Estágios Profissionais Remunerados em Leiria, Aveiro, Coimbra e Viseu
Nov05

Estágios Profissionais Remunerados em Leiria, Aveiro, Coimbra e Viseu

Estágios Profissionais Remunerados em Leiria, Aveiro, Coimbra e Viseu. REGALIAS: Doutoramento – 1.053,14€ – Bolsa de estágio Mestrado – 921,50€ – Bolsa de estágio Licenciado – 789,86€ – Bolsa de estágio Subsídio de alimentação – 4,77€ Seguro de acidentes de trabalho Formação e acompanhamento contínuo Integração numa equipa de trabalho especializada com um sistema de gestão certificado Perspetivas de evolução de carreira Bom ambiente de trabalho Perspetivas de celebração de contrato de trabalho no final do estágio Para consultar as ofertas disponíveis e fazer a sua candidatura clique no link que se encontra nos comentários...

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Cursos superiores com mais saída em Portugal (2020)
Out29

Cursos superiores com mais saída em Portugal (2020)

Todos os anos, o portal Infocursos – gerido pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), com o apoio da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) – publica dados estatísticos referentes aos cursos superiores em Portugal, incluindo licenciaturas e mestrados integrados. É através destas estatísticas que podemos identificar quais as opções com maior empregabilidade no país. Não obstante, os números são analisados consoante os recém-diplomados inscritos nos centros de emprego do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Assim, a imagem retirada pode não corresponder 100% à realidade, pois os novos diplomados podem estar a trabalhar em outras áreas profissionais que não a sua área de formação. Olhando para a base de dados disponibilizada em junho de 2020, e tendo como referência os recém-diplomados entre os anos letivos de 2014/15 e 2017/18, que se encontravam desempregados em junho 2019 ou em dezembro de 2019, rapidamente concluímos que o cenário é positivo. Por um lado, há apenas 3,3% de recém-diplomados por universidades e politécnicos públicos desempregados, sendo que a taxa é ligeiramente superior no setor privado: 3,9%. Por outro lado, há 42 cursos que apresentam taxas de desemprego extremamente baixas (entre os 0,1% e os 0,5%). Leia o nosso artigo até ao final e confira quais são esses 42 cursos! 1. Ciências Biomédicas Laboratoriais O curso de licenciatura em Ciências Biomédicas Laboratoriais no Instituto Politécnico de Lisboa lidera o ranking dos cursos com mais saída em 2020, apresentando uma taxa de desemprego de 0,1%. 2. Enfermagem Diversos cursos de licenciatura em Enfermagem, quer do ensino superior público, quer do privado, estão também no ranking dos cursos com mais saída em Portugal. No entanto, é possível verificar que os mesmos apresentam taxas de desemprego que variam entre os 0,1% e os 0,5%: Instituto Politécnico de Santarém – 0,1%; Universidade de Aveiro – 0,1%; Escola Superior de Enfermagem de Lisboa – 0,1%; Instituto Politécnico de Castelo Branco – 0,1%; Universidade Católica Portuguesa – 0,2%; Instituto Politécnico de Leiria – 0,3%; Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa – 0,4%; Escola Superior de Saúde Egas Moniz – 0,4%; Escola Superior de Enfermagem S. Francisco das Misericórdias – 0,5%; Instituto Politécnico de Portalegre – 0,5%. 3. Engenharia Informática Alguns cursos de licenciatura em Engenharia Informática, quer do ensino superior universitário, quer do politécnico, situam-se nas primeiras posições do ranking dos cursos com mais saída em Portugal. Os mesmos apresentam taxas de desemprego que variam entre os 0,2% e os 0,4%: ISCTE ? Instituto Universitário de Lisboa – 0,2%; Universidade de Lisboa – 0,3%; Instituto Politécnico de Setúbal – 0,4%. 4. Economia O curso de licenciatura em Economia na Universidade Católica Portuguesa consta também...

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[Para ESTUDANTES] Dicas para ganhar dinheiro extra enquanto estuda
Out08

[Para ESTUDANTES] Dicas para ganhar dinheiro extra enquanto estuda

A maior dificuldade é conjugar o horário das aulas com os horários de trabalho e garantir que as aulas e os trabalhos não ficam prejudicados com a atividade profissional. Em Portugal, os trabalhadores estudantes têm direito a algumas condições especiais, como existência de uma fase especial. Contudo, para terem direito a este estatuto têm de cumprir alguns requisitos e tratar da documentação necessária. Em Portugal a idade mínima para trabalhar são os 16 anos, sendo que é necessário garantir a inscrição no ensino secundário ou a conclusão do ensino obrigatório. Além disso, os menores não podem executar nenhuma tarefa que ponha em causa o seu bem-estar físico ou psíquico, e as tarefas têm que ser adequadas à sua idade. Trabalhar em part-time Um trabalhador a tempo parcial tem menos horas de trabalho que uma semana de horário completa e pode não trabalhar todos os dias da semana. Alguns setores, como a restauração ou hotelaria, podem necessitar de reforços apenas ao fim-de-semana, que permite conjugar perfeitamente o trabalho com o horário das aulas. Trabalhos temporários As vagas para trabalhos temporários surgem muitas vezes nas alturas em que são necessários mais reforços, como o verão ou alturas de festividades como o Natal. Neste caso, é possível trabalhar apenas nas alturas de festas escolares, o que garante que o aproveitamento escolar não será prejudicado. Dentro do trabalhos temporários, temos os reforços para o comércio, restauração e hotelaria, realização de inquéritos ou sondagens. Os trabalhos temporários podem encontrar-se nos mesmos locais que os trabalhos em part-time ou a tempo inteiro, mas também através de agências de trabalho temporário. Neste caso, as agências irão fazer uma entrevista para determinar o seu perfil e capacidades, fazendo depois a ponte com a entidade que procura trabalhadores. Freelancer ou trabalhador independente Trabalhar como freelancer pode ser uma forma de conseguir ganhar experiência profissional na área de trabalho e ao mesmo tempo ganhar algum dinheiro extra. Para trabalhar como freelancer, pode começar por falar com as pessoas que conhece, incluindo professores, e oferecer-se para auxiliar em projetos ou começar a tentar desenvolver a sua base de clientes. Não nos podemos esquecer da possibilidade de desenvolver um site de apresentação ou começar a trabalhar através de plataformas que colocam em contato os freelancers e os empregadores. Se domina uma língua estrangeira, com a ajuda destas plataformas, o mercado para o qual pode trabalhar já é maior. Trabalhar como freelancer tem a vantagem de não haver um horário a cumprir, portanto é perfeitamente possível coordenar os horários das aulas. Neste caso, outra das vantagens é que permite controlar o volume de trabalho e se estiver numa altura em que necessita...

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Está desempregado/a? Conheça 10 apoios a que pode ter direito
Out01

Está desempregado/a? Conheça 10 apoios a que pode ter direito

Um dos apoios a desempregados mais conhecidos é o subsídio de desemprego, mas existem outras prestações sociais para as pessoas que se encontram em momento de transição de carreira, entre empregos, ou sem ocupação. Embora a taxa de desemprego tenha vindo a decrescer gradualmente, após ter alcançado máximos históricos durante os anos da crise financeira, há ainda milhares de portugueses que se encontram nesta situação. E em muitos desses casos, os desempregados não reúnem as condições para aceder ao subsídio de desemprego ou já receberam a totalidade do valor a que tinham direito, continuando desempregados. Mas há mais apoios sociais a que estas pessoas podem recorrer. Se este é o seu caso ou de um familiar seu, conheça de seguida alguns dos apoios a desempregados que existem atualmente. 10 APOIOS A DESEMPREGADOS: MONTANTES E CONDIÇÕES PARA OS REQUERER Apresentamos uma lista dos vários apoios a desempregados existentes, bem como dos valores que representam e as condições necessárias para ter direito a eles. 1 – Subsídio de desemprego O subsídio de desemprego, como já referimos, é, de todos os apoios a desempregados, o mais conhecido. Estar desempregado significa estar sem receber um salário, pelo que este subsídio assume uma importância vital para muitas pessoas que se encontram sem emprego num determinado momento da sua vida. Trata-se de uma prestação monetária concedida aos beneficiários desempregados com o intuito de compensar a falta de remuneração derivada da perda involuntária de emprego. O valor base mensal do subsídio de desemprego equivale a 65% da remuneração de referência, tendo por base o cálculo feito a 30 dias por mês. No caso de ser ex-pensionista de invalidez considerado apto para o trabalho, o valor é atualmente de 351,05 € se viver sozinho, ou de 438,81€ se vive com familiares.2 2 – Majoração do subsídio de desemprego O subsídio de desemprego, na forma do montante diário, pode sofrer ainda uma majoração (ou aumento) de 10% se no mesmo agregado familiar ambos os cônjuges ou pessoas a viver em união de facto estiverem a receber subsídio de desemprego e tiverem filhos ou equiparados a seu cargo, ou ainda quando, num agregado monoparental, o parente único esteja a receber subsídio de desemprego.3 3 – Subsídio social de desemprego Trata-se de uma prestação em dinheiro atribuída ao beneficiário na situação de desemprego, para compensar a falta de remuneração motivada pela perda involuntária de emprego, e pode assumir duas formas distintas: Subsídio social de desemprego inicial: atribuído quando o beneficiário não reúne as condições para receber o subsídio de desemprego;Subsídio social de desemprego subsequente: concedido nos casos em que o beneficiário já recebeu a totalidade do subsídio de desemprego a que tinha direito e permanece desempregado. Para ambas as prestações o valor a receber varia consoante a composição do...

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Novos Estágios ATIVAR.PT

Os estágios ATIVAR.PT, recentemente criados sob a tutela do IEFP, I.P., visam apoiar a inserção de jovens no mercado de trabalho e a reconversão profissional de desempregados. Estes estágios vêm substituir os anteriores estágios denominados de “Estágios Profissionais” e contemplam o aumento das bolsas em relação aos anteriores. 1. A quem se aplica?  Existem dois grupos de aplicação, um deles dependente da qualificação profissional, e o outro dependente da situação social e económica dos beneficiários. Qualificação profissional: Pessoas com idades entre os 18 e os 30 anos que detenham qualificação de nível 3, 4, 5, 6, 7 ou 8 do quadro nacional de qualificações;Pessoas com idades entre os 31 e os 45 anos, em situação de desemprego há mais de 12 meses, desde que tenham obtido há menos de 3 anos, uma qualificação de nível 3, 4, 5, 6, 7 ou 8 do quadro nacional de qualificações;Pessoas com idade superior a 45 anos, desempregadas há mais de 12 meses, e que detenham os níveis de qualificação 2 ou 3 do quadro nacional de qualificações com inscrição no centro de emprego ou dos níveis 4, 5, 6, 7 ou 8 do quadro nacional de qualificações. Outros beneficiários: Pessoas com deficiência ou incapacidade;Pessoas que integrem família monoparental;Vítimas de violência doméstica;Refugiados;Ex-reclusos e pessoas que cumpram ou tenham cumprido penas ou medidas judiciais não privativas de liberdade, em condições de se inserirem na vida ativa;Toxicodependentes em processo de recuperação;Pessoas que tenham prestado serviço efetivo em Regime de Contrato, Regime de Contrato Especial ou Regime de Voluntariado nas Forças Armadas que se encontrem nas condições previstas no n.º 2 do artigo 22.º do Decreto-Lei n.º 76/2018, de 11 de outubro; Pessoas em situação de sem-abrigo; ePessoas a quem tenha sido reconhecido o Estatuto do Cuidador Informal e que tenham prestado cuidados enquanto cuidador informal principal. 2. Já frequentei um estágio financiado pelo Estado Português. Posso candidatar-me ao ATIVAR.PT? Sim, desde que tenha obtido outro nível de qualificação após a realização do estágio anterior ou uma qualificação em área diferente (para os casos em que o novo estágio se enquadra na nova área). 3. Qual é o prazo do estágio? 9 meses na maioria dos casos, sendo de 12 meses para as pessoas portadoras de deficiência ou incapacidade; toxicodependentes em processo de recuperação; pessoas em situação de sem-abrigo e pessoas a quem tenha sido reconhecido o estatuto de cuidador informal e que tenham prestado cuidados enquanto cuidador informal principal. 4. Qual é o valor da bolsa de estágio?  Nível 3 QNQ: 1,2 IAS correspondente a € 526, 57 Nível 4 QNQ: 1,4 IAS correspondente a € 614,33 Nível 5 QNQ: 1,5 IAS correspondente a € 658,22 Nível 6: 1,8 IAS...

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Empregos bem pagos sem curso superior: Descubra quais são

Ter uma licenciatura não é significado de ter um emprego bem remunerado. A procura por talentos leva as empresas a valorizar cada vez mais os salários de profissões técnicas e o “canudo” já não é o único fator determinante. Por isso mesmo, se não tem uma licenciatura, fique a saber que existem empregos bem pagos sem curso superior. Sabia que os fundadores das maiores empresas do setor tecnológico como o Steve Jobs, Michael Dell, Mark Zuckerberg e Bill Gates nunca chegaram a concluir as suas licenciaturas? E não é por acaso que as suas empresas (que lideram o mercado), se diferenciam pelo seu modelo de recrutamento, que favorece o potencial de desenvolvimento dos candidatos dentro da empresa, sem olharem para o seu grau de formação. São várias as empresas a adotar este método, tendo em conta que existem cada vez menos profissionais qualificados disponíveis no mercado, para darem resposta àquilo que as empresas procuram. O que faz com que estas contratem profissionais com um perfil mais técnico e, posteriormente, os qualifiquem internamente. SEM CURSO SUPERIOR, MAS COM UM BOM SALÁRIO: 24 EXEMPLOS Eis uma lista de 24 empregos bem pagos sem curso superior, tendo por base a remuneração média mensal base nacional – 943€ em valores brutos. Tome nota: Tripulante de cruzeiros (salário entre 1.800€ e 2.500€); Programador (salário entre 1.800€ e 2.100€); Especialista em reparação e instalação de elevadores (salário entre 1.800€ e 2.300€); Instalador de sistemas solares e/ou eólicos (salário entre 1.800€ a 2.000€); Técnico de maquinação e programação (salário entre 1.300€ e 1.800€); Técnico de manutenção aeronáutica (salário entre 1.500€ e 1.900€); Técnico de análise laboratorial (salário entre 1.300€ e 1.800€); Técnico de audiovisuais (salário entre 1.300€ e 1.500€); Técnico de multimédia (salário entre 1.300€ e 1.500€); Designer gráfico (salário entre 1.300€ e 1.500€); Técnico de comunicação (salário entre 1.300€ e 1.500€); Técnico de marketing (salário entre 1.300€ e 1.500€); Optometrista (salário entre 1.300€ e 1.500€); Técnico de mecatrónica (salário entre 1.300€ e 1.500€); Técnico de manutenção industrial (salário entre 1.200€ e 1.800€); Técnico de eletrónica industrial (salário entre 1.200€ e 1.800€); Técnico de informática (salário entre 1.200€ e 1.800€); Soldadores e serralheiros (salário entre 1.200€ e 1.500€); Assistentes de bordo (salário entre 1.200€ e 1.500€); Eletricistas (salário entre 1.200€ e 1.500€); Técnico de instalações elétricas (salário entre 1.200€ e 1.500€); Técnico de desenho de construção civil (salário entre 1.200€ e 1.500€); Secretárias administrativas (salário entre 1.000€ e 1.200€); Técnico de contabilidade (salário entre 950€ e 1.100€). A VALORIZAÇÃO SALARIAL DAS CARREIRAS TÉCNICAS Como já referimos, as empresas têm vindo a valorizar cada vez mais os profissionais com uma formação técnica. Mas porque motivo estão as...

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Centros de emprego com atendimento por videoconferência em Maio

O Instituto de Emprego e Formação Profissional vai avançar em Maio com um canal de atendimento por videoconferência destinado à colocação no emprego dos inscritos em centro de emprego. Em comunicado, o IEFP explica que está neste momento a fazer o levantamento do número de inscritos com acesso aos meios tecnológicos necessários para o atendimento em videoconferência para que seja disponibilizada esta alternativa de acesso aos serviços de emprego. “Pretende-se com esta iniciativa melhorar a qualidade da resposta aos candidatos a emprego, através do desenvolvimento das intervenções técnicas necessárias ao seu processo de inserção, das quais se destacam as sessões coletivas e entrevistas individuais, por recurso à videoconferência”, explica o organismo. Numa primeira fase, este canal de atendimento vai servir para a realização de sessões coletivas online sobre os direitos e deveres do desempregado e sobre a utilização de ferramentas de apoio à inserção profissional. O mesmo meio será usado para as entrevistas pelos serviços de emprego, explica o IEFP na página onde reúne informação sobre os diferentes canais de contacto disponíveis durante a pandemia (e-balcão, linha 300 010 001 ou portal iefponline, para pedir o subsídio de desemprego, por exemplo). Entretanto, mantêm-se ainda em vigor as medida adotadas em março, que dispensam quem recebe o subsídio de desemprego da obrigação de apresentação quinzenal e da procura ativa de emprego. Até ao final de junho estão também a ser renovadas automaticamente as prestações de subsídio de desemprego e rendimento social de inserção cujos prazos terminavam dentro deste período. Foram já prorrogadas 12.512 prestações por desemprego, segundo a informação do Gabinete de Estudos e Planeamento do Ministério do Trabalho. FONTE: Dinheiro...

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Como encontrar emprego sem sair de casa

Como ajudar os portugueses a encontrar emprego sem sair de casa. Foi esta a premissa do desafio que a Multipessoal lançou a si mesma, de forma a ajudar quem procura trabalho em tempos particularmente desafiantes como os que vivemos. Assim, a Multipessoal reuniu na sua plataforma online mais de 500 propostas de emprego online, permitindo a qualquer pessoa com acesso à internet candidatar-se a oportunidades de emprego em Portugal inteiro, para as mais variadas áreas e setores de atividade. “Também os passos que seguem uma candidatura foram adaptados e temos neste momento a capacidade de realizar todo o processo de recrutamento e seleção por via digital”, explica a empresa. “A nossa prioridade são as pessoas e, neste momento em especial, a sua segurança. Por isso, adaptámos métodos e processos para continuarmos a dar resposta às necessidades da população, garantindo a possibilidade de encontrarem o seu próximo emprego a partir das suas casas”, declara Zeinul Jamal, chief commercial officer da empresa de Recursos...

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IEFP suspende formações e procura ativa de emprego
Mar23

IEFP suspende formações e procura ativa de emprego

Quem estiver desempregado, a receber subsídio, NÃO vai ter de manter a procura ativa de emprego, devido ao surto de Covid-19. Também todas as formações da responsabilidade do Instituto de Emprego e Formação Profissional vão ser suspensas, pelo menos, até 9 de Abril de 2020. Em comunicado, o IEFP adianta ainda que as convocatórias recebidas nos últimos dias ficam sem efeito. A dispensa de procura ativa de emprego fica suspensa «até comunicação em contrário», acrescenta o Instituto. Os serviços do IEFP não estão encerrados, mas é recomendado que sejam utilizadas as comunicações por e-mail (info.iefp@iefp.pt) ou através do site. FONTE:...

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Quem finge que trabalha é tão bem visto como os que realmente trabalham! [Concluiu Estudo]
Mar05

Quem finge que trabalha é tão bem visto como os que realmente trabalham! [Concluiu Estudo]

Quem finge que trabalha é tão bem visto como os que realmente trabalham, aponta um estudo levado a cabo por Erin Reid – Professora Assistente de Comportamento Organizacional – da Universidade de Boston. Se és um trabalhador exemplar, assíduo e pontual, mata-se a fazer horas extras para melhorar o seu desempenho na empresa, pense duas vezes. O estudo indica que o trabalhador 100% esforçado é tão bem visto como o que não se esforça nada, ou que produz pouco. Esta investigação de Erin Reid, publicada na Organization Science, revela que os trabalhadores que fingem que trabalham, não reclamam do trabalho aos fins de semana, no entanto, marcam coisas que não podem fazer. São participativos em ‘opiniões’, mas disfarçam bastante bem na hora de trabalhar, chegando a fazer muito menos do que aquilo que é exigido. Com base nesta investigação, o Business Insider indicou três grupos de trabalhadores: -Os que trabalham a 100 por cento, dando toda a sua dedicação. -Os que resistem ao trabalho de forma declarada (licenças de paternidade/maternidade, baixas e semelhantes). -E o último grupo, os que fogem ao trabalho, os ‘fingidores’. Este último grupo é das pessoas que ‘disfarçam’ no trabalho, fazendo menos do que os colegas e, no entanto, não ficando mal vistos por isso em termos de avaliações, indica o estudo. O estudo indica que os trabalhadores do primeiro grupo (os empenhados) fazem horas extra, mesmo que não seja pedido, e chegam a levar tarefas para casa. Já os segundos (os que resistem ao trabalho) fazem imensas exigências em termos de carga horária e metem muitas licenças. Os últimos (os que fingem trabalhar) são participativos com as chefias – dando imensas opiniões – no entanto, fogem ou disfarçam bem no trabalho, conclui esta investigação, indicando que este grupo, composto por 31 por cento de homens e 11 por cento de mulheres, conseguem os seus objetivos sem ter de trabalhar muito. A conclusão do estudo indica, que as empresas olham mais à aparência dos colaboradores do que à real performance, dando uma avaliação errada (na maioria das vezes). O estudo revela que o trabalhador que fala muito (o que diz que faz) é na maior parte das vezes o mais bem visto. Já um trabalhador a ‘sério’ e que não fale muito pode ter uma pior avaliação. Para este estudo foram avaliadas 100 pessoas de uma empresa de consultoria, das quais foram analisadas as suas performances e avaliações de...

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Recrutamento de Operador/a de Loja – FÓRUM VISEU

A GALILEU TEMPORÁRIO está a recrutar para MULTINACIONAL representante de marcas líderes de mercado nos setores da Nutrição, Saúde e Bem-Estar, e Beleza, OPERADOR DE LOJA m/f FÓRUM VISEU PERFIL ? Experiência em Atendimento ao Público, em loja; ? Experiência na área alimentar; ? Habilitação literária mínima 9º ano, 12º ano (preferencial); ? Dinâmico e proativo; ? Espírito de Equipa; ? Capacidade para criar empatia junto do cliente. FUNÇÃO ? Atendimento ao público; ? Caixeira/o; ? Reposição de produtos; ? Verificação de datas; ? Limpeza; ? Outros. REQUISITOS ? Disponibilidade imediata; ? Disponibilidade para trabalhar por turnos rotativos; ? Idade entre 20-45 (preferencial); ? Apresentação cuidada; ? Assiduidade e pontualidade; ? Simpatia, dinamismo e responsabilidade. OFERTA ? VB 635,00€; ? SA 6,83€/Dia (pode ser em cartão refeição caso pretenda); ? S. Turno: 127€/mês; ? Domingos: valor normal + 8h de trabalho; ? Horas Noturnas: a partir das 20H + 25%; ? Feriados: a dobrar; ? Proporcionais de férias e natal pagos todos os meses; ? Perspetiva de integração na empresa. Enviar por favor o seu CV e foto atualizados para j.zagallo@galileurh.pt com a referência...

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Carta de despedimento: como se escreve
Out24

Carta de despedimento: como se escreve

Se não está contente com o seu emprego, surgiu uma oportunidade melhor e o seu objetivo é despedir-se a curto prazo, há algumas coisas que deve saber sobre a forma como dar início a esse processo. A carta de despedimento deve ser redigida de acordo com algumas regras, por isso fique atento! REGRAS PARA A ELABORAÇÃO DA CARTA DE DESPEDIMENTO Mesmo quando a relação com as chefias é excelente e o assunto do despedimento é falado de forma clara e aberta, é necessário formalizar a intenção de fazer cessar o contrato. Não deixe de redigir a sua carta de despedimento e de a enviar à entidade empregadora nos prazos legais. Demissão com e sem justa causa Antes de mais, vamos à clarificação dos termos: a palavra “despedimento” aplica-se quando a rescisão do contrato é unilateral e promovida pelo empregador. Se a decisão de deixar o emprego é do funcionário, estamos perante uma “demissão“. Se o motivo da demissão compagina uma justa causa (por exemplo, se a entidade empregadora deixou de lhe pagar), pode rescindir o contrato sem aviso prévio. Se não for esse o caso, deve respeitar os prazos estipulados por lei para dar à sua empresa o chamado aviso prévio. Carta de despedimento, sim, mas em tom amigável Deverá escrever sempre num tom cordial ao dirigir-se à sua entidade empregadora e é aconselhável que a informe sobre a sua intenção de demissão o mais cedo possível. Fazê-lo também o beneficiará a si, porque o empregador poderá atempadamente garantir o pagamento de todos os direitos vencidos, como por exemplo, compensação devida a férias não gozadas e proporcionais dos subsídios de Natal e férias. Quando enviar a carta de despedimento? Respeite os seguintes prazos: Contratos de trabalho sem termo Contratos com menos de 2 anos – 30 dias de aviso prévio;Contratos com mais de 2 anos – 60 dias de aviso prévio. Cessação de contratos de trabalho a termo incerto Contratos com menos de 6 meses – 15 dias de aviso prévio;Contratos entre 6 meses e 2 anos – 30 dias de aviso prévio;Contratos com mais de 2 anos – 60 dias de aviso prévio. Cessação de contratos de trabalho a termo certo Contratos com menos de 6 meses – 15 dias de aviso prévio;Contratos com mais de 6 meses – 30 dias de aviso prévio. Atenção! Se não cumprir o aviso prévio, ao fazer o seu pedido de demissão, será obrigado a pagar uma indemnização à entidade patronal, igual à remuneração de base correspondente ao período de aviso prévio em falta. Como enviar a carta de despedimento? Cumpridos que estão os prazos referidos, garanta que a carta é enviada à entidade por correio registado com aviso...

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