As filas para pagamento no comércio vão acabar em 2021… e boa parte do emprego também
Abr18

As filas para pagamento no comércio vão acabar em 2021… e boa parte do emprego também

Daqui a quatro anos, 25% das lojas no Reino Unido planeiam acabar com as filas para as caixas de pagamento. Esta é a conclusão de um estudo da consultora Zebra Technologies, que aponta os caminhos do comércio: os clientes vão passar a pagar os produtos com o seu smartphone, dispensando o tempo perdido nas filas. E se, há uma década, muito se falou sobre a perda de empregos que as caixas “self-service” dos supermercados viriam provocar – atualmente, perto de 40% dos clientes já prefere esta opção, registando eles próprios os códigos de barras dos produtos – agora estamos a falar de outras soluções de pagamento usando a alta tecnologia, que já estão a ser implementadas em cadeiras de retalho como a Zara ou a Waitrose. Na Zara, a roupa já tem etiquetas high-tech, que permitem aos empregados saberem onde está cada peça na loja. Estas etiquetas poderão servir, no futuro, para permitir que sejam os próprios clientes a registar a compra e a pagá-la com o seu smartphone. Ao jornal The Telegraph, Mark Thompson, responsável da consultora Zebra, referiu que “os comerciantes querem dar mais poder aos clientes, deixando-os pagar com os telemóveis”. Este método de pagamento pode ser “pasto” para as compras por impulso, mas os comerciantes têm ainda mais a ganhar. “As próprias lojas vão ficando mais ‘espertas’, dando informações sobre quando e onde estão certo tipo de compradores”, continua o especialista. E há um grande fator a ter em conta: as poupanças dos retalhistas com os salários, à medida que a função do “caixa” se vai tornando obsoleta. À semelhança do que vem acontecendo com muitas outras profissões, que a tecnologia tem alterado ou mesmo feito desaparecer. Os taxistas temem que aplicações como a Uber ditem o seu fim? Já os funcionários das caixas dos balcões das instituições financeiras estão há 10 anos em acelerada extinção, com os clientes a lidarem com o seu banco através do homebanking e ou app do telemóvel. E podemos acrescentar à lista o mediador de seguros, o portageiro, o carteiro, o agente de viagens… O que não se faz com Internet e um smartphone? Não é à toa que a International Bar Association, que representa 80 mil advogados em todo o mundo, já veio alertar para a necessidade de os governos legislarem sobre a introdução de quotas para o humanos no mercado de trabalho, à medida que estes vão sendo substituídos pela inteligência artificial. “Os empregos atualmente detidos pelos humanos estão em risco, em todos os níveis da sociedade, podendo ser entregues a robôs. A legislação para proteger os direitos dos humanos pode já não servir. Uma nova legislação...

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Subsídio de Maternidade – Saiba quem tem direito e como poderá beneficiar deste apoio
Abr11

Subsídio de Maternidade – Saiba quem tem direito e como poderá beneficiar deste apoio

Quando nasce um filho há toda uma logística associada que altera o dia-a-dia de todos os envolvidos de forma inequívoca. No entanto, há inúmeras questões burocráticas associadas ao nascimento de um filho que têm de ser tratadas. Uma delas é o subsídio de maternidade, também designado por subsídio parental. O subsídio parental é o subsídio atribuído à mãe ou ao pai durante o tempo de licença pelo nascimento de um filho, substituindo assim o ordenado durante o respetivo tempo. No entanto, quando falamos em subsídio de maternidade, referimo-nos à situação em que o mesmo é atribuído apenas à mãe, que opta por cumprir sozinha a licença de maternidade. QUEM TEM DIREITO AO SUBSÍDIO DE MATERNIDADE? Trabalhadoras por conta de outrem; Trabalhadoras independentes; Beneficiárias do Seguro Social Voluntário que: Que trabalhem em barcos de empresas estrangeiras; Que sejam bolseiras de investigação. Beneficiárias em situação de pré-reforma com atividade enquadrada em qualquer dos regimes anteriormente referidos; Beneficiárias a receberem subsídio de desemprego ou subsídio social de desemprego; Beneficiárias a receberem pensão de invalidez relativa ou pensão de sobrevivência que estejam a trabalhar e com registo de remunerações na Segurança Social. PARA TER DIREITO AO SUBSÍDIO DE MATERNIDADE HÁ ALGUNS REQUISITOS A CUMPRIR – Ter prazo de garantia de 6 meses, seguidos ou interrompidos, com registo de remunerações até à data de cessação do trabalho. Para o efeito são considerados os períodos de registo de remunerações noutros regimes de proteção social, sejam nacionais ou estrangeiros, desde que não se sobreponham, que abranjam esta modalidade de proteção, incluindo o da função pública; – Gozar as respetivas licenças, faltas e dispensas não retribuídas nos termos do Código do Trabalho ou de períodos equivalentes; – Ter as contribuições para a Segurança Social em dia, pelo menos, pagas até ao fim do terceiro mês imediatamente anterior ao mês em que deixa de trabalhar por nascimento do filho, se for trabalhador independente ou se estiver abrangido pelo regime do seguro social voluntário. Importante: se quiser cessar funções e terminar o seu contrato de trabalho durante o tempo em que estiver a beneficiar do subsídio de maternidade, saiba que é possível fazê-lo desde que cumpra as condições referidas em cima.   COMO OBTER O SUBSÍDIO DE MATERNIDADE Pode requerer o subsídio de maternidade: Através do serviço Segurança Social Direta, online e sem ter que aguardar em filas; Através dos serviços de atendimento da Segurança Social (preencher formulário Mod. RP5049-DGSS); Nas lojas do cidadão (com o mesmo formulário). Para beneficiar do subsídio de maternidade tem que apresentar, no prazo de 6 meses a contar da data do facto que determina a proteção, os seguintes documentos: Fotocópia de documento de identificação civil...

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25 melhores empresas para trabalhar em Portugal
Mar27

25 melhores empresas para trabalhar em Portugal

Se está à procura do melhor sítio para construir a sua carreira, vai gostar de saber que temos o ranking com as melhores empresas para trabalhar em 2017. São 25 companhias que se destacaram no mercado português e foram bem avaliadas pelos seus colaboradores, através de inquéritos anónimos que fizeram parte de uma eleição desenvolvida pela revista Exame, em parceria com a AESE Business School e a consultora Everis. Foram diversos os fatores analisados e os resultados comprovaram: um bom salário é essencial, mas não é a única medida que os portugueses têm em conta. A satisfação no trabalho é também resultante de regalias, flexibilidade de horários, relacionamento interpessoal e garantias extra, como um seguro de saúde. No topo das melhores empresas portuguesas para trabalhar estão empregadores que oferecem condições aliciantes. A eleição aconteceu através de etapas realizadas ao longo de 2016. A INICIATIVA A EXAME, a everis e a AESE creditam os resultados a algumas características bastante específicas que cada empresa presente no ranking apresenta, tais o perfil e os diferentes níveis de capacitação dos seus funcionários. Entre os fatores que destacam as vencedoras está a capacidade de atuarem de forma responsável perante a sociedade, e isso é visto através da forma como elas se posicionam diante das pessoas. Veja como a eleição mediu as empresas portuguesas: MEDIÇÃO DO CLIMA ORGANIZACIONAL Todas as empresas inscritas na iniciativa foram submetidas a um exaustivo diagnóstico do clima organizacional, e a base disso foi um inquérito que mediu o grau de satisfação dos colaboradores – tudo isso de forma anónima, para garantir a isenção das análises. BARÓMETRO SETORIAL A análise incluiu ainda a medição da satisfação dos funcionários perante as práticas de gestão responsável. A comparação foi feita entre as empresas do mesmo setor de atividade, ou similares. O QUE OFERECEM AS MELHORES EMPRESAS PARA TRABALHAR? Não restam dúvidas: as melhores empresas para trabalhar têm em comum o orgulho que os colaboradores sentem nos resultados dos seus projetos. Esta é, de facto, uma das medidas que mais impacto tem na forma como as pessoas encaram a qualidade das organizações, e a consequência disso é a satisfação no trabalho. Para marcar pontos e destacar-se, a empresa tem de ser vista com brio pelas pessoas que atuam para alcançar o seu sucesso, e isso vê-se através da forma como elas “vendem” a imagem da empresa nos inquéritos de satisfação. Para alcançarem este objetivo comum, as melhores empresas para trabalhar em Portugal oferecem algumas regalias fundamentais, como o investimento na qualidade de vida dos colaboradores e num excelente ambiente de trabalho. A possibilidade de realizar o trabalho remotamente e a flexibilidade de horários, bem como...

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Saiba quais são as profissões mais vulneráveis à robotização
Mar21

Saiba quais são as profissões mais vulneráveis à robotização

Todo o mercado de trabalho será afectado pelo avanço da robotização, mas algumas profissões são mais permeáveis do que outras. Um estudo da Universidade de Oxford realizado em 2013 estima a probabilidade de automatização de algumas profissões. Conheça algumas...

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Papa condena «pecado gravíssimo» de tirar emprego às pessoas
Mar16

Papa condena «pecado gravíssimo» de tirar emprego às pessoas

Recentemente, o Papa condenou o “pecado gravíssimo” de deixar pessoas sem emprego por “manobras económicas” ou interesses menos “claros”. “Quem, por manobras económicas, para fazer negócios que não são totalmente claros, fecha fábricas, empresas, e tira trabalho aos homens, esta pessoa comete um pecado gravíssimo”, disse, no final da audiência pública semanal que decorreu na Praça de São Pedro. A intervenção, improvisada, foi saudada com uma salva de palmas pelos peregrinos presentes no Vaticano. “O trabalho dá-nos dignidade e os responsáveis dos povos, os dirigentes, têm a obrigação de fazer todos os possíveis para que cada homem e cada mulher possam trabalhar e assim andar de cabeça erguida, olhar os outros nos olhos, com dignidade”, assinalou Francisco. O Papa tinha começado por deixar uma palavra de solidariedade aos trabalhadores da ‘Sky Italia’. “Desejo que a sua situação laboral possa encontrar uma rápida solução no respeito pelos direitos de todos, especialmente das famílias”,...

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Atestado de incapacidade: o que é e quem tem direito
Mar13

Atestado de incapacidade: o que é e quem tem direito

Pessoas que apresentem um quadro de doença física – ou mental – relevante e permanente, e necessitem de interromper a atividade profissional, têm uma lei de proteção a qual recorrer: o atestado médico de incapacidade multiuso. O documento consiste numa prova que atesta a incapacidade do trabalhador, que deve ser igual ou superior a 60%, e é o suficiente para garantir o direito à ausência no cumprimento das suas funções profissionais. Ao contrário da típica baixa médica, ou atestado de incapacidade temporária, este tipo de documento abriga outros tipos de direitos. Ele existe inteiramente para satisfazer necessidades típicas do portador de uma dificuldade permanente – e, muitas vezes, irreversível. COMO SOLICITAR O ATESTADO DE INCAPACIDADE? Para obter o atestado de incapacidade permanente, o interessado deve dirigir-se ao Centro de Saúde da sua área de residência e solicitar a marcação de uma junta médica para análise do seu caso. Se o portador da deficiência permanente pertencer a uma força de segurança, como as Forças Armadas, a Polícia de Segurança Pública ou Guarda Nacional Republicana, deve dirigir-se aos Serviços Médicos específicos destas entidades. O requerimento deve ser dirigido ao Presidente do Júri da Junta Médica e, após a entrada do pedido, o requerente deverá ser notificado num prazo máximo de 60 dias, altura em que é comunicada a data para realização da junta médica. No dia de comparecer à Junta Médica, o utente deve levar consigo toda a documentação que sirva de apoio e justifique o estado de incapacidade permanente. Relatórios médicos, exames complementares, prescrição de medicação e todos os elementos relevantes para o caso são importantes para a avaliação. Após análise da situação, o Presidente da Junta Médica emite, via manual ou informática, o chamado Atestado Médico de Incapacidade Multiusos, que tem o custo de 50€ quando é emitido pela primeira vez. Para avaliar a percentagem de incapacidade do utente, é realizada uma avaliação que tem conta a Tabela Nacional de Incapacidades por Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais, prevista no Decreto-Lei n.º 352/2007, de 23 de Outubro. RENOVAÇÃO DE ATESTADO DE INCAPACIDADE Existem duas situações para as renovações do atestado de incapacidade. São elas: No caso da incapacidade ser permanente, a renovação é gratuita; Nas situações em que a capacidade não é permanente ou irreversível, o custo para a nova emissão do documento é de 5€. BENEFÍCIOS Pessoas que tenham comprovadamente um grau de incapacidade permanente, e que seja igual ou superior a 60%, usufruem de alguns benefícios fiscais – e outros -, que estão mesmo previstos no Código de IRS. Isto acontece porque essas pessoas têm, geralmente, um grau bastante elevado de despesas com consultas e tratamentos, o...

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Fábrica Peugeot-Citroen (Mangualde) vai criar até 300 novos postos de emprego
Fev14

Fábrica Peugeot-Citroen (Mangualde) vai criar até 300 novos postos de emprego

A produção de um novo modelo na fábrica Peugeot-Citroen (PSA) de Mangualde deverá criar uma terceira equipa de trabalhadores em 2019, que poderá incluir entre 250 a 300 pessoas, segundo o diretor da unidade. “As primeiras expectativas para o carro novo (denominado K9) são de aumentar a produção até aos 75 mil carros, o que nos obriga a montar uma terceira equipa (de trabalhadores), que é o que todos esperamos”, afirmou José Maria Castro Covello, em declarações à agência Lusa. “As expectativas são de que, se tudo correr bem, em 2019 a fábrica tenha que meter uma terceira equipa para suprir as necessidades do mercado”, previu. Segundo o responsável, na fábrica de Mangualde, no distrito de Viseu, trabalham cerca de 725 pessoas, prevendo-se que no lançamento do novo modelo estarão duas equipas, integrando 650 pessoas. “Uma terceira equipa incluiria 250/300 pessoas. Além das necessidades próprias da fábrica, haverá um aumento do ‘sourcing’ (abastecimento externo)”, adiantou o responsável à Lusa, indicando que dos atuais 4% de compras a fornecedores portugueses se deverá passar para 25% aquando do novo modelo. Castro Covello referiu que haverá, assim, “100 empregos indiretos de proximidade que se devem criar”. Já quanto à produção atual veículo, denominado B9 (Citroen Berlingo e Peugeot Partner), pode ter chegado às 50 mil unidades fabricadas em 2016 (os valores ainda não estão fechados), envolvendo 260 fornecedores e criando 200 empregos indiretos. Atualmente, a fábrica está a ser preparada para o novo modelo (o K9), cuja primeira caixa deverá ser produzida no final deste ano, estando agendado o lançamento do veículo em 2018. “Os ensaios estão a ser muito positivos e o carro deverá ser um grande sucesso. Mas temos um pequeno problema em Portugal, que pode ter certos riscos para a atividade industrial, que é o tema das portagens”, admitiu o responsável, indicando que o eixo dianteiro superior a 1,20 metros deixará o K9 de fora da classe que paga menos nas portagens (classe 1). “Acho que está em vias de solução” a questão das cobranças nas autoestradas, indicou o responsável, numa referência à constituição de um grupo de trabalho e a uma conversa que teve com o primeiro-ministro, António Costa, sobre o tema. Em causa está a discussão dos critérios de classificação de veículos para pagamento de portagens nas autoestradas, nomeadamente a alteração do critério de altura no eixo dianteiro dos automóveis. A Associação Automóvel de Portugal (ACAP) já solicitou que dos atuais 1,10 metros se passe para mais de 1,30 metros. José Maria Castro Covello referiu ainda a aposta do grupo PSA na indústria digital, que será acelerada com a participação no projeto INDTECH 4.0 — novas tecnologias...

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6 formas de ganhar dinheiro estando desempregado
Fev13

6 formas de ganhar dinheiro estando desempregado

Se está desempregado(a), não desespere! Há várias formas de conseguir “amealhar” algum dinheiro. Damos-lhe alguns exemplos. Nos tempos que correm todos os rendimentos extras contam. E para quem está desempregado mais ainda. Mas afinal há como ganhar dinheiro estando desempregado?! A resposta é: sim, há! Seja porque está desempregado ou porque simplesmente necessita de um dinheiro extra no final do mês, há várias formas de poder ganhar dinheiro. Veja como! CRIATIVIDADE E DISPONIBILIDADE Sim, acima de tudo vai necessitar dos dois elementos acima mencionados para ter sucesso na sua missão de ganhar dinheiro estando desempregado: criatividade e disponibilidade. Mas calma, os exemplos que lhe vamos deixar a seguir, são flexíveis para que os possa facilmente conciliar com outras atividades. 1. SERVIÇOS FREELANCE Se quer saber como ganhar dinheiro estando desempregado, esta deverá ser a primeira e grande possibilidade que lhe vai surgir. Os trabalhos em regime freelance estão em alta e abrangem as mais diversas áreas de atividade. Uma rápida pesquisa e vai encontrar vários sites de trabalho freelance. Clickworker, Freelancer.pt ou Zaask são apenas algumas das muitas plataformas que lhe vão permitir encontrar várias ofertas de trabalho que pode facilmente realizar a partir do conforto do seu sofá, por exemplo. Mas não se limite a estes sites. Procure diretamente em empresas e verá que encontra mais ofertas do que imagina. 2. EXPLICAÇÕES OU AULAS EM CASA Vizinhos, primos, filhos de amigos ou simples desconhecidos podem ser a sua resposta se quer saber como ganhar dinheiro estando desempregado. Pense nas áreas de ensino e aprendizagem em que se sente mais à vontade comece a dar explicações a estudantes. Matemática, português, inglês, história, química, etc… hipóteses não lhe faltam. Desde que tenha bons conhecimentos só tem que divulgar os seus serviços. Deixe um anúncio no quiosque da sua rua, na padaria habitual, peça aos seus familiares e amigos para espalharem a notícia e vai ver que em menos que nada, está a juntar uns “euritos” e a ajudar estudantes em apuros. 3. CRIE UM NEGÓCIO ONLINE São muito comuns hoje em dia e estão disponíveis a todos, muito graças às redes sociais. Bijuterias, lembranças de casamento feitas à mão, presentes personalizados, bolos, serviços de decoração, acessórios, entre outros, são algumas das páginas que vai encontrar no Facebook (por exemplo). As possibilidades são mais que muitas e podem facilmente ser conciliados até com possíveis trabalhos ou atividades. São inclusivamente, vários os casos em que os projetos alcançaram dimensões tais que acabaram por se tornar negócios a tempo inteiro. 4. REVENDA DE PRODUTOS Avon, Oriflame, Yves Rocher ou Mary Kay, são apenas alguns exemplos de grupos onde basta que se inscreva para...

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Subsídio de Desemprego – Quais as condições para ter direito e o que fazer para obter
Fev02

Subsídio de Desemprego – Quais as condições para ter direito e o que fazer para obter

Subsídio de Desemprego – O que é É uma prestação em dinheiro atribuída aos beneficiários desempregados para compensar a falta de remuneração motivada pela perda involuntária de emprego. Condições de atribuição Residir em território nacional Estar em situação de desemprego involuntário Ter capacidade e disponibilidade para o trabalho Estar inscrito para procura de emprego no centro de emprego da área de residência Ter o prazo de garantia exigido: 360 dias de trabalho por conta de outrem com registo de remunerações nos 24 meses anteriores à data do desemprego. Nos casos de: – Trabalhadores das artes do espetáculo e do audiovisual o prazo de garantia exigido é de 450 dias de trabalho por conta de outrem com registo de remunerações nos 36 meses anteriores à data do desemprego – Trabalhadores agrícolas e do serviço doméstico, consideram-se os períodos de registo de remunerações por equivalência à entrada de contribuições (em que esteve a receber prestações de doença  ou parentalidade do sistema previdencial) até ao máximo de 120 dias. Para o prazo de garantia são contados os dias em que trabalhou: Num Estado da União Europeia, na Islândia, Noruega, Listenstaina ou Suíça Em países com os quais Portugal celebrou Acordos de Segurança Social, que permitam que os períodos de contribuições registados nesses países possam ser contados em Portugal para acesso ao subsídio de desemprego. Para o prazo de garantia não são contados os dias: Em que o trabalhador recebeu prestações de desemprego De coexistência de subsídio parcial por cessação de atividade e exercício de atividade profissional por conta de outrem ou independente Que serviram de contagem para perfazer o prazo de garantia em situação de desemprego anterior. Acumulação com outros benefícios Pode acumular com: Indemnizações e pensões por riscos profissionais e equiparadas Bolsa complementar paga durante a realização de trabalho socialmente necessário. Não pode acumular com: Prestações compensatórias da perda de remuneração de trabalho (ex: subsídio de doença, subsídio parental inicial ou por adoção) Pensões atribuídas pela Segurança Social ou por outro sistema de proteção social obrigatório, incluindo o da função pública e sistemas de Segurança Social estrangeiros Prestações de pré-reforma e outros pagamentos regulares, normalmente designados por rendas, feitos pelo empregador por motivo da cessação do contrato de trabalho.   Como requerer O subsídio de desemprego é requerido no prazo de 90 dias consecutivos a contar da data do desemprego, no centro de emprego. A entrega do requerimento depois do prazo de 90 dias, mas durante o período legal de concessão das prestações, determina a redução no respetivo período de concessão, pelo tempo correspondente ao atraso verificado. O beneficiário deve inscrever-se no centro de emprego antes de requerer o subsídio. Nota:...

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Conheça os apoios que existem para quem está desempregado e sem rendimentos
Jan30

Conheça os apoios que existem para quem está desempregado e sem rendimentos

Todos nós conhecemos um familiar, amigo, vizinho ou conhecido que se encontra neste momento numa situação de desemprego. Apesar de os dados oficiais mostrarem que o número de desempregados em Portugal está a descer, a verdade é que ainda são muitas as pessoas que vivem este problema. Segundo dados do INE, no último trimestre de 2013 existiam cerca de 827 mil pessoas desempregadas. Deste número, apenas 375 mil recebiam subsídio de desemprego. Por isso mesmo, se já esgotou ou está perto de esgotar o seu subsídio de desemprego, saiba quais as soluções que tem ao seu alcance para impedir a rutura do seu orçamento familiar enquanto não encontra um novo trabalho. 1. Solicite o subsídio social de desemprego subsequente: Para quem está a chegar ao final do período de atribuição do subsídio de desemprego, uma solução possível passa pela solicitação do subsídio social de desemprego. Esta prestação social tem duas modalidades: pode ser atribuída aos desempregados que não reuniram as condições necessárias para conseguir aceder ao subsídio de desemprego (subsídio social de desemprego inicial); mas também pode abranger as pessoas que já receberam a totalidade do subsídio de desemprego mas ainda não conseguiram regressar ao mercado de trabalho. No entanto, nem todas as pessoas podem solicitar este apoio. Para ter acesso ao subsídio social de desemprego subsequente terá de cumprir com vários requisitos. Por exemplo: a pessoa e o seu agregado familiar têm de ter um património mobiliário inferior a 100.612,80 euros. Isto inclui depósitos, certificados de aforro, ações, fundos de investimento, entre outros. Além disso, é necessário também cumprir com a condição de recursos. Ou seja: Os rendimentos mensais por pessoa do agregado familiar não podem ser superiores a 80% do IAS (335,38 euros), sendo que cada membro da família tem uma ponderação diferente. Para saber com exatidão o valor do apoio prestado no subsídio social subsequente e as condições de acesso consulte o site da Segurança Social. 2. Contratos Emprego-Inserção preveem a atribuição de bolsas em troca de trabalho socialmente necessário: Desde o final de janeiro que entraram em vigor as novas regras para os “contratos emprego-inserção” e os “contratos emprego-inserção +” promovidos pelo IEFP. Estes programas preveem a ocupação de pessoas desempregadas através do desempenho de trabalho socialmente necessário em troca de uma bolsa que pode chegar até aos 419, 22 euros. Até há pouco tempo, estas duas medidas destinavam-se apenas a desempregados que estavam a receber o subsídio de desemprego, o subsídio social de desemprego ou o rendimento social de inserção. No entanto, com a reformulação do diploma, desde o final de janeiro que estes programas passaram a abranger mais pessoas, nomeadamente os desempregados que...

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Devo ir maquilhada para uma entrevista de emprego?
Jan23

Devo ir maquilhada para uma entrevista de emprego?

Para um homem, uma mulher maquilhada tem mais prestígio. Para uma mulher, usar batom e base implica ser dominante. A decisão de usar batom e rímel pode ser um assunto mais sério do que se pensa. Em particular no local de trabalho. Viktoria Mileva, uma bem maquilhada investigadora da Universidade de Sterling, Escócia, publicou um artigo na revista Perception, onde analisa o impacto da maquilhagem. E fê-lo através de duas experiências. Numa delas, os investigadores fotografaram 40 colegas, do sexo feminino, com e sem maquilhagem. A seguir mostraram estas fotos a outro grupo de 128 colegas, rapazes e raparigas. A cada um deles foi pedido que fizesse uma classificação em termos de atratividade, prestígio e domínio. No estudo, percebeu-se que as mulheres maquilhadas eram vistas pelos homens, e só por eles, como tendo mais prestígio e pelas mulheres, e só por elas, eram vistas como sendo dominantes. Ambos os sexos consideraram que uma mulher maquilhada é mais atraente. Noutra experiência, 48 mulheres jovens olharam para as 40 fotos e responderam a perguntas como: teria ciúmes se esta mulher interagisse com o seu parceiro? Conclusão: as mulheres maquilhadas foram consideradas mais atraentes para os homens e mais promíscuas, pelo que sentiriam mais ciúmes relativamente a estas. Os autores do estudo pensam que os homens não costumam ver as mulheres como uma ameaça, pelo menos do ponto de vista físico, daí a maquilhagem não afetar a percepção da sua capacidade de dominar. As mulheres, por outro lado, podem encarar as outras mulheres, quando maquilhadas, como uma ameaça e por isso socialmente dominantes. Viktoria Mileva acredita que esta questão vai muito além do faits-divers, tendo implicações, por exemplo, no mundo do trabalho. “Por exemplo, numa entrevista de emprego, conhecer a composição dos recrutadores, se são homens ou mulheres, pode influenciar a decisão da candidata relativamente a usar maquilhagem ou não. A forma como os entrevistadores irão olhar para a candidata, como atraente, dominante ou com prestígio pode afetá-la a ela, aos entrevistadores e até condicionar o resultado da própria entrevista. Daí que entender as potenciais implicações do uso de cosméticos possa ser importante não só para o utilizador como para a pessoa que está a avaliar”, conclui a principal autora do estudo. FONTE:...

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10 dicas para mudar de emprego em 2017
Jan19

10 dicas para mudar de emprego em 2017

A revista TIME elaborou uma lista com sugestões para desempregados ou para quem está a considerar mudar de trabalho em 2017. O início do novo ano é sempre uma altura de reflexão e tomada de decisões. É a época do ano em que, provavelmente, mais pessoas pensam em deixar de fumar, em perder peso, em mudar algum aspeto da sua vida. Uma das grandes decisões é a mudança de emprego. Se está a considerar trocar de trabalho, principalmente se desempenhou a mesma função numa empresa durante vários anos, há vários fatores que deve considerar, desde os métodos disponíveis para encontrar vagas até à elaboração da candidatura. A lista abaixo, elaborada pela revista norte-americana TIME, deixa-lhe dez sugestões, que se aplicam tanto a desempregados como a quem está a considerar mudar de trabalho no próximo ano, que podem facilitar a concretização da desejada mudança. 10 dicas para mudar de emprego em 2017 1. Fale com amigos e familiares Pergunte aos amigos e familiares se sabem de oportunidades, pode ter sorte. 2. Valorize-se. Aumente os seus conhecimentos Invista em desafios que o ajudem a aumentar as suas competências, como workshops na área que lhe interessa. Inscrever-se em palestras ou tornar-se membro de uma associação pode também ser uma mais valia. 3. Procure o que o faz feliz Se está a pensar mudar de emprego, em primeiro lugar deve identificar as razões que o levam a considerar essa decisão. O que o faria feliz? Trabalhar numa empresa maior ou mais relevante? Sente que está estagnado e precisa de desafios? Isolar o que é mais importante vai ajudá-lo a identificar e excluir empresas durante a sua procura. Tente ignorar um pouco a parte do salário durante esta consideração. 4. Mostre que é a pessoa indicada para aquele trabalho Procure saber qual é o valor salarial que corresponde à posição que procura e não deixe que o empregador baixe o valor por questões de género ou idade. Faça valer a sua posição, use os seus trunfos para conseguir negociar o seu contrato e mostre que é a pessoa indicada para o cargo. Tem de conseguir que o entrevistador perceba que é o candidato com as qualificações adequadas para desempenhar as tarefas da posição em aberto. 5. Atualize o currículo Esta dica pode parecer cliché, mas não nos referimos à simples atualização depois de alguns anos no mesmo emprego. Se tem alguns anos de carreira, considere remover os seus primeiros empregos ou estágios, uma vez que a sua experiência já não depende do que aprendeu nessa altura. Os anos que já dedicou à sua profissão valem por si. 6. Elimine competências que advêm da sua...

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