Queres fazer um estágio lá fora? O INOV Contacto tem 200 vagas
Set19

Queres fazer um estágio lá fora? O INOV Contacto tem 200 vagas

Já estão abertas as inscrições para a 24.ª edição do INOV Contacto, o programa de estágios internacionais dirigido a jovens até aos 29 anos que não se encontrem nem a trabalhar nem a estudar. A iniciativa, gerida pela AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal) e co-financiada pelo POISE (Programa Operacional Inclusão Social e Emprego), pelo Portugal 2020 e pela União Europeia, tem candidaturas abertas em diversas áreas: arquitectura, design, artes e multimédia, recursos humanos, direito, comunicação, sociologia, psicologia, ciências farmacêuticas e da saúde, agricultura, desporto, gestão, engenharia, tecnologias de informação, entre outros. Para além dos jovens, também as empresas se candidatam. Só depois de passarem alguns dias numa universidade portuguesa – o chamado Campus INOV Contacto, um curso de práticas internacionais que prepara os jovens para a nova experiência de trabalho em ambiente internacional e que deverá ocorrer em Janeiro – é que os candidatos são informados sobre o destino de estágio. Apesar de apenas existirem cerca de 200 vagas, os interessados nos estágios do INOV Contacto — com uma duração de seis meses — podem candidatar-se através de um formulário online na página do programa até 10 de Outubro. Com uma bolsa de formação no valor de 871,52 euros, os estagiários recebem ainda subsídio de refeição, seguro de acidentes de trabalho, ajudas de custo para alojamento, subsídio de alojamento no estrangeiro, viagem de ida e volta (entre Portugal e o país de destino) e seguro de acidentes pessoais. Ter até 29 anos e uma licenciatura concluída, residir em Portugal, possuir um certificado de nível de inglês e apresentar o CV em português e inglês são os requisitos exigidos aos interessados no momento da candidatura. Disponibilidade para viver no exterior e motivação para desenvolver uma carreira internacional são condições igualmente...

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As melhores respostas às perguntas mais frequentes nas entrevistas de emprego
Set12

As melhores respostas às perguntas mais frequentes nas entrevistas de emprego

Será que sabe responder bem às perguntas mais comuns feitas pelos técnicos de recrutamento numa entrevista de emprego? Consulte a lista e verifique se anda a responder mal ao que lhe é perguntado. – Aproveite para apontar algo que realmente o possa destacar dos restantes candidatos quando lhe fizerem perguntas na entrevista de emprego. – Mostre ao recrutador que não enviou o seu currículo por acaso. – Não se limite a palavras breves, no entanto não fale demasiado. É importante ser conciso. A Universia Portugal criou uma lista com as 12 perguntas mais comuns em entrevistas de emprego e indica também as possíveis respostas mais adequadas. Consulte a lista, adapte e verifique se tem que fazer algum ajuste ao que tem vindo a responder: Fale-nos sobre si Não se limite a palavras breves, no entanto seja conciso. Aproveite para apontar algo que realmente o possa destacar dos restantes candidatos e que promova alguma fluidez na entrevista e a abordagem a outros tópicos. Descreva o melhor e o pior chefe que já teve Descreva-lhe o que já aprendeu. Não importa se essa aprendizagem adveio do melhor ou do pior chefe. Pode inclusive afirmar que os bons chefes lhe ensinaram o que deve ser feito e os maus o que não deve. Fale-nos um pouco sobre os seus objetivos profissionais Quem está a conduzir a entrevista não está interessado em saber o que quer que seja sobre as suas decisões propriamente ditas. Com esta pergunta o recrutador apenas se quer certificar que não enviou o seu currículo ao acaso, mas que o fez conscientemente e que está ciente do que o espera. Prefere trabalhar sozinho ou em equipa? A resposta mais acertada será que lhe é um pouco indiferente, que está apto a trabalhar das duas formas. Não se esqueça de apontar exemplos que corroborem a sua afirmação, nem que seja de exemplos de trabalhos na faculdade. Já teve dificuldade em trabalhar com algum gestor? Tenha especial cuidado ao responder a esta questão. Mencionar que não se davam bem por motivos banais poderá excluí-lo de todo o processo de recrutamento. Caso mencione algum exemplo, explique que tinham opiniões e expectativas diferentes, mas que as respeitava. Evite fazer críticas concretas ao seu antigo chefe. Como é que lida com a pressão? Uma boa forma de responder a esta pergunta é: “eu lido com situações e não com pressão ou stress, por isso resolvo problemas e não o stress.” Quais são suas aspirações salariais? Antes de mais, tenha consciência da média salarial para a sua profissão. Cite o salário base da sua ocupação e espere por uma proposta concreta. Tenha ainda presente o...

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[Semana 35/2019] Ofertas de Formação e Emprego
Set03

[Semana 35/2019] Ofertas de Formação e Emprego

Formação & Emprego: Formação Financiada e Ofertas de Emprego – Semana 35/2019 FORMAÇÃO FINANCIADA FORMAÇÃO NÃO FINANCIADA OFERTAS DE EMPREGO ARTIGOS / NOTÍCIAS FORMAÇÃO FINANCIADA Marco de Canaveses – Curso financiado com equivalência ao 12º Póvoa de Varzim – Formação gratuita Vila do Conde – Curso de aprendizagem com equivalência ao 12º Maia – Curso grátis na área de informática Porto – Formação financiada para empregados e desempregados Gaia – Curso de especialização gratuito Figueira da Foz – Cursos subsidiados Lisboa – Curso efa de vitrinismo Região de Lisboa – Cursos gratuitos (computador e internet) FORMAÇÃO NÃO FINANCIADA Curso de Decoração de Interiores OFERTAS DE EMPREGO Part time: Colaborador/a para loja em Almada Admite-se Empregada/o de Limpeza – Faro ARTIGOS / NOTÍCIAS Vão abrir mais 50 centros para formação de adultos Prio está a recrutar profissionais para várias funções em várias...

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Estas são as profissões que provocam mais divórcios
Ago05

Estas são as profissões que provocam mais divórcios

Conciliar a vida profissional com a familiar nem sempre é fácil. Longe vão os tempos em que o casamento se sobrepunha às carreiras, especialmente das mulheres. Hoje a vida profissional é tão ou mais importante do que formar uma família. Algumas carreiras envolvem não ter horários definidos, tempo longe de casa e grande stress associado, tudo fatores que podem abalar um casamento. Uma análise do portal Zippia, especialista na gestão de carreiras, revelou que certas profissões estão mais propensas ao divórcio aos 30 anos. Conheça quais são as profissões mais propensas ao divórcio – Supervisores militares (de primeira linha) Estes profissionais vivem dias muito stressantes e gerem e lideram grandes grupos de militares. O stress e as deslocações mais longas podem ser responsáveis pelos divórcios. Taxa de divórcio: aproximadamente 30% – Logística Supervisionar o stock da empresa pode ser stressante e incluir uma grande carga de trabalho. Taxa de divórcio: aproximadamente 18% – Mecânicos Os longos períodos de trabalho fora de horas pode estar na base dos divórcios nesta profissão. Taxa de divórcio: aproximadamente 17% – Operador de armas Esta ampla categoria de militares também tem uma taxa de divórcio significativa. Taxa de divórcio: aproximadamente 17% – Técnicos químicos A dedicação a este trabalho, seja a pesquisar ou a monitorizar experiências, deixa, por vezes, de lado a vida familiar. Taxa de divórcio: aproximadamente 15% – Empregados de mesa Lidar com clientes nem sempre é fácil. Imagine que, a somar aos clientes insatisfeitos, tem de trabalhar ao fim-de-semana e com um salário baixo. Taxa de divórcio: aproximadamente 15% – Militares As exigências deste trabalho, desde a deslocação, que pode envolver longos períodos longe das famílias, até à mudança para diferentes bases podem ser motivos para o divórcio. Taxa de divórcio: aproximadamente 15% – Tratadores de animais O desgaste emocional causado por cuidar de animais pode levar a explosões de raiva ou depressão. Taxa de divórcio: aproximadamente 15% – Bibliotecários O trabalho pode não ser stressante mas o problema reside nos baixos salários. Taxa de divórcio: aproximadamente 15% – Engenheiros O tempo que dedicam aos projetos e as viagens em trabalho podem estar na base da ruína de muitos casamentos. Taxa de divórcio: aproximadamente 14% – Técnicos de diagnóstico É considerado um trabalho exigente e aborrecido. Estes profissionais passam grande parte do seu dia de pé e trabalham à noite, fins-de-semana e feriados. Taxa de divórcio: aproximadamente 14% – Assistentes médicos O trabalho como assistente médico pode ser exigente e requer que se façam turnos. Para não falar que estes profissionais recebem menos do que os médicos e enfermeiros. Taxa de divórcio: aproximadamente 14% – Carpinteiros As grandes obras podem obrigar...

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Salários médios por distrito: onde é que se ganha mais em Portugal?
Jul25

Salários médios por distrito: onde é que se ganha mais em Portugal?

Um trabalhador por conta de outrem em Portugal ganha, em média, 1.133,3 euros por mês – mas há muitas diferenças de salários, se olharmos para os valores por distrito. Quem trabalhar em Lisboa ganha mais 25% que a média nacional: são mais 334 euros que no distrito do Porto, e mais de 500 euros se formos até à Guarda. Estes são valores brutos e que incluem prémios, subsídios e até horas extraordinárias, de acordo com os dados dos quadros de pessoal do Ministério do Trabalho, referentes a 2017, citados pelo ECO. O distrito onde se ganha mais, a seguir a Lisboa, é Setúbal, com a remuneração média mensal nos 1.207,9 euros. No fundo da tabela aparece Bragança: neste distrito a remuneração média mensal não ultrapassa os 885...

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Candidaturas à medida Contrato-Emprego do IEFP arrancam e têm novas regras
Abr30

Candidaturas à medida Contrato-Emprego do IEFP arrancam e têm novas regras

O período de candidaturas à medida Contrato-Emprego do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), que consiste num apoio financeiro às empresas que contratem desempregados, já arrancou e vai decorrer até 20 de julho. Este novo período de candidatura vem acompanhado de novas regras e de alterações que permitem antecipar o pagamento às empresas deste apoio financeiro à contratação de desempregados. As novas regras estabelecem o pagamento de 50% do apoio logo na primeira de três prestações, ou seja, “após o início da vigência de todos os contratos de trabalho, no prazo de 20 dias úteis após a receção do termo de aceitação”. A segunda prestação será de 25% do valor do apoio financeiro e será paga no 13.º mês de vigência do contrato, enquanto os restantes 25% serão pagos no 25.º mês do contrato. Até agora, as empresas recebiam 20% do valor do apoio na primeira prestação, 30% na segunda e 50% só na última tranche. O apoio financeiro é atribuído aos empregadores que celebrem contratos de trabalho sem termo ou a termo certo, por prazo igual ou superior a 12 meses, com a obrigação de darem formação profissional aos trabalhadores contratados. No caso de contratos sem termo, o apoio corresponde a nove vezes o valor do Indexante de Apoios Sociais (IAS), ou seja, a 3.921,84 euros. Nos contratos a termo, o apoio do IEFP é de três vezes o IAS, isto é, de 1.307,28 euros. O apoio financeiro pode ser majorado em algumas situações, como é o caso de contratação de desempregado beneficiário do Rendimento Social de Inserção, pessoa com deficiência, pessoa que integre família monoparental ou no caso do posto de trabalho estar em território economicamente desfavorecido. Com as alterações, o Governo pretende ainda agilizar o processo de candidaturas “passando o serviço público de emprego a decidir a candidatura no prazo de 20 dias úteis contados a partir da data da sua apresentação, após aplicação dos critérios de análise que constam da matriz definida no regulamento da medida e dentro da dotação orçamental existente”, lê-se na portaria que engloba as novas regras. O diploma alarga ainda a medida do IEFP a ex-militares, “em linha com o espírito do Regulamento de Incentivos à Prestação de Serviço Militar nos Diferentes Regimes de Contrato e no Regime de Voluntariado, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 76/2018”. A nova portaria aplica-se às candidaturas apresentadas após a sua entrada em vigor. FONTE:...

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Primeiro emprego: guia para os primeiros 6 meses
Abr08

Primeiro emprego: guia para os primeiros 6 meses

O primeiro emprego é mais importante do que pode parecer. Começar bem pode ser a melhor rampa de lançamento para uma carreira profissional sólida… Para uns o melhor, para outros o pior mês do mundo do trabalho. Sentimentos à parte, há especialistas que definem atitudes e comportamentos adequados a ter nos primeiros seis meses do primeiro emprego, para sobreviver com distinção. Saiba o que tem de fazer. O primeiro mês O primeiro mês é a primeira oportunidade para causar boa impressão. Leve-a a sério. A forma como se apresenta, como cumprimenta as pessoas, como fala e como responde aos desafios vão estar sob todos os holofotes. A parte boa é que um novato tem margem de manobra para não acertar à primeira, porque ainda está no período de ‘estado de graça’. Pergunte tudo Seja proactivo nas perguntas e na busca de respostas. Seja curioso acerca da história da empresa, da missão, dos valores e da visão. Quem são os líderes, qual a cultura da casa, quais são os procedimentos, as forças, as fraquezas, os desafios e as oportunidades. Conheça a sua nova empresa como a palma da mão. Pergunte, anote e observe. A informação é a melhor forma de evitar erros ou falhas. O que esperam de si? Uma coisa é o anúncio de emprego e a descrição das suas funções, outra é a realidade. Depois de estar instalado no seu novo emprego, marque uma conversa com a pessoa a quem reporta e pergunte o que esperam de si. Deve sair dessa sessão com as ideias claras sobre quais são as suas funções no dia a dia, responsabilidades e que objetivos deve atingir e em que momento. Conheça os seus colegas Cada personalidade é uma personalidade. Mas há coisas que são comuns e de bom senso em todas elas quando se trata do primeiro emprego. Escutar mais e falar menos. Sorrir ou apertar a mão com confiança e verdade. Deixar transparecer que está feliz por estar naquela empresa, garantindo que no momento certo saberá intervir, oferecer ajuda, dialogar, conhecer os seus colegas e dar-se a conhecer. Depressa virá o convite para almoçar. As pessoas são as empresas. Lembre-se disso. Três meses Os primeiros três meses já são um marco na sua carreira, mas ainda faltam mais três para terminar o típico período de experiência. Entretanto, o estado de graça acabou. Espera-se que esteja integrado, focado nas funções para as quais foi contratado e que não estagne. Seja exigente consigo, esperando entregar mais do que os outros esperam. Encontrar um mentor Uma das melhores formas de crescer, de progredir e de subir numa empresa é estando ao lado de quem sabe. Alguém que...

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A empresa pode negar-se a passar o documento para acesso ao subsídio de desemprego?
Mar19

A empresa pode negar-se a passar o documento para acesso ao subsídio de desemprego?

Sempre que um trabalhador é despedido ou se despede, independentemente do motivo invocado ou forma de cessação do contrato de trabalho, tem direito a que lhe seja entregue, para além do certificado de trabalho, outros documentos destinados a fins oficiais, designadamente os previstos na legislação de segurança social. Destes, pode referir-se a declaração de situação de desemprego (a que corresponde atualmente o modelo RP5044 – DGSS). Em qualquer uma das situações, o trabalhador deverá solicitar a documentação à sua entidade empregadora. Na eventualidade de a empresa se recusar a emitir o referido documento, o trabalhador deverá contactar a Autoridade para as Condições do Trabalho que assegurará a emissão da respetiva declaração para situação de desemprego, que fará menção da recusa por parte da entidade empregadora. Note-se, todavia, que nem todas as situações de cessação de contrato de trabalho possibilitam o acesso ao subsídio de desemprego. De facto, para que tal se verifique é necessário que o trabalhador seja considerado como estando numa situação de “desemprego involuntário”, para além de ter de preencher as demais condições para o acesso a este tipo de prestações...

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1,8 milhões de portugueses terão de mudar de emprego até 2030
Fev12

1,8 milhões de portugueses terão de mudar de emprego até 2030

Qualquer coisa como 1,8 milhões de trabalhadores portugueses vão precisar de melhorar as suas competências ou de mudar de emprego até 2030. Em causa está a transformação digital da economia nacional. De acordo com um estudo da CIP, que hoje é apresentado em Lisboa, a intensificação da automação poderá levar à perda de 1,1 milhões de empregos, em setores como a indústria transformadora e o comércio, mas, em contrapartida, novas ocupações irão surgir em áreas como a saúde, assistência social, ciência, profissões técnicas e construção. O trabalho, realizado em parceria pelo McKinsey Global Institute e pela Nova School of Business and Economics, estima que serão entre 600 mil a 1,1 milhões os postos de trabalho gerados pelas novas oportunidades. António Saraiva, presidente da CIP, considera que, para isso, é fundamental que haja uma “aposta muito séria e tão rápida quanto possível” na formação de adultos e defende mesmo a criação de uma “verdadeira parceria público-privada” para abordar a questão. O estudo, com o título “Automação e o futuro do trabalho em Portugal”, pretende não só estimar o potencial impacto da automação da economia portuguesa, mas sobretudo “apontar os principais desafios que se colocam no processo de transição para o digital e os efeitos nas competências e salários dos trabalhadores”, destaca a CIP – Confederação Empresarial de Portugal. Entidade que se assume como “leitora atenta da sociedade”, que tem a “responsabilidade”, enquanto parceira do Estado, de “antecipar as transformações e participar com propostas e soluções”, diz António Saraiva. Foram analisadas 800 ocupações e 2000 tarefas desempenhadas em diversos setores de atividade O trabalho, no qual foram analisadas 800 ocupações e 2000 tarefas desempenhadas em diversos setores de atividade, identificou 18 competências de base necessárias para o desempenho de qualquer posição, bem como a capacidade de automação de cada uma. E conclui que Portugal tem um “alto potencial” de automação, precisamente devido ao peso da indústria: metade do tempo de trabalho dos portugueses é hoje gasto com tarefas repetitivas que podem ser automatizadas com recurso a tecnologias já existentes. Em 2030, esse tempo gasto com tarefas repetitivas terá já subido para 67%. De acordo com os autores do estudo, num cenário em que 26% deste total do tempo de trabalho será automatizado, com recurso a equipamentos robotizados, levará à perda dos tais 1,1 milhões de empregos. Se a taxa de automação for superior, este número pode aumentar. E, por isso, a CIP estima que seja necessário melhorar a competência de 1,8 milhões de trabalhadores, sublinhando que a situação coloca “desafios significativos” que exigem um “papel ativo” tanto do governo como dos privados para a “reconversão” da força de trabalho. “Para que...

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Por que fazer cursos sobre finanças e investimentos?
Nov20

Por que fazer cursos sobre finanças e investimentos?

Aprender a investir e controlar as nossas finanças é algo que deveria ser ensinado desde a educação básica. Isso é o que muitos especialistas da área dizem, mas que sabemos que na realidade é bem diferente. E é exatamente por causa desse desconhecimento em relação aos investimentos que muitas pessoas acabam entrando dívidas que não têm como arcar, além de não conseguirem fazer uma reserva para possível emergência. Mas se você chegou até aqui é porque deseja aprender mais sobre esse assunto e por isso nós vamos listar abaixo os melhores cursos para aprender sobre finanças e investimentos. Continue lendo e confira. Por que fazer cursos sobre finanças e investimentos? A pergunta aqui deveria ser o contrário, por que não fazer? A resposta é bem simples, a maioria das pessoas não sabe o que fazer com o seu dinheiro e por causa disso acaba gastando de uma maneira que em um futuro poderia fazer diferença na sua vida. Por causa de não saber como controlar as suas finanças e o que é melhor fazer com elas que muitas acabam gastando tudo o que têm, e às vezes até mais do que isso, e por isso ficam endividadas. E muitas vezes é apenas nesse momento que elas recorrem aos cursos e maneiras de aprender sobre finanças e investimentos. Se você o contrário, e elas primeiro aprendessem sobre a importância de saber controlar suas finanças e de como investir corretamente, o cenário acima pudesse ser outro. Mas como nunca é tarde, abaixo falaremos sobre alguns dos melhores cursos para aprender sobre finanças e investimentos que podem ser feito por qualquer pessoa interessada em mudar a sua vida econômica.   Curso do Banco Central O próprio Banco Central do Brasil oferece um curso básico sobre finanças pessoais, que qualquer pessoa pode fazer e é online. Esse curso possui 20 horas de conteúdo, onde o mais leigo pode aprender como controlar melhor as suas economias e até como começar a investir, mesmo com pouco dinheiro. O curso conta ainda com certificado de conclusão que pode ser impresso no próprio site ao fim do curso. Assim além de aprender a administrar melhor o seu dinheiro, você ainda pode contar com esse certificado, seja para horas curriculares em faculdades, ou até mesmo em seu currículo.   2- Cursos para Aprender sobre finanças e investimentos da FGV A FGV, fundação Getúlio Vargas é uma das instituições mais prestigiadas no Brasil e oferece ao público, mesmo quem não é aluno, algumas opções de cursos sobre finanças e investimentos. Esses cursos podem ir do básico até o avançando, eles são online e a grande maioria é de graça....

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Quanto tempo de contribuições tem de ter para o subsídio de desemprego
Out09

Quanto tempo de contribuições tem de ter para o subsídio de desemprego

O subsídio de desemprego é uma prestação pecuniária de que beneficiam os desempregados em situação de perda involuntária de emprego. Trata-se de uma prestação solidária e, como tal, sujeita a condições de acesso, pelo que, para que os desempregados a possam receber devem: Ter residência em território nacional; Estar em situação de desemprego involuntário; Ter capacidade e disponibilidade para o trabalho; Estar inscritos no Centro de Emprego da sua área de residência; Cumprir o prazo de garantia de 360 dias de trabalho por conta de outrem, com o correspondente registo de remunerações, num período de 24 meses imediatamente anteriores à data da situação de desemprego (art. 22º, nº 1 do DL. nº 220/2006, de 3 de Novembro). A situação de desemprego involuntário, prevista no art. 9º do DL. nº 220/2006, de 3 de Novembro, corresponde àquela que resulte da cessação do contrato de trabalho que decorra da iniciativa do empregador, da caducidade do contrato não determinada por atribuição de pensão, da resolução com justa causa por iniciativa do trabalhador ou de acordo de revogação do contrato de trabalho que, nos termos estipulados no próprio DL. nº 220/2006, de 3 de Novembro, atribua direito ao subsídio de desemprego. A informação contida nesta rubrica é prestada de forma geral e abstracta, tratando-se assim de textos meramente informativos, pelo que não constitui nem dispensa a assistência profissional qualificada, não podendo servir de base para qualquer tomada de decisão sem a referida assistência profissional qualificada e dirigida ao caso concreto.  ...

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Saiba quais são as profissões do futuro
Set04

Saiba quais são as profissões do futuro

À primeira vista, está confirmado o pior dos cenários avançados pelos romances de ficção científica: os robôs vão mesmo roubar os empregos aos humanos. Os estudos da PwC e da Deloitte confirmam-no… mas o futuro não é tão negro quanto parece. É que, a par da eliminação desses postos de trabalho — cerca de 40% serão apagados até 2030 –, surgirão novas posições, garantem os especialistas. “Os nossos estudos preveem que mais de 40% dos empregos não existirão daqui uma década, mas isto não implica uma redução dos postos de trabalho“, salienta, em declarações ao ECO, Sérgio do Monte Lee, partner da Deloitte Portugal. Segundo o especialista, espera-se que a robotização produza uma dinâmica semelhante àquela que foi promovida pela Revolução Industrial, isto é, a criação de tantos empregos quantos os destruídos. De facto, diz Monte Lee, faz mesmo mais sentido falar de inteligência aumentada do que inteligência artificial, isto é, em vez de fazer soar os alarmes face à chegada de robôs mais eficientes na realização das várias tarefas, há que apostar na “exponenciação do fator do trabalho”. “Depois de o computador ter vencido o homem, o melhor jogador [de xadrez] da atualidade é um homem auxiliado por um computador”, salienta o consultor. Daí que à pergunta “o que será o futuro do trabalho?” a resposta só possa ser uma: “seres humanos ‘mesclados’ com máquinas”, salienta o partner da Deloitte Portugal. “Penso que os robôs serão ajudantes dos seres humanos, exponenciando a sua capacidade de trabalho”, reforça o especialista. Na verdade, assinala Monte Lee, o objetivo não tem passado pela construção de máquinas que pensam e trabalham como humanos, mas pela conceção de instrumentos que “ajudem os humanos a pensar e a trabalhar mais rapidamente e melhor”. É preciso reconverter a mão-de-obra “O grande desafio é reconverter carreiras”, determina, em conversa com o ECO, Bethy Larsen, partner da PwC. De acordo com a especialista, à medida que as tarefas rotineiras e repetitivas forem sendo tomadas pela automatização, surgirá “uma janela de oportunidade para profissões com outros tipos de competências”. E será nesse momento que tudo terá de mudar. Bethy Larsen explica que, segundo os estudos desenvolvidos pela PwC, os trabalhadores “estão dispostos a mudar”, o que é positivo, já que nesse cenário futuro haverá a necessidade de estar em “constante aprendizagem”. “As pessoas estão com medo, mas têm consciência de que vão ter de se atualizar”. “[Tal necessidade] poderá ser um problema para as gerações mais velhas”, considera Sérgio do Monte Lee. O mesmo problema não será enfrentado, nota o consultor, pelas gerações mais novas, que “já se desenvolvem num ecossistema onde lidam diariamente com as novas tecnologias”. Portanto, considera Monte Lee, “haverá uma necessidade de reconversão e requalificação de grande parte da sua mão-de-obra”....

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