter a identificação, assinaturas e domicílio; a atividade do trabalhador e correspondente retribuição; o local e período normal de trabalho; a data de início do trabalho; a indicação do termo estipulado e do respetivo motivo justificativo; as datas de celebração do contrato e da respetiva cessação.   FONTE –...

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Sabe quantos dias pode faltar ao trabalho para dar assistência à família?
Mai15

Sabe quantos dias pode faltar ao trabalho para dar assistência à família?

As faltas laborais são sempre complicadas de gerir. Quando os imprevistos acontecem o melhor é ter sempre consigo uma justificação ou comprovativo. No Dia da Segurança Social esclarecemos as dúvidas, sobre quantos dias pode faltar ao trabalho, e em que situação para prestar assistência familiar. Um dos principais motivos para faltar ao trabalho é a doença. Se tiver um filho doente, ou mesmo internado, não existe um limite de faltas definidos e basta apresentar uma declaração do hospital à sua entidade patronal. Nos outros casos poderá faltar até 30 dias anuais por cada filho, enteado ou filho adotado. Acima dos 12 anos a criança já é considerada como adulto e o número de dias reduz para metade. Se tiver de prestar assistência ao seu cônjuge ou pessoa com quem viva em união de facto, poderá faltar ao trabalho até 15 dias anuais, sendo que no caso do seu cônjuge ou pessoa com quem vive em união de facto for portadora de deficiência, ou sofra de doença crónica, tem direito a faltar mais 15 dias anuais. No entanto estas faltas vão originar a perda de retribuição. No caso de ter que prestar auxílio a pais, sogros, irmãos, genros ou noras e cunhados (mesmo que não partilhem a mesma casa) continuam a aplicar-se os 15 dias anuais, bem como a perda de retribuição. FONTE:...

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Bruxelas: Portugal vai criar muito emprego com salários baixos
Mai07

Bruxelas: Portugal vai criar muito emprego com salários baixos

Portugal vai continuar a ser uma economia relativamente barata do ponto de vista da mão-de-obra e com isso criar mais empregos e fazer descer o desemprego, embora mais devagar. Assim é porque a economia deve conseguir registar nos próximos anos uma “forte criação de emprego” em segmentos onde os salários estão abaixo da média nacional, espera a Comissão Europeia. “A folga ainda existente no mercado de trabalho está a diminuir rapidamente e a projeção seja que os salários cresçam gradualmente ao longo do período desta previsão [até 2019] juntamente com o descongelamento das progressões nas carreiras do sector público”, começa por observar a CE. “No entanto, é provável que o aumento do salário médio da economia como um todo seja parcialmente compensado por uma forte criação de emprego em atividades com salários abaixo da média“, diz o novo estudo das Previsões da primavera, divulgado recentemente. Assim, o desemprego vai continuar a descer. “Após uma melhoria substancial em 2017, espera-se que os indicadores do mercado de trabalho mantenham uma evolução positiva, embora a um ritmo lento”. “Prevê-se que o desemprego diminua de 9% [da população ativa] em 2017 para 7,7% em 2018 e 6,8% em 2019, num ambiente de crescimento adicional do emprego e de uma maior taxa de atividade”. Bruxelas observa que o desemprego português “já está abaixo dos níveis em que estava antes da crise financeira global de 2008, mas ainda está acima do seu mínimo histórico de 5,1% em 2000”. Portanto, há margem para melhorar, desde que haja investimento e rédea curta nos salários, é essa a ideia de fundo da Comissão, como tem sido sempre aliás. Isto vai permitir à economia criar emprego nos próximos anos, embora a um ritmo cada vez mais fraco. Depois da expansão de 3,3% de 2017, Bruxelas estima que a economia adicione mais 2,1% de empregos este ano e outros 1,3% mais em 2019. Neste indicador, o governo até é mais conservador, já que apontam para uma expansão de 1,9% no número de postos de trabalho em 2018, 1,1% em 2019 e 0,9% no ano seguinte. De resto, pode dizer-se que o cenário macroeconómico avançado agora pela Comissão está praticamente em linha com o do Programa de Estabilidade. Como já referido, o crescimento da economia é igual (2,3%); a Comissão vê o investimento a ir bem (5,7%), mas mais devagar do que diz Centeno (6,2%). Em contrapartida, Bruxelas está mais otimista nas exportações. Diz 6,8% ao passo que as Finanças calculam 6,3%. O consumo privado, que é o maior motor da economia (65% do PIB), evolui de forma ordeira, cerca de 2%, concordam as partes. “Espera-se que o crescimento diminua ligeiramente,...

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Subsídio de desemprego vai ser mais fácil para trabalhadores a recibos verdes
Abr24

Subsídio de desemprego vai ser mais fácil para trabalhadores a recibos verdes

Em vez de um registo de descontos de 720 dias nos últimos quatro anos, aquele subsídio passa a ser-lhes pago se tiverem acumulado 360 dias de descontos nos últimos dois anos. Os cerca de 95 mil trabalhadores a recibo verde que concentram mais de 50% dos seu rendimento numa única empresa vão conseguir com mais facilidade aceder ao subsídio de desemprego. A grande alteração, segundo escreve o jornal digital de economia “Dinheiro Vivo”, é que o número de dias de descontos necessários para ter direito a fundo de desemprego será muito menor do que até aqui. Em vez de um total de 720 dias nos últimos quatro anos, o subsídio passará a ser pago a quem tenha acumulado 360 dias de descontos nos últimos dois anos. As novas regras, que entram em vigor a 1 de julho, vêm também melhorar a proteção na doença e na maternidade dos trabalhadores a recibo verde. O diploma, que vai ainda ser apreciado em conselho de secretários de Estado, traduz o essencial do que tinha ficado acordado entre o governo de António Costa e o Bloco de Esquerda sobre este novo regime. Entre as alterações que este diploma vai trazer, no que toca a proteção em caso de baixa por doença, o novo regime determina que o período de espera de início do pagamento do subsídio seja reduzido dos atuais 30 para 10 dias, o que aproxima os trabalhadores a recibo verde dos por conta de outrem. Outra novidade é que os trabalhadores independentes passam a ter direito a subsídio por assistência a filho ou neto, de 30 ou 15 dias consoante a idade do menor, pagos a 65%. FONTE:...

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Trabalhava a recibo verde e agora está desempregado? Saiba como requerer o subsídio de desemprego
Abr10

Trabalhava a recibo verde e agora está desempregado? Saiba como requerer o subsídio de desemprego

Está desempregado e a tributação do seu último emprego era feita através de recibos verdes? Saiba o que deve fazer para ter direito a subsídio de desemprego.   O subsídio de desemprego para trabalhadores independentes existe desde que a medida foi inscrita no Orçamento do Estado em 2013 e foi aplicada como forma de o Estado salvaguardar o crescente número de pessoas a trabalhar através de recibos verdes, mas só está disponível para alguns trabalhadores independentes que cessam atividade. Saiba como acontece para os chamados “recibos verdes”. Como requerer o subsídio de desemprego para recibos verdes? 1. Tem de estar inscrito no centro de emprego e encontrar-se numa situação de dependência económica. 2. Verifique se o seu caso enquadra-se nas situações seguintes: a).Trabalha exclusivamente a recibos verdes;   b). Reside em Portugal ou em caso de ser estrangeiro, possui um título válido de residência ou o respetivo pedido de renovação. Em casos de refugiados ou apátridas, terão que ter um título válido de proteção temporária; c).80% dos respectivos rendimentos sejam maioritariamente provenientes de uma única entidade. 3. Além dos requisitos acima importa saber também: a).Estar economicamente dependente de entidades contratantes em pelo menos dois anos civis, sendo que um destes anos terá de ser o ano imediatamente anterior ao da cessação do contrato de prestação de serviços; b). Que a cessação da actividade ou o estado de desemprego tem que ser involuntária, não partindo do trabalhador; c). Que tenha pelo menos, 24 meses de contribuições; d). Ter pedido o subsídio no prazo de 90 dias a contar da cessação do contrato de prestação de serviços. Por quanto tempo é possível usufruir do subsídio de desemprego para recibos verdes? Os trabalhadores independentes podem usufruir do subsídio de desemprego durante 330, 440 ou 540 dias, dependendo da sua idade e do período de descontos realizados para a Segurança Social. Ainda assim, o período de uso do subsídio de desemprego pode alargar para os seguintes casos: a). Desempregados com  menos de 30 anos e tempo de descontos igual ou superior a 24 meses podem ter direito a 330 dias de apoio.    b). Desempregados com idade entre os 30 e os 39 e tempo de descontos igual ou superior a 24 meses podem ter direito a 420 dias de apoio. c). Desempregados com idade entre os 40 e os 49 anos e tempo de descontos igual ou superior a 24 meses podem ter direito a 540 dias de apoio. d). Desempregados com mais de 50 anos e tempo de descontos igual ou superior a 24 meses podem ter direito a 542dias de apoio. Qual o valor a receber? O valor a receber é calculado pela segurança social, medidante a situação de quem o requerer. O subsídio...

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Precários terão acesso mais fácil ao subsídio social de desemprego
Abr02

Precários terão acesso mais fácil ao subsídio social de desemprego

O Governo vai reduzir o número de meses de descontos necessários para ter subsídio social de desemprego, no caso das pessoas que tenham trabalhado a prazo. O Governo vai facilitar o acesso ao subsídio social de desemprego a pessoas que fiquem desempregadas depois de um curto período de trabalho precário. As propostas que foram apresentadas em concertação social prevêem a redução dos descontos que se exigem para ter direito a este apoio, que variam entre os 343,12 euros (se a pessoa viver sozinha) e os 428,9 euros. Assim, em vez dos actuais seis meses serão apenas necessários quatro meses de contribuições para a Segurança Social, mas apenas nos casos em que a situação de desemprego seja causada pelo fim de um contrato a termo. A intenção é “reduzir para quatro meses o prazo de garantia para acesso ao subsídio social de desemprego inicial para os trabalhadores cujo acesso tenha origem na cessação por caducidade de contrato de trabalho a termo”, descreve a proposta apresentada em concertação social. O Governo indica que 90% dos subsídios sociais atribuídos no ano passado a título “inicial” (ou seja, a pessoas que não conseguiram aceder ao subsídio de desemprego) são justificados por situações de fim de contrato a prazo. Sendo uma prestação não contributiva, financiada por impostos, o subsídio social é apenas dirigido a quem tenha baixos rendimentos. Os rendimentos mensais por pessoa do agregado familiar não podem ser superiores a 343,12 euros (80% do IAS). Uma condição que pode ser mais fácil de cumprir no caso dos desempregados que vivem sozinhos. É ainda necessário que o património do agregado ou o dinheiro que tem no banco não ultrapasse determinados valores, tal como este guia oficial da Segurança Social explica detalhadamente. Houve momentos no passado em que o subsídio social de desemprego inicial chegou a mais de 50 mil pessoas. Em Fevereiro havia 9.795 pessoas abrangidas. O documento não explica quando é que a medida pode avançar. O Governo pretende que as alterações ao Código do Trabalho sejam aprovadas este ano. Cobertura do subsídio a níveis baixos A avaliar pelo documento, não haverá intenção de reduzir o prazo de descontos necessários para o subsídio de desemprego. É actualmente de um ano e foi reduzido durante o período de ajustamento. Nessa altura também se aprovaram restrições aos cortes e à duração, que podem ajudar a explicar porque é que a percentagem de desempregados com subsídio de desemprego e subsídio social atingiu níveis mínimos em 2016. No ano passado essa taxa de cobertura já recuperou. O Governo não eliminou todas as mudanças do programa de ajustamento, mas no início do ano acabou de vez com o...

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5 coisas para fazer durante o desemprego
Mar13

5 coisas para fazer durante o desemprego

Se está desempregado, saiba que a forma como ocupa o seu tempo durante este período desempenha um papel decisivo para o seu sucesso profissional e há 5 atitudes que deverá ter perante esta situação e que podem ajudá-lo a entrar no mercado de trabalho. Se ainda não entrou no mercado de trabalho após a conclusão dos estudos, ou se o seu contrato está a terminar ou já terminou, não significa que vá ficar parado. Antes pelo contrário, qualquer atividade a que se dedique durante este período vai espelhar a sua atitude perante a vida, pessoal e profissional. Já não basta manter o currículo atualizado ou pesquisar constantemente as ofertas divulgadas na web. Durante este período pode e deve manter estas 5 atitudes enquanto não regressa à vida ativa: Manter-se ocupado e focado Numa situação de desempregado, o principal trabalho é procurar um novo emprego. Mas para procurar trabalho e conseguir ser chamado para entrevista tem que se certificar que o seu currículo está atualizado e ainda investir em competências que se revelem essenciais para a sua profissão. Manter-se atualizado e reciclar conhecimentos é uma mais valia para quem procura emprego. Fazer voluntariado também pode ajudá-lo a manter-se ativo e atualizado. Estar atento às redes sociais Ainda que não esteja no mercado de trabalho, tente manter-se a par de tudo o que acontece na sua área de atuação. Como nunca se sabe quando é que uma oportunidade nos pode bater à porta, mantenha-se atualizado em tudo o que diz respeito à sua profissão. Sair da zona de conforto O desemprego pode ser uma oportunidade para aumentar a sua lista de contactos e de procurar por oportunidades fora da sua área de residência ou até mesmo de atuação. Limitar a sua pesquisa e permanecer apenas na sua zona de conforto pode estar a ser um entrave a conseguir uma oportunidade de emprego. Não descurar o networking Não se limite a procurar emprego nas redes sociais, recorra também a eventos de networking, como feiras de emprego, conferências e seminários da sua área profissional. Procure ainda oportunidades locais, junto dos seus amigos: eles podem conhecer alguém que conhece outro alguém que está a precisar de alguém com determinadas características como as suas. Mantenha-se também atento a vagas disponíveis noutras localizações, que possam oferecer-lhe outras oportunidades. Manter o otimismo Saber manter-se optimista é muito importante. Não perca a esperança, por mais obstáculos que se cruzem pelo seu caminho, encare-os como oportunidades para crescer e desenvolver outras competências.   FONTE:...

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2018 é o “verdadeiro ano da retoma do emprego” em Portugal, diz Hays
Fev27

2018 é o “verdadeiro ano da retoma do emprego” em Portugal, diz Hays

O Guia do Mercado Laboral revela que 81% dos empregadores a atuar em Portugal pretende contratar este ano. TI, engenharia e perfis comerciais estão em alta. As perspetivas de recrutamento para 2018 atingem o valor inédito de 81% – o valor mais alto alguma vez verificado nos inquéritos da Hays. Esta percentagem, que constitui “um claro reflexo do dinamismo do mercado de trabalho atual, torna-se algo preocupante quando comparada com a de profissionais que demonstram interesse em mudar de emprego”, que desceu este ano para o valor mais baixo de sempre (70%). “As perspetivas de recrutamento e o interesse numa mudança de emprego parecem estar a seguir rumos opostos, acentuando a clivagem entre procura e oferta de competências”, salienta a Hays. As tendências variam bastante consoante a região do país e o tipo de empresa. Nas grandes empresas nacionais, por exemplo, as intenções de recrutamento para 2018 estão bastante acima da média (86%), ultrapassando até as das empresas multinacionais (81%). A nível regional, encontram-se também algumas diferenças relevantes. A percentagem de empresas na região Norte que têm interesse em recrutar é a mais elevada do país, ascendendo a 88%. Já as regiões Centro e Sul partilham a mesma previsão de recrutamento (78%), mas têm evoluído de forma distinta: enquanto no Centro esta percentagem caiu 4 pontos percentuais face ao ano passado, a Sul disparou 10 pontos percentuais. Quando questionados relativamente ao volume de contratações previsto para 2018, cerca de um terço dos empregadores diz que pretende recrutar um número superior a 10 colaboradores. Já 13% admite mesmo querer contratar mais de 30 pessoas. “A esmagadora maioria dos recrutamentos surgirá como consequência direta do crescimento das empresas em território nacional ou no estrangeiro”, conclui a Hays. FONTE: Jornal...

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