10 Perguntas a fazer numa entrevista de emprego
Ago01

10 Perguntas a fazer numa entrevista de emprego

Saiba que questões deve colocar para chegar mais depressa ao “está contratado/a!” Muitos são os candidatos que, ao se esforçarem tanto em responder corretamente às questões colocadas durante uma entrevista de emprego, se esquecem de algo muito importante: estão ali também para fazer perguntas. Fazer as perguntas certas numa entrevista é importante por dois motivos: Primeiro, quando feitas como deve ser, as perguntas colocadas confirmam as competências e qualificações do candidato. Segundo, o candidato entrevista o empregador tanto como o empregador avalia o candidato. É a sua oportunidade de descobrir se esta é uma empresa à qual se quer juntar. 3 Objetivos a alcançar Quando coloca as questões certas, está a tentar alcançar três objetivos: Assegurar que o entrevistador não tem qualquer espécie de reservas a seu respeito. Demonstrar o seu interesse na empresa. Descobrir se você e o empregador “combinam”. A quantidade de perguntas que pode colocar durante uma entrevista é infinita, mas se se concentrar nestes três pontos, facilmente reconhecerá as que deve fazer. Prepare três a cinco questões para cada entrevista, e utilize efetivamente três delas. 10 Perguntas a fazer numa entrevista de emprego Eis as 10 questões que deve fazer numa entrevista de emprego e as razões para tal: 1. Que competências e experiência tem o candidato ideal? Esta é uma excelente pergunta deixada em aberto que obriga o entrevistador a colocar as cartas na mesa e a ser muito claro relativamente ao que o empregador pretende. Se o seu interlocutor referir algo que ainda não foi abordado, esta é a sua oportunidade. 2. Qual é o maior desafio da empresa em termos de pessoal (recursos humanos), e em que medida é que posso ajudar? Esta questão não só mostra que está imediatamente disponível para ajudar a equipa, como também ajuda a que o entrevistador o imagine no exercício da função. 3. Qual o aspeto da empresa de que gosta mais? Esta pergunta pede que o entrevistador se “abra” consigo e partilhe uma opinião. A resposta também deixa antever o grau de satisfação dos trabalhadores. Um interlocutor com dificuldade em responder é um sinal de aviso enorme. 4. Quais são os critérios de sucesso da posição, nesta empresa ou organização? Aqui mostra o seu interesse em ser bem-sucedido. A resposta adianta como lá chegar e se de facto, você e a empresa, são compatíveis. 5. Tem alguma dúvida relativamente às minhas competências? Adoramos esta pergunta porque mostra arrojo. Mostra igualmente que confia nas suas próprias capacidades e mais-valias. 6. Quais são as oportunidades de formação e desenvolvimento profissional? Esta é uma ótima questão por mostrar interesse em alargar o leque de conhecimentos e em crescer...

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4 estratégias para parecer relaxado numa entrevista de emprego
Jul25

4 estratégias para parecer relaxado numa entrevista de emprego

A entrevista de emprego é uma situação stressante para grande parte dos candidatos, mas isso não significa que deva deixar o recrutador perceber o seu nervosismo. Em momentos delicados como este, demonstrar autoconfiança pode trazer-lhe muitos benefícios para a sua carreira. Por isso, trate de parecer relaxado na conversa. Não sabe como fazer isso? Conheça 4 dicas simples que podem ajudá-lo. 1. PREPARE TÓPICOS DE CONVERSA É sempre melhor antecipar as possíveis questões do recrutador e treinar a sua resposta. É claro que cada oportunidade de emprego apresenta questões bastante específicas, mas parte delas pode ser prevista, como por exemplo, falar sobre os seus pontos fortes e fracos e os seus objetivos de carreira. Antes de ir reveja as suas experiências de trabalho e habilidades que possui. Isso vai dar-lhe a desenvoltura necessária para falar com confiança. 2. MANTENHA O DIÁLOGO Lembre-se: está em uma entrevista de emprego e não num interrogatório. Mantenha um tom de conversa, não se limite apenas a perguntas e respostas. Procure questionar o recrutador sobre alguns aspectos da empresa, lembre-se que a entrevistas deverá servir ambas as partes. O recrutador quer conhecê-lo, mas você também quer conhecer a empresa. Isso vai ajudá-lo a sentir-se mais confortável. 3. LEMBRE-SE DE RESPIRAR É claro que não vai simplesmente deixar de respirar durante a entrevista, mas lembre-se que a sua respiração pode ajuda-lo a manter a calma. Portanto, antes de entrar na sala respire fundo e acalme-se. Lembre-se ainda de falar devagar, com calma, para não parecer desesperado. 4. NÃO ALIMENTE PENSAMENTOS NEGATIVOS Pare de pensar de maneira negativa a respeito de si mesmo. Se vai para uma entrevista de emprego a pensar que escolheu a roupa errada ou que as suas respostas não serão boas, estará destruindo a sua própria confiança. Desligue os pensamentos negativos pelo menos durante o período que antecede a entrevista. Troque-os por mensagens de autoconfiança.   Fonte: Universia...

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Um quarto dos portugueses vai trabalhar para o turismo
Jul04

Um quarto dos portugueses vai trabalhar para o turismo

Estimativa Entre empregos diretos, indiretos e induzidos pelo turismo, o sector promete sustentar acima de um milhão de empregos em Portugal no espaço de uma década. As previsões são do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), a entidade de referência do sector turístico a nível internacional que se juntou aos especialistas da Oxford Economics para estimar o impacto económico e a relevância social que o turismo vai protagonizar em cada país no espaço de uma década. Para Portugal, as estimativas do WTTC não deixam dúvidas quanto à hegemonia do turismo. Entre 2016 e 2027, o contributo total do turismo para a economia portuguesa deverá subir, de 16,6% para 18,5%, no que toca ao PIB, e deverá subir ainda mais, de 19,6% para 22,6%, no que toca ao emprego do país. O contributo total do turismo não se limita a contabilizar apenas os impactos diretos do turismo nos hotéis, bares e restaurantes, agências de viagens, guias turísticos e demais serviços de alojamento, cultura, recreação e lazer diretamente alimentados pelos gastos dos turistas. Também estima os impactos indiretos e induzidos que o turismo tem sobre outros sectores de atividade a montante e a jusante desta cadeia de valor, a começar pelos milhares de fornecedores que alimentam a indústria do turismo em Portugal. Entre empregos diretos, indiretos e induzidos, o turismo promete superar, na próxima década, o milhão de empregos em Portugal. Pelas estimativas do WTTC, os empregos sustentados pela atividade turística atingirão, em 2027, os 441.000 postos de trabalho diretos em atividades turísticas e os 593.000 de postos de trabalho indiretos ou induzidos por este boom de turistas noutros sectores de atividade da economia portuguesa. Tudo somado, estão em causa 1.034.000 postos de trabalho, o equivalente a 22,6% do total da população empregada em 2027. De forma direta, indireta ou induzida, a verdade é que o turismo já sustenta hoje um em cada cinco postos de trabalho existentes em Portugal. Dentro de uma década, serão praticamente um em cada quatro os empregos do país a depender do turismo. A nível europeu, só haverão quatro mercados laborais mais dependentes do turismo do que o português em 2027: Chipre (26,5%), Croácia (27,3%), Grécia (27,9%) e Malta (37,3%). Já a nível internacional, destacam-se ilhas exóticas como Aruba (94,3%), Virgens Britânicas (79,7%) ou Anguilla (73,5%). A nível mundial, a WTTC estima mesmo que o sector das viagens e turismo seja responsável pela dinamização de 23% da criação total de emprego durante a próxima década. O turismo promete responder por um em cada nove empregos no mundo em 2027, quando hoje já sustenta duas vezes mais empregos do que sector financeiro, cinco vezes mais empregos...

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Homens trocam calções por saias face a proibições nos empregos e escolas
Jun23

Homens trocam calções por saias face a proibições nos empregos e escolas

Um jovem britânico foi mandado para casa para trocar de roupa após chegar ao trabalho, na segunda-feira, de calções. Joey Barge decidiu então vestir um vestido e regressou ao emprego. O jovem, de 20 anos, foi impedido de entrar nas instalações do call-center onde trabalha por usar calções, roupa considerada pela empresa como “inapropriada”. Indignado, o britânico decidiu então recorrer ao Twitter e questionou a situação. “Se as mulheres podem usar saias e vestidos no trabalho, também posso usar calções, certo? Não. Acabei de ser mandado para casa”, escreveu.     Como forma de protesto, Joey Barge regressou ao local de trabalho, desta vez de vestido. “Até já, Twitter. Serei mandado para casa em breve”. A empresa, entretanto, resolveu abrir exceções no “dress code” dps colaboradores, “devido às temperaturas extremamente quentes”. Assim passou a ser permitido que os homens no escritório usassem “calções com 3/4 de comprimento”, desde que fossem de cores preto, azul-marinho e bege. Vendo o jovem com um vestido e tendo já comunicado a alteração às políticas de vestuário, os responsáveis da empresa sugeriram que ele voltasse a casa para trocar de roupa. O jovem preferiu não fazê-lo e ficou o resto do dia com o vestido.   Mas também em Estocolmo, Suécia, há homens a trabalhar de saias. É o caso dos motoristas dos transportes de Roslagsbana que, proibidos pela empresa de usarem calções, optaram por um uniforme mais invulgar. E no Reino Unido, alunos de uma escola de Exeter chegaram à escola vestindo saias depois do diretos do estabelecimento de ensino ter proibido o uso de calções. Um movimento que cresceu entre a comunidade masculina.   FONTE:...

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Mães que trabalham de casa para o mundo? Sim, é possível!
Jun13

Mães que trabalham de casa para o mundo? Sim, é possível!

Trabalhar em casa, com filhos? Não é impossível, garantem algumas mulheres. Por isso, e como as profissões que escolheram o permitem, optam pela solução possível: juntar a casa e o escritório debaixo do mesmo teto. Pode parecer complicado, mas elas garantem que não o trocavam por nada. (E não, leitores, não nos esquecemos dos pais: mas esta história é delas). Mãe em casa trabalha mais do que antes mas… Quando era pequena, Carla passou grande parte do tempo ao cuidado da avó. Por isso, quando nasceu o filho António, hoje com 6 anos, optou por deixá-lo também ao cuidado da sua mãe, que estava disponível. Na altura trabalhava numa agência de publicidade: o dia fora de casa tinha horas para começar mas nunca tinha horas para acabar. Cansada de uma profissão desgastante, Carla despediu-se e iniciou, em 2014, o seu próprio negócio com uma marca de produtos artesanais e design exclusivo para piqueniques. A decisão foi tomada numa altura em que ser mãe de novo não estava nos planos, mas acabou por permitir encarar a maternidade de outra forma. “Trabalho mais do que antes, sobretudo porque tenho uma loja online. Tenho de dar conta do que se passa 24 horas por dia.” E os fins de semana e as férias também não lhe permitem «desligar» da mesma forma, mas a flexibilidade de horários permite-lhe tempo para a vida familiar. “Tempo para mim, não tenho. Mas tenho mais para os meus filhos.” Às 16h30 e durante umas horas, acaba-se o trabalho. Vai buscar o filho e dedica-lhe uma série de horas. “E a Clara anda sempre comigo.” Tem imenso apoio dos pais e quando o trabalho exige compromissos fora de casa é a eles que recorre por períodos de uma ou duas horas. Para tudo isto resultar, claro, há uma organização grande que implica planificar horas de reuniões, de trabalho em casa, até de idas ao supermercado. E se alguma coisa derrapa em algum dia, isso pode ter implicações na gestão da semana toda. “Talvez por ter ficado sozinha com o António quando ele tinha 2 meses, depois de me separar, transformei-me numa mãe muito descomplicada.” De manhã, dá o biberão a Clara ao mesmo tempo que vai ajudando o António a vestir-se, almoça enquanto responde a e-mails e, à noite, faz o jantar com a filha junto a si, no sling, ao mesmo tempo que orienta o banho do mais velho. “Há dias que depois de estarem despachados, pelas 21h30, ainda regresso ao trabalho, outros, pelas 23h00 não adormeço, morro!” Pelas 6h30 da manhã, depois das noites mal dormidas que a Clara ainda dá, começa tudo de novo. E...

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10 coisas que deve fazer enquanto está desempregado
Mai30

10 coisas que deve fazer enquanto está desempregado

Está desempregado e quer voltar ao mercado? Não sabe o que mais fazer ao seu currículo? Se está sem trabalho há alguns meses, não entre em pânico. “Há uma sensação de que um intervalo longo afeta negativamente o currículo ou as oportunidades de um candidato, mas os dados mostram o contrário”, disse Rosemary Haefner, diretora de recursos humanos da CareerBuilder, em entrevista à Forbes. A revista norte-americana recomenda uma variedade de atividades que pode fazer de forma a construir, expandir e fortalecer as suas valências enquanto se encontra no desemprego.   10 coisas que deve fazer enquanto está desempregado 1. Aceitar uma tarefa ou um contrato temporário Segundo a Forbes, 79% dos empregadores recomendam fazê-lo. Porquê? É mais provável ser recomendado para uma posição permanente quando faz um bom trabalho num contexto temporário. “O ponto-chave é fazer com que as pessoas vejam o seu trabalho” diz Andy Teach, o autor do “From Graduation to Corporation: The Practical Guide to Climbing the Corporate Ladder One Rung at a Time”. 2. Ter aulas 61% dos empregadores recomendam ter aulas e aprender novas valências. Ao acumular conhecimento e ao aprender novas tarefas enquanto está desempregado mostra que toma a iniciativa. Esta pode ser também uma mais-valia numa entrevista de emprego. Outra vantagem? Ter aulas também lhe dá a possibilidade de fazer networking. 3. Fazer voluntariado 60% dos empregadores dizem que o trabalho voluntário mostra que o candidato se preocupa em ajudar os outros. “Quando as empresas estão a contratar, não olham apenas para o que as pessoas podem fazer no trabalho, mas também para o seu caráter e integridade” diz novamente o autor Andy Teach. 4. Comece o seu próprio negócio Criar um negócio de raiz pode ser dispendioso e demorado. Contudo, fazê-lo pode servir como uma boa ferramenta de marketing e de promoção servindo também como um grande impulso para o seu currículo. Hoje em dia já existem ferramentas tecnológicas que o ajudam a criar negócios online. 5. Criar um blog profissional Porque é que ter um blog ou portefólio profissional pode ser uma boa maneira de chamar a atenção e de se introduzir no mercado de trabalho? Porque faz com que as pessoas o vejam como um especialista na área. Quem sabe se não gostam do seu trabalho e queiram colaborar consigo. Para além disso, diz Andy Teach “a pessoa está a transmitir a sua paixão, ganhando conhecimento e notoriedade face aos outros candidatos”. Para além disso, os empregadores podem vê-lo como uma pessoa que toma iniciativa. 6. Siga as últimas novidades sobre os empregos do momento Os especialistas da Career Builder dizem que as profissões na área da tecnologia,...

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Mais de 1/3 do emprego em Portugal depende de outros países
Mai23

Mais de 1/3 do emprego em Portugal depende de outros países

Aquilo que os consumidores de outros países decidem fazer tem uma influência decisiva numa grande fatia da mão-de-obra nacional. Os dados da OCDE mostram que mais de um terço dos empregos do sector empresarial privado é suportado, directa ou indirectamente, pela procura externa. A globalização já não é o que era. Em vez de se especializarem em produtos, os países optam, cada vez mais, por se focarem em tarefas, um pouco como uma linha de montagem, mas à escala mundial. A OCDE chama-lhe cadeias de valor globais. Esta realidade mais fragmentada substituiu a lógica “made in”. Um produto tem hoje várias nacionalidades, numa espécie de paternidade repartida. Isso envolve também consequências directas para os trabalhadores que, para o bem e para o mal, ficam mais dependentes daquilo que se passa lá fora. Estas conclusões fazem parte do “Skills Outlook” da OCDE, publicado esta quinta-feira, 4 de Maio. Uma forma de aferir o nível de integração de um país nessas cadeias globais é avaliar quantos postos de trabalho são suportados pela procura externa. Em 2011, 36% dos empregos do sector empresarial privado dependiam do comportamento dos consumidores de outros países, seja através de exportações directas ou fornecendo países terceiros que depois exportam o produto final. Um crescimento face aos 30,8% de 2000 e um pouco acima da média da OCDE, instituição que integra os países mais desenvolvidos do mundo. É provável que este valor tenha continuado a crescer nos últimos anos.   (Este emprego do sector empresarial privado exclui a Administração Pública, a agricultura e as pescas, a saúde, a educação e os serviços sociais.)   “Muitos empregos estão ligados a cadeias de valor globais (CVG) e por isso dependem dos consumidores de outros países. O desenvolvimento das CVG aprofundou a interdependência entre as economias”, pode ler-se no documento da OCDE. “Em 2011, mais de 30% dos postos de trabalho no sector empresarial na maior parte dos países da OCDE eram apoiados por consumidores em mercados estrangeiros. Em alguns países europeus mais pequenos, esta fatia superava os 50%. No Japão e nos EUA, as percentagens são mais baixas, reflectindo a maior dimensão das suas economias e menor dependência de exportações e importações.” No caso português, a sua dependência da procura externa vem essencialmente da União Europeia. 22% do emprego é apoiado por esses 28 mercados. A América do Norte (México, EUA e Canadá) representa 3,3%, o Este e Sudeste Asiático 1,7% e a China, sozinha, tem 0,7%. O resto do mundo é decisivo para 8,2% da mão-de-obra nacional.   Comprar, montar, vender   “O mundo entrou numa nova fase da globalização nas últimas duas décadas que traz aos países e trabalhadores novos desafios...

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14 frases que deve evitar a todo o custo numa entrevista de emprego
Mai09

14 frases que deve evitar a todo o custo numa entrevista de emprego

O mundo laboral é difícil e com a escolha de palavras errada, pode tornar-se ainda pior. Se não quer causar uma má primeira impressão, siga as dicas que lhe deixamos. Sobreviver à ‘selva’ do mercado de trabalho hoje me dia exige criatividade, inteligência e acima de tudo, preparação. É exatamente para melhorar a sua preparação pré-entrevistas de trabalho que partilhamos consigo 14 frases que deve evitar dizer aos recrutadores, para não ficar mal visto logo no primeiro encontro. As dicas foram dadas por um grupo de líderes empresariais em declarações ao Business Insider.   14 frases que deve evitar a todo o custo numa entrevista de emprego 1. “Deixei o meu trabalho anterior porque não gostava do meu patrão” – Faz com que pareça demasiado negativo e coloca o entrevistador a pensar se o problema seria do patrão ou seu. Esqueça os problemas pessoais dos trabalhos anteriores. 2. “Tive vários empregos porque não me senti desafiado” – Este tipo de frase faz com que pareça pouco objetivo e uma pessoa sem um rumo definido. 3. “O que faz esta empresa?” – O desconhecimento é sempre mau e quando é abertamente reconhecido, pode ser fatal para quem está a ser entrevistado. Saiba tudo o que puder sobre a empresa antes de falar com os recrutadores. 4. “Está um frio/calor do c******” – Os palavrões podem ser aceitáveis em certos contextos, mas num ambiente formal de trabalho, quando está a falar com uma pessoa que não conhece, utilizar palavras obscenas pode ser mal interpretado. 5. “Qual é a vossa política quanto às férias?” – Guarde este tipo de perguntas para mais tarde. Este tipo de questão faz com que pareça que está a pensar em parar ainda antes de começar, quando as empresas procuram dedicação máxima ao trabalho. 6. “O meu trabalho anterior era demasiado exigente” – Esta frase é desaconselhada porque coloca-o numa situação de fraqueza e retira força à sua candidatura. Se falhou noutra empresa, a probabilidade de falhar novamente é mais elevada, segundo a opinião da maior parte dos entrevistadores. 7. “Gosto de trabalhar sozinho” – O trabalho em equipa é crucial na grande maioria dos trabalhos. Se não conseguir ou não quiser fazê-lo, fica em desvantagem perante os restantes candidatos. 8. “Não sou muito pontual” – A falta de disciplina é uma péssima característica profissional e como tal, deve ser corrigida e não assumida como um defeito impossível de resolver. 9. “Qual vai ser o meu papel aqui?” – A flexibilidade é essencial quando entra numa empresa e por isso, querer ter um papel definido logo à entrada pode ser mal visto por quem está à procura...

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[IEFP] Controlo quinzenal dos desempregados subsidiados acabou, mas obrigações mantêm-se
Mai02

[IEFP] Controlo quinzenal dos desempregados subsidiados acabou, mas obrigações mantêm-se

O controlo quinzenal dos desempregados subsidiados foi introduzido na lei em 2006 pelo actual ministro do Trabalho e da Segurança Social, José Vieira da Silva, com o intuito de evitar a fraude. Acabou por se tornar um controlo meramente burocrático e por ser mais um motivo para anular os desempregados das listas do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), com a consequente perda do subsídio. O novo regime – que partiu de uma proposta do BE e foi mais tarde substituída por uma proposta conjunta BE/PS – coloca maior ênfase no Plano Pessoal de Emprego (PPE), que deve ser feito num período máximo de 15 dias após a inscrição num centro de emprego e actualizado regularmente. Estão também previstas sessões de procura de emprego acompanhada, sessões colectivas de carácter informativo sobre os direitos e deveres dos desempregados e sobre programas de apoio disponibilizados pelo IEFP, assim como “sessões regulares” de atendimento personalizado. Embora deixe de estar sujeito ao controlo quinzenal, quem recebe subsídio de desemprego continuará a ter de respeitar um conjunto de deveres já previstos na lei e que não se alteraram. Assim, enquanto receberem subsídio, os desempregados têm de aceitar emprego conveniente, trabalho socialmente necessário, formação profissional e outras medidas activas de emprego, desde que estejam ajustadas ao seu perfil. Têm ainda de procurar emprego pelos seus próprios meios e provar que o fazem. Finalmente, terão de se sujeitar a medidas de avaliação, acompanhamento e controlo, tal como hoje, nomeadamente comparecer nas datas e nos locais determinados pelo centro de emprego e responder às convocatórias. As principais mudanças: Desde Outubro de 2016, os desempregados subsidiados deixaram de ter de se apresentar de 15 em 15 dias nos centros de emprego, centros de segurança social ou juntas de freguesia (consoante o que ficasse mais perto da residência) para o controlo quinzenal; Maior foco no Plano Pessoal de Emprego (PPE) que deve ser elaborado pelo técnico de emprego e pelo desempregado nos 15 dias após a inscrição no centro de emprego; No caso dos desempregados que já estavam inscritos, o PPE deve ser reformulado até final de Abril; O PPE tem de ser actualizado se, passados quatro meses, o desempregado não tiver sido integrado em medidas activas de emprego ou de formação profissional. Também deve ser revisto após a conclusão deste tipo de medidas, caso o desempregado não tenha voltado ao mercado de trabalho; As acções dirigidas a cada desempregado devem ser planificadas por trimestre e incluem: sessões de procura de emprego acompanhada regulares; sessões colectivas de cariz informativo; sessões de divulgação de oferta e planos formativos adequados ao perfil do desempregado e apoio no desenvolvimento de competências para...

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As filas para pagamento no comércio vão acabar em 2021… e boa parte do emprego também
Abr18

As filas para pagamento no comércio vão acabar em 2021… e boa parte do emprego também

Daqui a quatro anos, 25% das lojas no Reino Unido planeiam acabar com as filas para as caixas de pagamento. Esta é a conclusão de um estudo da consultora Zebra Technologies, que aponta os caminhos do comércio: os clientes vão passar a pagar os produtos com o seu smartphone, dispensando o tempo perdido nas filas. E se, há uma década, muito se falou sobre a perda de empregos que as caixas “self-service” dos supermercados viriam provocar – atualmente, perto de 40% dos clientes já prefere esta opção, registando eles próprios os códigos de barras dos produtos – agora estamos a falar de outras soluções de pagamento usando a alta tecnologia, que já estão a ser implementadas em cadeiras de retalho como a Zara ou a Waitrose. Na Zara, a roupa já tem etiquetas high-tech, que permitem aos empregados saberem onde está cada peça na loja. Estas etiquetas poderão servir, no futuro, para permitir que sejam os próprios clientes a registar a compra e a pagá-la com o seu smartphone. Ao jornal The Telegraph, Mark Thompson, responsável da consultora Zebra, referiu que “os comerciantes querem dar mais poder aos clientes, deixando-os pagar com os telemóveis”. Este método de pagamento pode ser “pasto” para as compras por impulso, mas os comerciantes têm ainda mais a ganhar. “As próprias lojas vão ficando mais ‘espertas’, dando informações sobre quando e onde estão certo tipo de compradores”, continua o especialista. E há um grande fator a ter em conta: as poupanças dos retalhistas com os salários, à medida que a função do “caixa” se vai tornando obsoleta. À semelhança do que vem acontecendo com muitas outras profissões, que a tecnologia tem alterado ou mesmo feito desaparecer. Os taxistas temem que aplicações como a Uber ditem o seu fim? Já os funcionários das caixas dos balcões das instituições financeiras estão há 10 anos em acelerada extinção, com os clientes a lidarem com o seu banco através do homebanking e ou app do telemóvel. E podemos acrescentar à lista o mediador de seguros, o portageiro, o carteiro, o agente de viagens… O que não se faz com Internet e um smartphone? Não é à toa que a International Bar Association, que representa 80 mil advogados em todo o mundo, já veio alertar para a necessidade de os governos legislarem sobre a introdução de quotas para o humanos no mercado de trabalho, à medida que estes vão sendo substituídos pela inteligência artificial. “Os empregos atualmente detidos pelos humanos estão em risco, em todos os níveis da sociedade, podendo ser entregues a robôs. A legislação para proteger os direitos dos humanos pode já não servir. Uma nova legislação...

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Subsídio de Maternidade – Saiba quem tem direito e como poderá beneficiar deste apoio
Abr11

Subsídio de Maternidade – Saiba quem tem direito e como poderá beneficiar deste apoio

Quando nasce um filho há toda uma logística associada que altera o dia-a-dia de todos os envolvidos de forma inequívoca. No entanto, há inúmeras questões burocráticas associadas ao nascimento de um filho que têm de ser tratadas. Uma delas é o subsídio de maternidade, também designado por subsídio parental. O subsídio parental é o subsídio atribuído à mãe ou ao pai durante o tempo de licença pelo nascimento de um filho, substituindo assim o ordenado durante o respetivo tempo. No entanto, quando falamos em subsídio de maternidade, referimo-nos à situação em que o mesmo é atribuído apenas à mãe, que opta por cumprir sozinha a licença de maternidade. QUEM TEM DIREITO AO SUBSÍDIO DE MATERNIDADE? Trabalhadoras por conta de outrem; Trabalhadoras independentes; Beneficiárias do Seguro Social Voluntário que: Que trabalhem em barcos de empresas estrangeiras; Que sejam bolseiras de investigação. Beneficiárias em situação de pré-reforma com atividade enquadrada em qualquer dos regimes anteriormente referidos; Beneficiárias a receberem subsídio de desemprego ou subsídio social de desemprego; Beneficiárias a receberem pensão de invalidez relativa ou pensão de sobrevivência que estejam a trabalhar e com registo de remunerações na Segurança Social. PARA TER DIREITO AO SUBSÍDIO DE MATERNIDADE HÁ ALGUNS REQUISITOS A CUMPRIR – Ter prazo de garantia de 6 meses, seguidos ou interrompidos, com registo de remunerações até à data de cessação do trabalho. Para o efeito são considerados os períodos de registo de remunerações noutros regimes de proteção social, sejam nacionais ou estrangeiros, desde que não se sobreponham, que abranjam esta modalidade de proteção, incluindo o da função pública; – Gozar as respetivas licenças, faltas e dispensas não retribuídas nos termos do Código do Trabalho ou de períodos equivalentes; – Ter as contribuições para a Segurança Social em dia, pelo menos, pagas até ao fim do terceiro mês imediatamente anterior ao mês em que deixa de trabalhar por nascimento do filho, se for trabalhador independente ou se estiver abrangido pelo regime do seguro social voluntário. Importante: se quiser cessar funções e terminar o seu contrato de trabalho durante o tempo em que estiver a beneficiar do subsídio de maternidade, saiba que é possível fazê-lo desde que cumpra as condições referidas em cima.   COMO OBTER O SUBSÍDIO DE MATERNIDADE Pode requerer o subsídio de maternidade: Através do serviço Segurança Social Direta, online e sem ter que aguardar em filas; Através dos serviços de atendimento da Segurança Social (preencher formulário Mod. RP5049-DGSS); Nas lojas do cidadão (com o mesmo formulário). Para beneficiar do subsídio de maternidade tem que apresentar, no prazo de 6 meses a contar da data do facto que determina a proteção, os seguintes documentos: Fotocópia de documento de identificação civil...

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25 melhores empresas para trabalhar em Portugal
Mar27

25 melhores empresas para trabalhar em Portugal

Se está à procura do melhor sítio para construir a sua carreira, vai gostar de saber que temos o ranking com as melhores empresas para trabalhar em 2017. São 25 companhias que se destacaram no mercado português e foram bem avaliadas pelos seus colaboradores, através de inquéritos anónimos que fizeram parte de uma eleição desenvolvida pela revista Exame, em parceria com a AESE Business School e a consultora Everis. Foram diversos os fatores analisados e os resultados comprovaram: um bom salário é essencial, mas não é a única medida que os portugueses têm em conta. A satisfação no trabalho é também resultante de regalias, flexibilidade de horários, relacionamento interpessoal e garantias extra, como um seguro de saúde. No topo das melhores empresas portuguesas para trabalhar estão empregadores que oferecem condições aliciantes. A eleição aconteceu através de etapas realizadas ao longo de 2016. A INICIATIVA A EXAME, a everis e a AESE creditam os resultados a algumas características bastante específicas que cada empresa presente no ranking apresenta, tais o perfil e os diferentes níveis de capacitação dos seus funcionários. Entre os fatores que destacam as vencedoras está a capacidade de atuarem de forma responsável perante a sociedade, e isso é visto através da forma como elas se posicionam diante das pessoas. Veja como a eleição mediu as empresas portuguesas: MEDIÇÃO DO CLIMA ORGANIZACIONAL Todas as empresas inscritas na iniciativa foram submetidas a um exaustivo diagnóstico do clima organizacional, e a base disso foi um inquérito que mediu o grau de satisfação dos colaboradores – tudo isso de forma anónima, para garantir a isenção das análises. BARÓMETRO SETORIAL A análise incluiu ainda a medição da satisfação dos funcionários perante as práticas de gestão responsável. A comparação foi feita entre as empresas do mesmo setor de atividade, ou similares. O QUE OFERECEM AS MELHORES EMPRESAS PARA TRABALHAR? Não restam dúvidas: as melhores empresas para trabalhar têm em comum o orgulho que os colaboradores sentem nos resultados dos seus projetos. Esta é, de facto, uma das medidas que mais impacto tem na forma como as pessoas encaram a qualidade das organizações, e a consequência disso é a satisfação no trabalho. Para marcar pontos e destacar-se, a empresa tem de ser vista com brio pelas pessoas que atuam para alcançar o seu sucesso, e isso vê-se através da forma como elas “vendem” a imagem da empresa nos inquéritos de satisfação. Para alcançarem este objetivo comum, as melhores empresas para trabalhar em Portugal oferecem algumas regalias fundamentais, como o investimento na qualidade de vida dos colaboradores e num excelente ambiente de trabalho. A possibilidade de realizar o trabalho remotamente e a flexibilidade de horários, bem como...

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