Como calcular o subsídio de desemprego
Jul15

Como calcular o subsídio de desemprego

Ninguém está livre de ficar desempregado. Felizmente, muitos trabalhadores sabem que podem contar com proteção no desemprego. Mas será que sabem fazer o cálculo do subsídio de desemprego? É necessário antecipar o impacto que a quebra de rendimentos terá no seu orçamento familiar, e qual o valor que terá efetivamente à sua disposição para continuar a cumprir com todas as suas responsabilidades financeiras. A IMPORTÂNCIA DE FAZER O CÁLCULO DO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO Se antecipa que vai ficar desempregado, deve fazer previsões e algum planeamento para saber de antemão com que valor de subsídio de desemprego poderá contar. Fazer o cálculo do subsídio de desemprego é, por isso, um fator chave para se preparar para uma nova realidade. Damos-lhe uma ajuda com as contas, partilhando consigo um guia prático sobre como apurar o valor a que terá direito se ficar em situação de desemprego involuntário. GUIA PRÁTICO PARA O CÁLCULO DO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO Antes de mais, importa saber se cumpre a condição de recursos para ter direito ao subsídio de desemprego. Ou seja, terá que ter trabalhado pelo menos 360 dias por conta de outrem com registo de remunerações nos 24 meses que antecedem a data do desemprego involuntário. O valor do subsídio propriamente dito corresponderá a 65% da remuneração de referência, sendo que o valor mínimo é o equivalente ao Indexante dos Apoios Sociais que, em 2021, é de 438,81 euros; e o valor máximo é o equivalente a 2,5 vezes o IAS, ou seja, 1097, 03 euros. Dito isto, qual o valor do subsídio a que tem direito? Como fazer o cálculo do subsídio de desemprego? Vejamos então, passo a passo, como calcular esse montante 1º passo Em primeiro lugar, deve apurar o total de remunerações declaradas nos primeiros 12 meses dos últimos 14, a contar do mês anterior àquele em que ficou desempregado, acrescido dos subsídios de férias e de Natal declarados e devidos durante estes 12 meses (no máximo, um subsídio de férias e um subsídio de Natal). 2º passo Apurado este montante, deve calcular o valor da remuneração de referência. Para tal, basta dividir o total das somas por 12. Este valor será a base para calcular o subsídio de desemprego. 3º passo Uma vez calculada a remuneração de referência, multiplica-se esse valor por 0,65, obtendo-se assim o valor mensal do subsídio de desemprego. O cálculo deve ser feito tendo por base 30 dias por mês. 4º passo Há que ter também em conta que o subsídio de desemprego não pode ser superior a 75% da remuneração líquida de referência que lhe serviu de cálculo, sem prejuízo da garantia do montante mínimo do IAS ou do valor líquido da remuneração de referência se esta...

Read More
Primeiro programa financiado pela “bazuca” abre candidaturas para formação a jovens e adultos. Há 252 milhões de euros para aplicar
Jul01

Primeiro programa financiado pela “bazuca” abre candidaturas para formação a jovens e adultos. Há 252 milhões de euros para aplicar

Chamam-se Impulso Jovens STEAM e Impulso Adultos e são duas iniciativas de formação financiados pelo Plano Nacional de Recuperação e Resiliência (PRR). Hoje são lançados os avisos para manifestação de interesse das instituições de Ensino Superior para um total de 252 milhões de euros. A formação é um dos pilares que o Plano Nacional de Recuperação e Resiliência (PRR) quer reforçar e hoje são abertas as candidaturas para o lançamento do Impulso Jovens STEAM e Impulso Adultos, dois programas de qualificação que estão ligados ao NCoDE.2030. A iniciativa vai ser apresentada numa conferência que decorre no Teatro Thalia em Lisboa e marca o primeiro concurso ligado ao PRR, com o Aviso n.º 01/PRR/2021, que tem uma dotação de 252 milhões de euros, dos quais 122 para o Impulso Jovens STEAM e 130 para o Impulso Adultos. O Impulso Jovens STEAM vai apoiar iniciativas orientadas exclusivamente para aumentar a graduação superior de jovens em áreas de ciências, tecnologias, engenharias, artes e matemática (STEAM – Science, Technology, Engineering, Arts and Mathmatics), enquanto o Impulso Adultos é aberto a todas as áreas do conhecimento. Este último aposta na “reconversão e atualização de competências através do desenvolvimento de soluções de qualificação flexíveis”. O documento explica que o aviso se refere “a dois investimentos distintos do PRR, mas relacionados, que serão implementados em conjunto e através de um único processo concursal de avaliação e seleção de candidaturas”. Em ambos os casos o objetivo é apoiar projetos promovidos e a implementar por parte das Instituições de Ensino Superior (IES), em parceria ou em consórcio com empresas, empregadores públicos e/ou privados, autarquias e entidades públicas locais, regionais e nacionais, assim como em estreita articulação com escolas secundárias. O reforço de competências nas áreas tecnológicas, a maior participação dos jovens no ensino superior e redução do abandono escolar, e a diversificação da formação pós-secundária, são alguns dos objetivos dos programas que devem ser desenvolvidos. As referências para preparação dos programas e ações a desenvolver são o Programa “Skills 4 pós-Covid – Competências para o Futuro”, desenvolvido no âmbito do projeto “Labour Market Relevance and Outcomes – LMRO”, em curso pela OCDE e pela Direção-Geral da Educação, da Juventude, do Desporto e da Cultura da Comissão Europeia,  e o  “University without Walls”, EUA-European University Assotiation, de fevereiro 2021. As manifestações de interesse devem ser entregues entre 16 de agosto e 10 de setembro, após o que se segue uma fase de avaliação, com a admissão e seleção inicial das candidaturas marcada para 10 de outubro 2021. Segundo a informação, os contratos devem ser assinados até 20 de dezembro, com início dos programas de formação ainda este ano. Os...

Read More
Créditos de formação profissional: saiba o que são e como calcular
Jun24

Créditos de formação profissional: saiba o que são e como calcular

Talvez a maior parte dos trabalhadores não dê importância à questão dos créditos de formação durante grande parte da sua vida ativa, e muitos nem sequer vão usufruir deles. Mas pelo menos alguns vão com certeza ter de prestar atenção a esse fator, nomeadamente nas alturas em que estejam prestes a abandonar um emprego. Porquê? Como se sabe, a lei determina a obrigatoriedade da concessão, por parte das empresas, de horas de formação profissional, em cada ano, a pelo menos 10% dos seus trabalhadores. Com base neste pressuposto, é concedido ao trabalhador o direito anual de ter pelo menos 40 horas de formação contínua, como explicitado no ponto 2 do artigo 131.º do Código do Trabalho. Em relação às 40 horas de formação, existe uniformização das regras relativas ao contrato de trabalho a termo e aos contratos de trabalho por tempo indeterminado, sendo que os contratos a termo por período igual ou superior a três meses têm direito a um número mínimo de horas proporcional à duração do contrato nesse ano. CRÉDITOS DE FORMAÇÃO: O QUE PRECISA DE SABER O que são e para que servem os créditos de formação? Como vimos, cada trabalhador tem direito à formação, e como tal a empresa é obrigada a atribuir-lhe um número mínimo anual de horas de formação. E se não o fizer? Podemos falar em créditos para formação no momento em que, terminado um ano de trabalho, ou em última análise, quando o trabalhador abandona o seu emprego, existe um determinado número de horas de formação que o trabalhador não teve oportunidade de usar. O que acontece quando o prazo para o trabalhador usar as horas de formação expira? Nestes casos, as horas de formação são convertidas em créditos de horas de formação. Ora, na hora da saída de um emprego, estas horas podem ser convertidas em dinheiro. O crédito de horas pode ser utilizado por iniciativa do trabalhador, mediante comunicação escrita ao empregador com a antecedência mínima de 10 dias, tal como explícito no ponto 3 do artigo 132.º do Código de Trabalho. Diz também a lei que o crédito de horas para formação que não seja utilizado é alvo de cessação passados três anos sobre a sua constituição, mesmo que o trabalhador ainda esteja empregado. Quanto ao crédito de horas não usado, terá de, em qualquer circunstância, se transformar em retribuição, uma vez terminado o contrato. A lei leva-nos também a interpretar que, em caso de cessação de contrato de trabalho em que haja horas de formação profissional não ministrada pelo empregador, este deve pagar não só as horas que se transformaram em crédito e não prescreveram, como também as que se venceram nos últimos...

Read More
Programa Jovem + Digital: aposta na tua formação digital
Mar31

Programa Jovem + Digital: aposta na tua formação digital

Tens entre 18 e 35 anos e queres apostar na tua formação? Conhece o Programa Jovem + Digital, criado com a publicação da Portaria n.º 250-A/2020, de 23 de outubro! Este programa pretende reforçar a qualidade, a eficácia e a agilidade da formação e da qualificação profissional, com o objetivo de apostar na aquisição de competências específicas na área digital.  A pandemia SARS-CoV-2 provocou alterações sociais, económicas, sociais e individuais que mudaram o paradigma de inúmeras empresas, potenciando a oportunidade de um alargamento dos negócios ligados à área digital. Anteriormente, a falta de recursos humanos com as competências profissionais adequadas às necessidades das empresas, na área digital, já era uma necessidade, tornando-se ainda mais evidente com a pandemia e com a aposta crescente no mundo digital.   O Programa Jovem + Digital destina-se a jovens adultos com idades compreendidas entre os 18 anos e os 35 anos, inscritos no Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. como desempregados com habilitação académica de nível secundário ou superior, mas também a quem não tenha concluído o último ano do ciclo formativo de nível secundário, e aos que estejam a realizar processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências de nível secundário.  Os Centros Qualifica irão definir o percurso de formação necessário para conclusão do ensino secundário. Para participar no Programa, os jovens adultos inscritos nos centros de emprego do IEFP, I.P., não necessitam de ter um tempo mínimo de inscrição para serem considerados desempregados. Os percursos de formação na área digital constam do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ) e têm uma duração máxima de 350 horas. Os grupos de formação integram entre 15 e 30 formandos (podendo existir exceções). Nos percursos de formação, disponíveis no CNQ, incluem-se Linguagens de Programação (Java; .NET; Python e Web), Cibersegurança, Gestão de redes sociais, Comércio digital, UX/UI Design, Análise de dados, Business Intelligence, entre outros…  Esta formação pode ser realizada pela rede de Centros do IEFP, I.P., de gestão direta e participada, ou por outras entidades formadoras certificadas pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho, em regime presencial ou à distância. Durante a formação, os formandos têm direito à bolsa de formação e ao subsídio de alimentação, e ainda, seguro de acidentes pessoais durante todo o período de formação. A formação de recursos humanos, sobretudo de jovens adultos, para as empresas no quadro da área digital, no contexto em que vivemos, adquire uma importância e urgência fundamental e, por isso, é importante mobilizar todos os esforços para colmatar essa lacuna no mercado de trabalho.  >>>Podes saber mais sobre o Programa Jovem + Digital...

Read More
Direito à educação: conheça os benefícios e obrigações
Mar25

Direito à educação: conheça os benefícios e obrigações

O direito à educação é um direito fundamental de todas as pessoas, embora nem sempre respeitado. Falamos-lhe sobre este assunto, sempre na ordem do dia. Segundo o artigo 73º da Constituição da República Portuguesa, “todos têm direito à educação e à cultura”. A maioria das pessoas, em Portugal, reconhece este direito como um direito fundamental e pilar da formação completa do indivíduo. Porém, muito se debate sobre o papel dos diferentes agentes educativos no desenvolvimento das crianças, jovens e adultos, sendo por vezes difícil estabelecer os limites entre ensino e educação, e entre as funções dos pais, dos professores e de outros educadores no vários contextos de educação formal, não formal e informal onde nos movemos. DIFERENÇA ENTRE EDUCAÇÃO E ENSINO Ensinar significa recolher conhecimento já apreendido e transmiti-lo a outras pessoas. Tal implica, muitas vezes, corrigir os erros de quem aprende e recapitular a informação até que esta seja compreendida pelo aluno. Já o termo “educação” remete-nos para dimensões mais profundas do funcionamento psicológico individual, como os valores e as atitudes. Nos contextos educativos (como as escolas), as tarefas de ensino e de educação misturam-se no papel profissional dos professores, dos auxiliares de ação educativa e de outros agentes educativos presentes. De igual forma, no contexto de educação não formal por excelência, a família, os pais têm o papel de educar, mas muitas vezes também de ensinar. De facto, e segundo o Artigo 36.º, nº 5, da Constituição da República Portuguesa, “os pais têm o direito e o dever de educação dos filhos”. DIREITO À EDUCAÇÃO E AO ENSINO EM PORTUGAL A educação e o ensino devem ser assegurados pelo Estado, aplicando-se a todos os cidadãos através de um sistema público de escolas que garante o ensino básico universal, obrigatório e gratuito, bem como um sistema de educação pré?escolar, segundo um princípio de igualdade de oportunidades. É ainda prevista a obrigatoriedade de o Estado facultar o acesso ao ensino superior e a interligação das escolas com a comunidade onde se encontram inseridas e também com atividades económicas, sociais e culturais. Assim sendo, espera-se que o Estado promova a democratização da educação e as condições para que a educação, realizada através da escola e de outros meios formativos, contribua para o desenvolvimento da personalidade e para o progresso da sociedade democrática. Ensino gratuito e escolaridade obrigatória O ensino escolar obrigatório é universal e gratuito. Atualmente, este regime de escolaridade obrigatória vai até ao 12.º ano ou até aos 18 anos. A partir dos 5 anos a educação pré?escolar é obrigatória, o que implica o dever do Estado de garantir a existência de uma rede de educação pré?escolar que permita a inscrição de todas as crianças por...

Read More

Precisa-se Técnica de Limpeza (m/f) – Lousada

Precisa-se Técnica de Limpeza (m/f) – Lousada A N20 SERVIÇOS, LDA está de momento a recrutar, para a zona de Lousada (R. Palmira Meireles 95, 4620-688 Lousada), uma Técnica de Limpeza com o seguinte perfil: Requisitos: – Organizada; – Pontual; – Assídua; – Experiência na área da limpeza de Supermercados (preferencial); – Residente na zona de Lousada (Obrigatório). Oferta: – Horário: Domingo – 7h30 – 9h30 e das 16h30 – 18h30 (4h/semana) – Contrato de Trabalho; – Vencimento adequado à função; – Entrada imediata. Envie o seu cv para: recrutamento@n20servicos.pt ou ligue...

Read More
Estágios Profissionais Remunerados em Leiria, Aveiro, Coimbra e Viseu
Nov05

Estágios Profissionais Remunerados em Leiria, Aveiro, Coimbra e Viseu

Estágios Profissionais Remunerados em Leiria, Aveiro, Coimbra e Viseu. REGALIAS: Doutoramento – 1.053,14€ – Bolsa de estágio Mestrado – 921,50€ – Bolsa de estágio Licenciado – 789,86€ – Bolsa de estágio Subsídio de alimentação – 4,77€ Seguro de acidentes de trabalho Formação e acompanhamento contínuo Integração numa equipa de trabalho especializada com um sistema de gestão certificado Perspetivas de evolução de carreira Bom ambiente de trabalho Perspetivas de celebração de contrato de trabalho no final do estágio Para consultar as ofertas disponíveis e fazer a sua candidatura clique no link que se encontra nos comentários...

Read More
Cursos superiores com mais saída em Portugal (2020)
Out29

Cursos superiores com mais saída em Portugal (2020)

Todos os anos, o portal Infocursos – gerido pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), com o apoio da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) – publica dados estatísticos referentes aos cursos superiores em Portugal, incluindo licenciaturas e mestrados integrados. É através destas estatísticas que podemos identificar quais as opções com maior empregabilidade no país. Não obstante, os números são analisados consoante os recém-diplomados inscritos nos centros de emprego do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Assim, a imagem retirada pode não corresponder 100% à realidade, pois os novos diplomados podem estar a trabalhar em outras áreas profissionais que não a sua área de formação. Olhando para a base de dados disponibilizada em junho de 2020, e tendo como referência os recém-diplomados entre os anos letivos de 2014/15 e 2017/18, que se encontravam desempregados em junho 2019 ou em dezembro de 2019, rapidamente concluímos que o cenário é positivo. Por um lado, há apenas 3,3% de recém-diplomados por universidades e politécnicos públicos desempregados, sendo que a taxa é ligeiramente superior no setor privado: 3,9%. Por outro lado, há 42 cursos que apresentam taxas de desemprego extremamente baixas (entre os 0,1% e os 0,5%). Leia o nosso artigo até ao final e confira quais são esses 42 cursos! 1. Ciências Biomédicas Laboratoriais O curso de licenciatura em Ciências Biomédicas Laboratoriais no Instituto Politécnico de Lisboa lidera o ranking dos cursos com mais saída em 2020, apresentando uma taxa de desemprego de 0,1%. 2. Enfermagem Diversos cursos de licenciatura em Enfermagem, quer do ensino superior público, quer do privado, estão também no ranking dos cursos com mais saída em Portugal. No entanto, é possível verificar que os mesmos apresentam taxas de desemprego que variam entre os 0,1% e os 0,5%: Instituto Politécnico de Santarém – 0,1%; Universidade de Aveiro – 0,1%; Escola Superior de Enfermagem de Lisboa – 0,1%; Instituto Politécnico de Castelo Branco – 0,1%; Universidade Católica Portuguesa – 0,2%; Instituto Politécnico de Leiria – 0,3%; Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa – 0,4%; Escola Superior de Saúde Egas Moniz – 0,4%; Escola Superior de Enfermagem S. Francisco das Misericórdias – 0,5%; Instituto Politécnico de Portalegre – 0,5%. 3. Engenharia Informática Alguns cursos de licenciatura em Engenharia Informática, quer do ensino superior universitário, quer do politécnico, situam-se nas primeiras posições do ranking dos cursos com mais saída em Portugal. Os mesmos apresentam taxas de desemprego que variam entre os 0,2% e os 0,4%: ISCTE ? Instituto Universitário de Lisboa – 0,2%; Universidade de Lisboa – 0,3%; Instituto Politécnico de Setúbal – 0,4%. 4. Economia O curso de licenciatura em Economia na Universidade Católica Portuguesa consta também...

Read More
[Para ESTUDANTES] Dicas para ganhar dinheiro extra enquanto estuda
Out08

[Para ESTUDANTES] Dicas para ganhar dinheiro extra enquanto estuda

A maior dificuldade é conjugar o horário das aulas com os horários de trabalho e garantir que as aulas e os trabalhos não ficam prejudicados com a atividade profissional. Em Portugal, os trabalhadores estudantes têm direito a algumas condições especiais, como existência de uma fase especial. Contudo, para terem direito a este estatuto têm de cumprir alguns requisitos e tratar da documentação necessária. Em Portugal a idade mínima para trabalhar são os 16 anos, sendo que é necessário garantir a inscrição no ensino secundário ou a conclusão do ensino obrigatório. Além disso, os menores não podem executar nenhuma tarefa que ponha em causa o seu bem-estar físico ou psíquico, e as tarefas têm que ser adequadas à sua idade. Trabalhar em part-time Um trabalhador a tempo parcial tem menos horas de trabalho que uma semana de horário completa e pode não trabalhar todos os dias da semana. Alguns setores, como a restauração ou hotelaria, podem necessitar de reforços apenas ao fim-de-semana, que permite conjugar perfeitamente o trabalho com o horário das aulas. Trabalhos temporários As vagas para trabalhos temporários surgem muitas vezes nas alturas em que são necessários mais reforços, como o verão ou alturas de festividades como o Natal. Neste caso, é possível trabalhar apenas nas alturas de festas escolares, o que garante que o aproveitamento escolar não será prejudicado. Dentro do trabalhos temporários, temos os reforços para o comércio, restauração e hotelaria, realização de inquéritos ou sondagens. Os trabalhos temporários podem encontrar-se nos mesmos locais que os trabalhos em part-time ou a tempo inteiro, mas também através de agências de trabalho temporário. Neste caso, as agências irão fazer uma entrevista para determinar o seu perfil e capacidades, fazendo depois a ponte com a entidade que procura trabalhadores. Freelancer ou trabalhador independente Trabalhar como freelancer pode ser uma forma de conseguir ganhar experiência profissional na área de trabalho e ao mesmo tempo ganhar algum dinheiro extra. Para trabalhar como freelancer, pode começar por falar com as pessoas que conhece, incluindo professores, e oferecer-se para auxiliar em projetos ou começar a tentar desenvolver a sua base de clientes. Não nos podemos esquecer da possibilidade de desenvolver um site de apresentação ou começar a trabalhar através de plataformas que colocam em contato os freelancers e os empregadores. Se domina uma língua estrangeira, com a ajuda destas plataformas, o mercado para o qual pode trabalhar já é maior. Trabalhar como freelancer tem a vantagem de não haver um horário a cumprir, portanto é perfeitamente possível coordenar os horários das aulas. Neste caso, outra das vantagens é que permite controlar o volume de trabalho e se estiver numa altura em que necessita...

Read More
Está desempregado/a? Conheça 10 apoios a que pode ter direito
Out01

Está desempregado/a? Conheça 10 apoios a que pode ter direito

Um dos apoios a desempregados mais conhecidos é o subsídio de desemprego, mas existem outras prestações sociais para as pessoas que se encontram em momento de transição de carreira, entre empregos, ou sem ocupação. Embora a taxa de desemprego tenha vindo a decrescer gradualmente, após ter alcançado máximos históricos durante os anos da crise financeira, há ainda milhares de portugueses que se encontram nesta situação. E em muitos desses casos, os desempregados não reúnem as condições para aceder ao subsídio de desemprego ou já receberam a totalidade do valor a que tinham direito, continuando desempregados. Mas há mais apoios sociais a que estas pessoas podem recorrer. Se este é o seu caso ou de um familiar seu, conheça de seguida alguns dos apoios a desempregados que existem atualmente. 10 APOIOS A DESEMPREGADOS: MONTANTES E CONDIÇÕES PARA OS REQUERER Apresentamos uma lista dos vários apoios a desempregados existentes, bem como dos valores que representam e as condições necessárias para ter direito a eles. 1 – Subsídio de desemprego O subsídio de desemprego, como já referimos, é, de todos os apoios a desempregados, o mais conhecido. Estar desempregado significa estar sem receber um salário, pelo que este subsídio assume uma importância vital para muitas pessoas que se encontram sem emprego num determinado momento da sua vida. Trata-se de uma prestação monetária concedida aos beneficiários desempregados com o intuito de compensar a falta de remuneração derivada da perda involuntária de emprego. O valor base mensal do subsídio de desemprego equivale a 65% da remuneração de referência, tendo por base o cálculo feito a 30 dias por mês. No caso de ser ex-pensionista de invalidez considerado apto para o trabalho, o valor é atualmente de 351,05 € se viver sozinho, ou de 438,81€ se vive com familiares.2 2 – Majoração do subsídio de desemprego O subsídio de desemprego, na forma do montante diário, pode sofrer ainda uma majoração (ou aumento) de 10% se no mesmo agregado familiar ambos os cônjuges ou pessoas a viver em união de facto estiverem a receber subsídio de desemprego e tiverem filhos ou equiparados a seu cargo, ou ainda quando, num agregado monoparental, o parente único esteja a receber subsídio de desemprego.3 3 – Subsídio social de desemprego Trata-se de uma prestação em dinheiro atribuída ao beneficiário na situação de desemprego, para compensar a falta de remuneração motivada pela perda involuntária de emprego, e pode assumir duas formas distintas: Subsídio social de desemprego inicial: atribuído quando o beneficiário não reúne as condições para receber o subsídio de desemprego;Subsídio social de desemprego subsequente: concedido nos casos em que o beneficiário já recebeu a totalidade do subsídio de desemprego a que tinha direito e permanece desempregado. Para ambas as prestações o valor a receber varia consoante a composição do...

Read More

Novos Estágios ATIVAR.PT

Os estágios ATIVAR.PT, recentemente criados sob a tutela do IEFP, I.P., visam apoiar a inserção de jovens no mercado de trabalho e a reconversão profissional de desempregados. Estes estágios vêm substituir os anteriores estágios denominados de “Estágios Profissionais” e contemplam o aumento das bolsas em relação aos anteriores. 1. A quem se aplica?  Existem dois grupos de aplicação, um deles dependente da qualificação profissional, e o outro dependente da situação social e económica dos beneficiários. Qualificação profissional: Pessoas com idades entre os 18 e os 30 anos que detenham qualificação de nível 3, 4, 5, 6, 7 ou 8 do quadro nacional de qualificações;Pessoas com idades entre os 31 e os 45 anos, em situação de desemprego há mais de 12 meses, desde que tenham obtido há menos de 3 anos, uma qualificação de nível 3, 4, 5, 6, 7 ou 8 do quadro nacional de qualificações;Pessoas com idade superior a 45 anos, desempregadas há mais de 12 meses, e que detenham os níveis de qualificação 2 ou 3 do quadro nacional de qualificações com inscrição no centro de emprego ou dos níveis 4, 5, 6, 7 ou 8 do quadro nacional de qualificações. Outros beneficiários: Pessoas com deficiência ou incapacidade;Pessoas que integrem família monoparental;Vítimas de violência doméstica;Refugiados;Ex-reclusos e pessoas que cumpram ou tenham cumprido penas ou medidas judiciais não privativas de liberdade, em condições de se inserirem na vida ativa;Toxicodependentes em processo de recuperação;Pessoas que tenham prestado serviço efetivo em Regime de Contrato, Regime de Contrato Especial ou Regime de Voluntariado nas Forças Armadas que se encontrem nas condições previstas no n.º 2 do artigo 22.º do Decreto-Lei n.º 76/2018, de 11 de outubro; Pessoas em situação de sem-abrigo; ePessoas a quem tenha sido reconhecido o Estatuto do Cuidador Informal e que tenham prestado cuidados enquanto cuidador informal principal. 2. Já frequentei um estágio financiado pelo Estado Português. Posso candidatar-me ao ATIVAR.PT? Sim, desde que tenha obtido outro nível de qualificação após a realização do estágio anterior ou uma qualificação em área diferente (para os casos em que o novo estágio se enquadra na nova área). 3. Qual é o prazo do estágio? 9 meses na maioria dos casos, sendo de 12 meses para as pessoas portadoras de deficiência ou incapacidade; toxicodependentes em processo de recuperação; pessoas em situação de sem-abrigo e pessoas a quem tenha sido reconhecido o estatuto de cuidador informal e que tenham prestado cuidados enquanto cuidador informal principal. 4. Qual é o valor da bolsa de estágio?  Nível 3 QNQ: 1,2 IAS correspondente a € 526, 57 Nível 4 QNQ: 1,4 IAS correspondente a € 614,33 Nível 5 QNQ: 1,5 IAS correspondente a € 658,22 Nível 6: 1,8 IAS...

Read More

Empregos bem pagos sem curso superior: Descubra quais são

Ter uma licenciatura não é significado de ter um emprego bem remunerado. A procura por talentos leva as empresas a valorizar cada vez mais os salários de profissões técnicas e o “canudo” já não é o único fator determinante. Por isso mesmo, se não tem uma licenciatura, fique a saber que existem empregos bem pagos sem curso superior. Sabia que os fundadores das maiores empresas do setor tecnológico como o Steve Jobs, Michael Dell, Mark Zuckerberg e Bill Gates nunca chegaram a concluir as suas licenciaturas? E não é por acaso que as suas empresas (que lideram o mercado), se diferenciam pelo seu modelo de recrutamento, que favorece o potencial de desenvolvimento dos candidatos dentro da empresa, sem olharem para o seu grau de formação. São várias as empresas a adotar este método, tendo em conta que existem cada vez menos profissionais qualificados disponíveis no mercado, para darem resposta àquilo que as empresas procuram. O que faz com que estas contratem profissionais com um perfil mais técnico e, posteriormente, os qualifiquem internamente. SEM CURSO SUPERIOR, MAS COM UM BOM SALÁRIO: 24 EXEMPLOS Eis uma lista de 24 empregos bem pagos sem curso superior, tendo por base a remuneração média mensal base nacional – 943€ em valores brutos. Tome nota: Tripulante de cruzeiros (salário entre 1.800€ e 2.500€); Programador (salário entre 1.800€ e 2.100€); Especialista em reparação e instalação de elevadores (salário entre 1.800€ e 2.300€); Instalador de sistemas solares e/ou eólicos (salário entre 1.800€ a 2.000€); Técnico de maquinação e programação (salário entre 1.300€ e 1.800€); Técnico de manutenção aeronáutica (salário entre 1.500€ e 1.900€); Técnico de análise laboratorial (salário entre 1.300€ e 1.800€); Técnico de audiovisuais (salário entre 1.300€ e 1.500€); Técnico de multimédia (salário entre 1.300€ e 1.500€); Designer gráfico (salário entre 1.300€ e 1.500€); Técnico de comunicação (salário entre 1.300€ e 1.500€); Técnico de marketing (salário entre 1.300€ e 1.500€); Optometrista (salário entre 1.300€ e 1.500€); Técnico de mecatrónica (salário entre 1.300€ e 1.500€); Técnico de manutenção industrial (salário entre 1.200€ e 1.800€); Técnico de eletrónica industrial (salário entre 1.200€ e 1.800€); Técnico de informática (salário entre 1.200€ e 1.800€); Soldadores e serralheiros (salário entre 1.200€ e 1.500€); Assistentes de bordo (salário entre 1.200€ e 1.500€); Eletricistas (salário entre 1.200€ e 1.500€); Técnico de instalações elétricas (salário entre 1.200€ e 1.500€); Técnico de desenho de construção civil (salário entre 1.200€ e 1.500€); Secretárias administrativas (salário entre 1.000€ e 1.200€); Técnico de contabilidade (salário entre 950€ e 1.100€). A VALORIZAÇÃO SALARIAL DAS CARREIRAS TÉCNICAS Como já referimos, as empresas têm vindo a valorizar cada vez mais os profissionais com uma formação técnica. Mas porque motivo estão as...

Read More

Quer Receber as Futuras Ofertas de Emprego por Email?

Então registe-se GRATUITAMENTE colocando o seu EMAIL Abaixo e clicando no botão "Quero Receber":

Email:

You have Successfully Subscribed!